Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Eu sou o retrato daquilo que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio. De barro, frágil e nascido da terra. Eu sou minhas próprias lembranças e às vezes as evidencio, apago-as ou deixo o sol brilhar sobre elas.
Os livros serão sempre fundamentais para o desenvolvimento moral,cultural e intelectual mas os meios de comunicação em massa desde que foram criados também se tornaram essenciais para a formação psicossocial do indivíduo ,são armas muito eficientes contra a alienação .
A saudade é uma janela construída num canto secreto dentro de nosso coração. Quando queremos rever o que ficou no passado, a abrimos e temos à nossa frente todos os quadros que a vida pintou.
Só devemos nos importar na vida com o que sentimos e somos, não interessa o que as pessoas pensam de nós. Devemos agir sempre de acordo com a nossa consciência.
Com gostinho de café com leite, ou que seja de hortelã, vale um beijo de qualquer jeito, porque já é nova manhã. Assim prossegue o sentimento, mesmo em correrias e tropeços, não podemos perder a sensibilidade, a quem temos apreço.
Ah, o mais belo do aguaceiro; é o amansar a terra turva, é o banhar o solo a chuva, levantando junta a brisa o teu cheiro.
Aquelas carícias eram as melhores, Carinhavam sua alma e permaneciam, por dias, por anos... ou para sempre.
"A mentira é uma película temporária, que mais cedo ou mais tarde se desfaz, revelando a verdade por trás dela."
Quando não estou fazendo poesia, a poesia está me fazendo. É nessa troca que me toca e sigo vivendo.
Seu nome é Isabela, uma menina linda dona de um sorriso encantador, delicada como uma rosa cheirosa como uma flor, é um anjo enviado por Deus, És digna de todo amor... Ah, Isabela, como tu és doce, como tu és bela, o teu sorriso transborda a paz, os teus olhos transmitem amor, uma simpatia de pessoa, teu jeito meigo me cativou.
O band aid só esconde a ferida, que por segunda intenção se fechou e deixou a cicatriz que sempre lembra do ponto que faltou.
"Forjei o poeta que sou, num crisol de muitas dores. Entre elas a mais cruciante foi a ignorância do meu semelhante."
Poesia não é parto cesariano, forçado por instrumentos externos, empurrado pela força da transpiração, poema surge de repente, como tempestade numa tarde de verão, sob o véu da noite cálida, como chuva de outono, sem regra e obrigação. Eis a diferença básica da verdade cristalina que brota da inspiração..
Mentes turbulentas procuram a escrita quando não há mais nada a ser feito, talvez seja a melhor descarga mental para o poeta, que sente demais, exagera demais e no poema se derrama mais que demais.
