Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Um dia você acaba entendendo que a pessoa mais infeliz do reino é o Rei e neste momento você entendeu a vida.
A vida é o encontro dos desencontros. Imagine o mar bravo... não se debata, escolha uma direção e firmemente nade, pois, o porto é um lugar comum, independente para que lado você nadou.
Nosso planeta é um grande teatro, onde Anjos e Demônios se amam, se odeiam, se reproduzem e se destroem.
Com o tempo, você acaba aprendendo que não deve condenar ninguém, porquê, as pessoas acabam se condenando sozinhas.
Você que é jovem, quando ver uma mão de pessoas mais velha do que você se projetar em sua direção, nao exite em segurar, não é uma mão que vai lhe levar para o passado certamente é uma mão que vai lhe levar para o futuro.
A ausência das pessoas, é como um quadro que vai perdendo a cor lentamente sem ninguém perceber, depois, de todo branco, sem cor, apenas um destino há para ele.
Eu tô na área, de um jeito ou de outro.... nada me abala, ninguém me derruba, porque, quem tentou me derrubar eu estendi minhas mãos para levanta-lo.
Na vida em alguns momentos você vai precisar de um grande senso de humor, porquê, você vai ser obrigado a trocar ouro por lata, para sobreviver.
A dor da perda não é um remédio, apenas é um veneno entorpercente que distorce a verdade momentânea.
Quando você buscar alguma coisa em alguém, certifique-se que há nesta pessoa o que você quer, pois, senão você só vai perder tempo e se desiludir.
Agente não consegue esconder ou conter os sentimentos, porque, sentimentos escondidos ou retidos, vazam em forma de lágrimas.
Nunca diga que porque você vive no meio de pessoas sujas, que você não pode ser uma pessoa limpa.
O lírio, a flor mais bela, nasce lodo; a garça com seu vestuário impecável passa o dia caçando no pântano; por fim o arroz nasce e se cria na lama e mantém seu sabor e qualidades incontestáveis. Então seja você em qualquer lugar.
