Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

Cerca de 302624 frases e pensamentos: Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

Eu fiz, isso, eu fiz, eu fiz um juramento em plena quarentena de 2020, para o céu, para as pessoas, para mim.

Eu contando para minha mãe e imaginando e vendo a reação dela ao falar que conversava com Deus.

Tem sempre alguém cruzando nossos caminhos e transformando nossas vidas, somos estes predestinados a algo.

⁠Minha trajetória nunca foi fácil, mas eu não gosto de estabelecer comparativos.

Todas as vezes que me ponho em dúvidas, é como se estivesse ferindo a mim mesma.

⁠Você não vê a evolução acontecer, mas ela acontece dentro de você todos os dias.

⁠Para tudo, há um tempo de acontecer; o atropelamos com nossa pressa de chegar.

Observador é aquele que possui a capacidade de modificar o trajeto das coisas.

Não existem vítimas ou culpados, o que existe são seres humanos vivendo realidades diferentes.

⁠É um convite para reflexão interna, do nosso próprio ser. Conhecer a si mesmo e desfrutar das belezas que ainda não vê.

⁠As dificuldades não eram o meu fim, eram uma oportunidade de começar melhor.

⁠As melhores conexões é você quem faz.
Ou somos autores de nossos destinos ou somos conduzidos pelos pensamentos alheios.

A depressão, chamada “doença do século”, é um inverno interno que se instala sem aviso, abafando cores e silenciando risos. Vem como neblina devagar, transformando rotinas em paisagens distantes e tornando o simples esforço de respirar um ato de coragem. Lutar contra esse mal é caminhar por trilhas escuras com a esperança como lanterna: às vezes vacila, mas não se apaga. Há dias em que o avanço é quase imperceptível; outros, o retrocesso dói como fim de tarde chuvoso. Ainda assim, resistir importa. Buscar ajuda profissional, aceitar apoio, dizer as palavras que tremem na garganta são pétalas lançadas contra o vento do isolamento. A cura não é linha reta: é mosaico de pequenos sinais — uma conversa que acolhe, um remédio que estabiliza, um gesto que repõe calor humano.Escutar sem julgar, ofertar presença e derreter o estigma. Não deixe que o silêncio seja refúgio permanente. Cada tentativa é resignificação, cada mão estendida, promessa de amanhecer. A depressão é real e dura; com empatia, cuidado e persistência, é possível reencontrar a luz.

A bússola gira e não aponta; o vento traz memórias que se despedem como barcos. No centro de um lago imaginário, a flor de lótus abre feridas de luz e guarda perguntas antigas. Um espelho quebrado espalha reflexos que insistem em voltar para casa, cada estilhaço um mapa de escolhas não feitas. Chove sobre o mar — água da chuva no mar — e as gotas se dissolvem numa conversa com o horizonte: lembranças que se perdem para se tornarem sal. Sete de copas dança nas mãos de um jogador sem rosto, oferecendo espelhos, sombras, promessas de estrada. A ampulheta de açúcar pinga lentamente, cada grão doce um minuto fugindo para a língua do tempo. Nada é coerente; e por isso tudo existe, coerente na sua falta de explicação. Aqui o sentido se esconde nas pequenas falhas: no estalo de um reflexo, no sabor de um minuto, no sopro que desloca a bússola. O acaso organiza-se em silêncio, e a flor fecha-se como se guardasse um segredo que só se conta quando ninguém mais acredita em mapas. Ainda assim, tudo tem o real sentido de ser.

Diante de problemas, a nossa mente tende a paralisar devido, as incertezas e ao medo que algo novo nós tras. A partir daí, não se desespere. Sabemos que manter a calma é difícil. Então, respire inspirando e exalando lentamente e profundamente. Esta técnica tende a trazer a mente para o momento presente. Gerando assim, mais clareza mental e serenidade para raciocinar, com o intuito de encontrar a melhor saída. Lembrando que tudo passa e que para todos os problemas existe uma solução.

O vento não sabe para onde sopra, e as nuvens, essas viajantes indecisas, vagueiam sobre montanhas que já nasceram velhas. Gigantes caminham por um mundo pequeno demais para seus passos, deixando marcas que se confundem com vales. Os moinhos giram, mas quem move a pedra? A ampulheta de areia farinha mede tempo que não existe, enquanto um girassol, tolo e fiel, dança para um sol que nem sempre comparece. Sobre tudo isso paira um corvo de asas coloridas, único espectador que entende a piada: vivemos presos a rodas que inventamos, a contadores que esvaziamos, a gigantescas ilusões de grandeza dentro de horizontes que cabem na palma da mão.

⁠Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".

No fim das contas, o seu nome tem mais serventia para os outros do que para você mesmo. Embora seja algo profundamente pessoal, inicialmente você não o escolheu, sequer você tinha essa capacidade, foi uma palavra dada por quem sequer tinha noção do que aquele ser viria a se tornar, nem você tinha. O seu nome é uma cicatriz, uma das primeiras. Uma palavra cujo significado, se é que existe algum relacionado a alguma outra coisa ou alguém, jamais representará quem você realmente é. O nome carimba a abstração de uma pessoa no mundo. Enquanto estivermos em sociedade, inclusive em sua lápide, um nome estará relacionado a você. O nome pode não ser aquele do seu nascimento, pode ser um apelido, que aliás pode ser mais sensato, já que pelo menos normalmente é uma tentativa, ainda que rasa e por terceiros, de representar algo visto posteriormente.

Os grandes amores se vivem em silêncio, se expressam em letras, e se levam tatuados na alma.

A elegância de um homem está na seriedade com que ele utiliza as palavras que saem de sua boca.