Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Com A poderia escrever Amor,
Com L poderia escrever ladrão.
Mas Prefiro escrever lindo e Amoroso com o N no coração.
Te quero pra mim,
Oh minha paixão.
Se os teus beijos de mel
Fossem tudo pra mim,
Te juro meu Amor,
Que o Nosso Amor
Nunca teria acabado
assim.
Se eu pudesse escrever uma poesia pra me declarar há você,
Te juro Meu Amor, que eu nunca iria escrever.
Pois inúteis são minhas palavras, se você não consegue perceber
"Ja imaginou quantas pessoas existem no Mundo?
Agora imagina se cada um falasse do Amor de Deus e vivessem os propósitos dele?
Poderiamos fazer da qui o verdadeiro Paraiso"
Vestígios de um amor perdido
As lembranças de um amor perdido são como cicatrizes que nunca cicatrizam por completo. Cada brisa, cada cheiro, cada canto, tudo a remete para aqueles momentos intensos ao lado de seu amado. A saudade é uma constante companheira, e a dor de não mais ter seu abraço, seu beijo e sua companhia é insuportável. A vida segue, mas os vestígios daquele amor permanecem, tatuados em sua alma, como um lembrete eterno de um amor que se foi.
AMOR A DOIS.
Um amor que dure, desejo encontrar,
Um sentimento puro, que nunca se vá.
Em cada amanhecer, um novo olhar,
Para juntos construir, um amor a dois, em par.
Quero um amor recíproco, que cresça a cada dia,
Onde a cumplicidade seja a nossa alegria.
Um companheiro fiel, que me faça sonhar,
E juntos, a vida, a dois, possamos amar.
Cansei de sofrer, de amores que não duram,
Busco um amor verdadeiro, que me acalme e me cure.
Um amor intenso, que a alma me abrace,
E em cada beijo, me faça renascer.
Em teus braços, quero me sentir segura,
Em teu olhar, encontrar a felicidade pura.
Um amor eterno, que a vida eternize,
E em nossos corações, a chama sempre brilhe.
Desejo um amor que resista ao tempo,
Um amor que seja nosso refúgio eterno.
Um amor que me faça completa,
E em teus braços, encontrar a minha meta.
Neste mundo, onde o amor se desgasta,
Busco um amor recíproco e duradouro,
Um amor que me faça feliz,
E que em teus abraços sejam o meu lar,
E minha alma tu saibas calmar.
Onde está você minha mãe?
Onde está o amor?
Não consigo mais sentir as coisas boas da vida da maneira que sentia antes de você partir.
Tento me entregar, tento viver, tento esquecer, mais não consigo.
Quanto tempo faz? Não estou mais contabilizando, pois se for contar dia a dia sua ausência sei que ficarei louco.
Passo os dias disfarçando a dor e a saudade, acordo de manhã, trabalho, volto para casa, vivo minha rotina, mais ainda assim me pego sempre pensando em você.
Não choro para não revelar aos outros, não preocupar os outros, até para não ser interpretado como um fraco, pois você não me fez assim.
Mais quando estou só, como agora, a dor se torna tão grande e forte, que se não fosse seu filho, não aguentaria.
Sei que está me olhando, me guiando onde quer que esteja, acredito que a vida vai mais além disso que passamos aqui na terra.
Existe em mim uma felicidade contrastante, que me empurra, mais ao mesmo tempo ela se transforma nesta saudade que é ruim, mais que por outro lado me faz pensar em você.
Vou viver todo o resto de minha vida aqui na terra nesta situação, felizmente pensando em você e infelizmente sem ter você, mais com a esperança de estar ao seu lado ,uma vez que acredito que o amor é eterno, que redundantemente nunca se acaba.
"O Preço do Amor"
Recebeste em silêncio o calor do meu colo...
Nas noites sem sono, eu vesti tua dor...
Meus braços foram teu primeiro consolo...
E minha vida, teu mapa de amor.
Dei-te o tempo que o mundo não dava...
Fiz do meu peito abrigo e guarida...
Com lágrimas minhas tua febre baixava...
Cada cuidado, uma parte da vida.
Mas eis que o tempo virou o espelho...
E os dias dourados se foram no chão...
Agora cansada, suplico um conselho:
Preciso pagar-te por um coração?
Se não há salário, não há gentileza...
Se não tem valor, não sobra afeto...
Sou só tua mãe — sem mais nobreza,
Na velhice, teu olhar ficou discreto.
Ah, filha querida, onde está tua alma?
Trocastes o amor por um contrato frio?
Esqueceste da fonte, da estrada, da calma,
Do leite ofertado nos dias vazios.
Talvez um dia o mundo te ensine,
Que afeto comprado tem prazo a vencer.
E quem vende o tempo por um “me convine...”
Não sabe o que é realmente viver.
SILENTE AMOR
Se me amas, não grite aos quatros ventos,
o amor não se compraz com o barulho,é irmão gêmio, do silencio.
Vinte sete tons de verde.
Bodas de crisoprásio.
Verde?
Verde é o amor,
verde é minha vida em cor.
É o verde que é claro ou escuro,
vinte sete tons de verde que nos torna maduro.
Maduros na amar,
no sorrir, no caminhar.
No caminhar a passos firmes; me comprazo,
sobre a pedra que a este amor exprime, crisoprásio.
E assim eu sigo a vida num renovo
Ah! se eu pudesse voltar no tempo!...
Que honroso.
Diria novamente aquele sim, caloroso, poder te abraçar
e te beijar, pra começar tudo denovo.
Cícero Marcos
O AMOR DA ROÇA E A SOFRÊNCIA DA PALHOÇA.
Inhô Chico Bento , organizou os pensamentos pra falar com sua rosinha.
Do amor que dói no peito, acabrunhando um sujeito lá no meio da palhoça.
É um amor assim diferente, que só sabe quem sente quando se trabaia na roça.
Dá uma ardência no peito parecendo um assobio.
E pra enxugar a tristeza serve até paia de mio.
O sorriso vai se abrindo quando vê o sol se pô.
E Inhô Chico sai correndo feito fogo no cipó.
Vai vigiá dona rosinha, caminhando
assim quazinha, que nem passo do socó.
Este amor do Inho Chico, mesmo sendo assim bonito,
é uma sofrência que só.
E a gente fica oiando,
quando ele vai se achegando, e divera, dá até dó.
Autor: Cicero Marcos
Mulher.
Flor delicada de tenra beleza,
pequena e frágil de forte grandeza.
Amor que irradia no verso da vida,
ensinando a ser firme na luta renhida.
No sorriso de alma que ao mundo encanta,
Em sua doce calma, o medo se espanta.
Em seu olhar confiante diante da dor,
és a máxima expressão de amor,
de Deus o criador.
Cicero Marcos
As ações do corpo falam mais que as palavras.
A linguagem própria do amor.
Se eu te segurar com mãos trêmulas, num balbuciar de voz embargada,
é o amor dizendo tudo, enquanto eu não falo nada.
Se eu sorrir meio de lado, como quem vergonha sentiu,
é o amor crescendo em mim, me tornando pequeno e vil.
Se gargalhar das anedotas que contares, sabendo que graça faltou,
é o amor dizendo baixinho que meu coração se apaixonou.
Cícero Marcos.
A verdadeira demonstração de amor de um pai é expressa sem palavras, em gestos que se eternizam num carinho.
Autor Cícero Marcos
