Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
As aquisições do espírito, o despertar da consciência, impulsionam nossos valores mais ternos: a auto-estima, os relacionamentos, a valorização do que é belo, refletindo no nosso mundo exterior tudo o que amamos internamente.
Há pessoas que chegam na nossa vida e mudam tudo, trazem brilho, trazem alegria, trazem sorrisos... Trazem amor...
Podemos amar muito aqueles que nos fazem chorar, quem nos faz rir precisamos pelo menos tentar amar!
Se as pessoas dessem mais ênfase na empatia em todos ambientes, todos nós seríamos mais repletos de felicidade.
"Tem pessoas que a gente não consegue apagar nem da galeria... Então quem nos dirá apagar do coração".
"Nem sempre pedimos de mais, apenas queremos que alguém nos dê de volta, tudo aquilo que um dia demos à essa pessoa"
Namoro não é casamento. O namoro pode ser dissolvido a qualquer momento, já o compromisso do casamento é para sempre.
Agosto quase sempre leva alguém de mim, e eu queria muito que não fosse você. Te prometo presentes no seu aniversário, faço seu bolo favorito e café. Quem sabe até te escrevo algo bem bonito.
Te escrevo porque entre tantas pessoas que me rodeiam eu queria que você me olhasse mais de perto, que conseguisse ver através de toda a ironia e escapismos do dia a dia.
Cansei de ficar a espera pelo trem que um dia a traria de volta.
Resolvi ir a bordo do barco da vida. E eis quem encontrou lá?
Sempre valorizei embrenhar-me pelas curvas de um dialogo simples e sincero despretensioso de qualquer outra intenção, querer acelerar o que não deve ser acelerado, transforma em fumaça, obnubila-se, destrói qualquer resquício de atração que por ventura possa emergir, as pessoas estão muito afoitas, é preciso parar, descer do seus mundos antropocêntricos, querer escutar mais o próximo, é preciso cuidar do jardim interior regar-se culturalmente sem moderação, olhar com os olhos da alma a essência que não se vê, o resto são frivolidades e coscuvilhices.
Em mim repousam resquícios das estrelas, de quasares distantes, de galáxias , de luas e sóis, sei que sou terra, poeira e poesia selados em um esqueleto de ossos e ideias, meu coração permeia entre bits e átomos, pulsante de amor e sangue, eis me aqui, inumano, o arauto do pós futuro, hibrido deixo-me levar pelo vácuo que me rodeia, peralta e inquieto sigo de olhos fechados, fundindo-me aos multi universos que me espreitam a cada curva do infinito, sucumbindo o tempo e o ao espaço, eu, um quase tudo.
Neste mundo somos pó. Viramos poeira ao vento se não cuidarmos em viver e oferecer o que a vida tem de melhor. Vivamos intensamente!
" O que a fumaça leva é a certeza de que o fogo cumpriu seu papel, que tudo nessa vida é evolução, que nada nem ninguém morre, que tudo naturalmente evoluí...
