Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
A felicidade tem tudo a ver com o amor, porque não iremos alcança-la se não brotar em nós o amor pelo próximo. Quando amamos, temos a capacidade de perdoar, de servir, de se entregar sem traumas e rancores. O amor de Deus que nos deu uma segunda chance também é capaz de cicatrizar a dor das feridas que nos fizeram, para que possamos olhar para o outro como alguém que também é carente da misericórdia de Deus.
Na medida do amadurecimento percebemos que o amor consiste em um esforço constante, persistente e intenso. Por ele somos impelidos a dar toda nossa energia, toda a nossa força, uma entrega total. A cruz representa o amor, de um prisma o amor de um Pai pelos seus filhos, do outro prisma o amor de um filho pelo seu Pai. O amor é profundo, responsável, incondicional e eterno!
15 de novembro, a República nasceu, celebramos a liberdade, a soberania e o amor à nossa pátria!
Benê
É tão relativo e contraditório o amor. Quando meus pensamentos perdidos se encontram em teu ser, meu coração não se contenta apenas em bater freneticamente e me fazer perder todos os meus, nao muito bons, sentidos. Faz o sangue esquentar e passar rápido pelas minhas frias e rigidas veias, borbulhando como agua fervente, fazendo meu rosto ficar avermelhado e quente. A insanidade consome completamente a minha mente, fazendo-me querer mergulhar em qualquer uma das minhas inesqueciveis lembranças em que você me roubou ao ar, comprimiu todo o seu amor em meus labios em que me fez prometer que essa maravilhosa utopia sera para sempre. à sua frente, meus orgãos se comportam de uma maneira diferente, inconstante. é até vergonhoso admitir que isto aqui parece ser o inferno, é tão puro e sublime o que sinto, que foge da lei da realidade.
Há dois tipos de avarentos: O avarento do dinheiro e o avarento do amor. O primeiro é digno de repúdio e o segundo é digno de pena.
Por ter me dado a vida, minha Mãe nada mais precisava fazer por mim para ser credora do meu amor e do meu respeito
A lembrança veio à tona, a lembrança do presente do futuro não vivido. O futuro foi postergado mais uma vez. A lembrança veio através da incontinência emocional, do incontrolável desejo ora preso. Não consigo dizer quais sensações emergiram juntas com essa lembrança. No momento, apenas sinto. Permito-me sentir essa indecifrável emoção que não sei qual é. Na lágrima fina e tenra, jorra consigo àquilo que não pude digerir, mas que preciso expelir, seja de qual forma for. Lacrimejar está sendo uma boa alternativa, eu até escreveria, mas por palavras seria insuficiente para pôr tudo que está engasgado e preso aqui no esconderijo onde ninguém pode alcançar. O que me fascina é que somente eu consigo alcançar o universo que sou. Na caminhada me perco em meio às tantas sensações que perpassam o meu ser. Sigo caminhando e, junto, a minha incontinência emocional me acompanha. Batemos continência para as vivências que ocasionaram tais lembranças, são elas que nos dão o norte para uma vida melhor nessa breve passagem por aqui. Cada lágrima, uma sensação; cada sensação, um turbilhão de lembranças; e cada lembrança, um sentimento indescritível.
"Fácil nunca vai ser, e nem devemos esperar que seja, mas sei que ao teu lado, mesmo com as dificuldades, é onde eu sempre quero estar!"
"Quando aceitamos amores não correspondidos, somos reféns de nós mesmos que nos colocamos em situação de julgo desigual aceitando menos do que merecemos"
Quando um homem quer conquistar uma mulher, ele a estuda. Aprende do que ela gosta, seus "hobbies"
Depois que ele a conquista e casa com ela muitas vezes ele para de aprender sobre ela. Se o que ele aprendeu antes do casamento for igual a um diploma de colegial ele deveria continuar a aprender ate receber o diploma universitário, um mestrado e no final um doutorado.
É uma jornada longa que traz seu coração mais perto dela.
Quando a humanidade, subjugada pelo temor da delinqüência, se tornar louca por efeito do medo e do horror, e quando o caos se converter em lei suprema, então terá chegado o tempo para o Império do Crime.
O final da análise consiste na queda do sujeito suposto saber, e sua redução ao advento desse objeto 'a', como causa da divisão do sujeito, que vem ao seu lugar. Aquele que, fantasmaticamente, joga a partida com o psicanalisando como sujeito suposto saber, a saber, o analista, é aquele (o analista) que vem, ao termo da análise, a suportar não ser nada mais que este resto. Esse resto da coisa sabida que se chama objeto 'a'.
O ato psicanalítico é, evidentemente, o que dá esse suporte, autoriza a realização da tarefa psicanalisante. É na medida em que o psicanalista dá a esse ato sua autorização, que o ato psicanalítico se realiza.
Uma estrada que nos levaria a um ideal na vida, onde pudéssemos sonhar somente com vitórias e alegrias.
Estrada essa, com muitas curvas, pois são elas que nos levam aos imprevistos das curvas da vida.
Mesmo que as lágrimas atrapalhem a visão, que as pessoas digam não, que o tempo e o vento sopre para outra direção...Ainda assim, você pode reescrever sua história.
Ninguém é perfeito vinte e quatro horas por dia. E nem precisa ser. Errar é humano e, acima disso, essencial para nosso crescimento e amadurecimento.
“A vida é cheia de sabores. Tempere sua existência com as melhores cores. Use raras olências; sinta o aroma mais doce e delicado dos seus dias.” (Arfelli, 2014)
