Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Sabe que quem mais se cobra da gente não é o mundo, mas sim a gente mesmo quando deixa o mundo tomar nosso caminho...
Se olhar pra cara de certas pessoas já é humilhante, imagina conviver com elas e obedecer as mesmas leis que elas obedecem.
Reflexões que se deixam pra depois é como guardar roupas, quanto mais fundo guardamos, mais se esquecemos delas.
O fato do cérebro e o intestino se parecerem enganam muito, pois o cérebro produz a coisa mais nobre do ser humano: o pensamento; e o intestino produz a coisa menos nobre do ser humano: a bosta.
Quando as pessoas pararem de falar e de se revoltar em forma de pensamento, e buscar conhecimento para agir na prática, através de iniciativas que solucionem os problemas que as angustiam sem precisar esperar pelo outro, estará acontecendo de fato a tão esperada revolução da consciência e a sociedade mudará.
Parece que o Protestantismo e o Catolicismo fazem um campeonato para ver quem consegue ser pior, é um festival de merdas.
O aluno de quinta série que vive dentro de mim tem tanta inveja do aluno de mestrado que também vive dentro de mim que às vezes ele gosta de roubar a cena e aflorar mais do que deve.
Filme bom é o filme em que o ator coadjuvante e seu personagem ofusca os atores principais e seus personagens.
A quantidade de humilhação que pessoas loucas passam nem se compara com a de pessoas sãs, por incrível que pareça.
O fato da tristeza ser superior a felicidade se reflete no fato de haver várias tipos de felicidades diferentes, uma mais inútil que a outra, enquanto que tristeza é uma só.
O hiperrealismo dos jogos de videogame atuais é uma merda, o jogo tem que ser uma mescla harmônica do real com o irreal, querem realismo exagerado vão assistir filmes e ler livros.
O videogame foi a melhor invenção do ser humano pra representar algum tipo de realidade, pena que tem gente que ainda não percebeu isso.
Se nossos nomes fosse um número, a variedade de nomes seria muito maior do que do jeito em que nosso nome é formado, ou seja, as vezes há mais subjetividade nos números do que nas letras.
Não sei ao certo porque o brasileiro cultua tanto os estrangeiros, devem achar os paus deles mais gostosos que os locais, para que isso aconteça.
