Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Nós temos muita coisa em comum, a mesma terra, o mesmo ar, o mesmo céu.Talvez se olhássemos o que temos em comum em vez de sempre procurar o que temos de diferente... Bem, quem sabe?
A vida é um sopro, aproveite hoje, perdoe hoje, grite hoje, viva hoje, ame hoje, nunca se sabe quando pode ser seu último dia, último “eu te amo” ou a última vez que vai ver alguém que você ama sorrir.
Um dia eu vou vencer na vida, as pessoas vão dizer que eu roubei ou trafiquei, mas nunca vai dizer que trabalhei.
A desigualdade se apresenta como acaso, mas se perpetua como (e com) uma engenharia refinada de privilégios.
Acredito que muitas e muitos de nós, doloridos e doloridas, violadas e violados pelo que o colonialismo, capitalismo, dentre tantos outros terríveis "ismos" tem feito conosco, estamos transformando isso em ódio (o que amarga nosso coração), fazendo a burrice nada lucrativa de jogar esse auto-ódio entre nós. Que aprendamos a nos amar, respeitar, fortalecer, proteger, e vamos lançar esse ódio contra quem nos explora.
“Mas isso foi a muito tempo atrás. Crescemos, partimos para lugares diferentes, nos separamos. Nada disso é muito estranho, eu creio. Nossas vidas nos levam por rumos que não podemos controlar e quase nada permanece conosco. Essas coisas morrem quando nós morremos, e a morte é algo que acontece com todos nós, todos os dias”
Escravo ja foi alguém obrigado a obedecer. Hoje, escravo é aquele que não consegue agir por si mesmo.
O ser humano tem a capacidade de raciocinar, o animal age por impulso. Porém tem muito humano que parece animal.
Momentos de loucura ou momentos de lúcides. Opitar por ser feliz ou ser triste. Escolhas obvias, mas que necessitam de tempo e estudo, armadilhas não possuem placas que as denuncie. O louco diz "Oi" e e o são "tudo bem?". Qual a diferença? O louco prefere acreditar que todos estão bem agindo para a conservação do mesmo, O são mesmo após saber que a resposta é "não" não liga e nem se importa.
Nenhuma circusntância justifica destruir o legado natural da terra. Agora que o ser humano deixou sua marca implacável, a “sexta” extinção em massa teve início, se nada for feito para manter o equlíbrio natural, entraremos em uma era que tanto os poetas como os cientistas podem chamar de “era da solidão” e teremos feito tudo isso sozinhos e conscientes do que estava acontecendo. A vontade de deus não é desculpa!
O verdadeiro arrependimento começa na alma.Pena que a língua seja orgulhosa ao ponto de não exteriorizá-la quase nunca.
Talvez buscamos a felicidade onde não está, mais como saberemos onde ela está,ou que temos que fazer por mereçer o tempo há de dizer, muitos não encontram más morrem tentando.
Qualquer pessoa pode surprender outra por que não tentar né,surpresas as vezes sao interessantes quando não esperamos por ela.
