Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Vamos dançar a dança que renova em vida estaremos feitos de alegrias cultuando o céu em seus traços de amor.
Enxergo o mundo com um prisma de sangue feito de desumanos que transforma a luz branca em desespero.
No poder ou Bordel os grampos anunciando as mazelas da política em terras de Diadema, vai além da educação.
Minha ode é feita de sedução, tão lírica que me componho de versos sem medida igual ao entusiástico prazer.
" FÉ E TENTAÇÃO...Embora estejam em oposições;uma propositaldamente necessita de obras para viver.E,outra,mata propositaldamente pelas obras."
" A tentação as vezes embreaga os meus sentimentos,força um encontro com a tua alma,tenta expressar os meus desejos sobre a tua derme,me provoca a sorver o teu prazer...mas nada atemporal."
Temos que tentar ser o melhor possível, dentro daquilo que escolhemos em nossas vidas que fazem sentido a escolha. Ser bom no que fazemos vai também das habilidades que temos baseado em um dom e talento para aquela coisa ou, estaremos dando "murros em ponta de faca".
Ser popular é diferente de ser famoso, assim como ser famoso é diferente de ser seguido e ser seguido diferente de ser quisto. Muitos "populares" não conseguem alcançar um grande volume na venda de seus produtos ou interesses, pois não basta ser popular nem famoso, tem que ter argumentos de que seu produto realmente é tão interessante para que naquele momento as pessoas possam dedicar seu tempo e dinheiro para adquiri-lo.
Não sei qual dos dois é pior: o Estado que deixa o cidadão desprotegido ou o que o impede de proteger-se. Mas o Estado brasileiro faz as duas coisas.
A ética libertária é apenas um truque de retórica, um gerador de argumentos, para não dizer de lero-lero.
Ela não ajuda nem atrapalha.
O problema central da "ética libertária" é que ela confunde propriedade em sentido lógico com propriedade em sentido jurídico. Por exemplo, em lógica, uma substância pode ser definida independentemente de existir ou não, e nesse sentido a existência se acrescenta à substância como uma propriedade. Juridicamente, aquilo que não existe não pode ser titular de direitos, a existência passando a ser portanto não uma propriedade, mas um PRESSUPOSTO da possibilidade mesma de haver direitos, inclusive o de propriedade. Matar um cidadão, suprimi-lo da existência, não é violar um direito de propriedade, mas sim extinguir a possibilidade mesma de que ele desfrute de quaisquer direitos, inclusive o de propriedade. Inverter isso é um erro lógico tão elementar que não deveria ser preciso discuti-lo.
Reduzir a uma "propriedade" aquilo que é a precondição mesma da existência de propriedades é o mesmo que reduzir a vaca a uma espécie de leite.
Espero que todos -- pelo menos os meus alunos -- percebam claramente que a minha objeção à "ética libertária" é de ordem puramente filosófica, e não baseada em alguma suposta "opção ideológica" concorrente.
