Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
"Sou simplesmente reciprocidade. Afasta-se de mim, que me afastarei de você. Diga-me que não tens como, que acredito nessa impossibilidade. Recuse-se a ser feliz, que não a darei à você. Como reciprocidade, te darei o que tens me dado".
“Querer é poder? não querer não é poder! É apenas o combustível impulsionador que nos põe em movimento, em busca daquilo que queremos, todavia alguns de nossos anseios, por mais que desejamos com a maior e mais profunda intensidade que a mente é capaz de produzir, ainda assim não o conquistaremos, pois muitos deles não dependem unicamente do nosso querer...”
A absoluta falta de noção dos significados e efeitos da virtudes morais e éticas, só não é pior do que a constatação de que elas faliram!
"Posso até não te esquecer, mas, quando me recordar de você e essas lembranças não significarem mais nada para mim, significa que, mesmo lembrando, já te esqueci".
Triste é o país que confunde privilégio com mérito, pobreza com incapacidade, voluntarismo com Justiça; que enaltece a riqueza obtida por meios nem sempre dignos e desdenha daquele que, por ter-se mantido honesto, não acumulou bens materiais. Pobre é o país que vê uma espécie de fraqueza moral na compaixão; que encara os direitos humanos, a educação e a ciência como males a serem combatidos, e que enxerga na crueldade, na arrogância e no desprezo ao semelhante uma expressão de autenticidade, coragem e franqueza. Passei a vida ouvindo uma antiga lenda de que o Brasil era um país rico. Hoje, constato que o Brasil é rico sim, e talvez o mais rico país do mundo, mas em falsos valores e, principalmente, em pobreza de espírito.
Não basta pedirmos para que o mundo leia mais, ele precisa nos ver lendo também, pois o exemplo é mais eficiente que o mais elaborado dos discursos.
Um precário nível de QE (Quociente Emocional) torna inoperantes até os maiores níveis de QI (Quociente de Inteligência), pois é a INTELIGÊNCIA EMOCIONAL que aciona as nossas potencialidades enquanto verdadeiras ferramentas do sucesso.
A intervenção psicológica deve estar atuante nos treinamentos, jogos, formação de atletas, competições, viagens e no que diz respeito, tanto ao lado coletivo relacional, quanto no âmbito individual, promovendo otimização da eficácia acionária dos atletas e do clube.
Antes de alguém ousar querer defrontar com os demônios dos outros, faz-se necessário que encare primeiro os seus.
Motivação do esportista é uma condição sine qua non para que os seus resultados sejam de superação de si mesmo.
Quando temos informações enraizadas em nosso cérebro pela memória, fortalecidas através da repetição e da afetividade, tendemos a ver o mundo dentro desse prisma.
Como vemos, interpretamos ou julgamos as coisas ou pessoas, não condiz necessariamente com o que elas sejam de fato, mas sim como nós somos.
Os duelos de egos inflados, travados principalmente nas redes sociais, num mecanismo de autoafirmação, sinalizam claramente os limites intelectuais e morais dos elementos envolvidos.
Alto nível de estresse interfere negativamente no desempenho dos atletas e da comissão técnica, sendo necessário, mais do que se ter consciência dos gatilhos que o acionam, saber lidar com ele e então usá-lo em benefício acionário.
Diante de um problema de difícil resolução a proposta é sobre ele mudar os pontos de vista e analisá-lo sobre outros ângulos, alterando assim o estado de consciência avaliativo.
