Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
O mais singelo toque, o mais singelo olhar, o mais singelo momento, o menor carinho que seja. Pode ser o maior momento da sua vida.
Se você acredita que as coisas são perfeitas, que os justos são corajosos e que tudo vale a pena.
Acredite! Você será a pessoa mais feliz.
Medo de acreditar ou não realizar é o mesmo que viver sem coragem. E viver sem coragem é não saber em quem ou no que se deve acreditar. Mas o maior medo de todos é o da perda, do arrependimento e do amor que podem amargurar e até nos matar.
O tempo passa a cada instante e a esperança cada vez mais distante.
A Humanidade está descrente de tanto ser inconsequente.
Os Governantes têm medo, mas não movem nem se quer um dedo.
Temos coragem para guerrear mas esquecemos de rezar.
Temos medo de viver, temos medo de sonhar. Mas o que vai ser nós se o mundo acabar. As crianças não têm lar, os Homens só pensam em matar. Onde foi parar a nossa esperança de mudar. Quanto tempo vai levar para o homem acreditar, que se não mudar o mundo acabará.
Na real, eu não acredito que as pessoas fielmente mudem. Acredito mais no aflorar da essência e nas mudanças temporárias. ’Velhos hábitos dificilmente morrem’, fato.
E você finalmente percebe um dia, que é impossível fugir dos sonhos. E o quão desestimulador seria a ausência de metas, desejos, conquistas e inspirações que transcedem nossas rotinas.
Podem me faltar palavras, posso estar fraco, mais isso não fará com que eu desista por que penso só na vitória...
De acordo com os costumes, a moda passa e logo surge outra. Precisamos de um ferro de passar que passe a moda vigente e a moda que passará.
Como você quer ser lembrado?
Do que você foi no passado ou do que você é hoje e do que você pode ser amanhã?
Um dia li o seguinte: Não te amo por quem tu és e sim, por quem me torno quando estou ao seu lado.
Achei bobagem quando li, mas depois de anos descobri que isso é verdade. Quando estou ao seu lado, me trasnformo na melhor pessoa deste mundo. Sinto que tudo posso e tudo devo arriscar. Até novamente não estar mais ao seu lado, e perceber que aquela que eu era, é simplesmennte quem eu gostaria de ser.
