Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
A política é fator interferente na educação de uma sociedade, assim como a educação é fator interferente na política.
As leis se ajustam à sociedade e a sociedade se ajusta às leis. Há um enorme equilíbrio entre essas duas partes. Caso não, existe o caos para retomar esse equilíbrio.
O ser humano é incapaz de aprender com os erros dos outros, somente com erros próprios adquire-se experiência em relação ao mundo
Os candidatos à vida política, em minha concepção, deveriam se parecer com lojas, onde devem oferecer o melhor produto ao seu cliente. Creio que você não compre em lojas que passam maior parte do tempo falando nos defeitos de outras lojas ao te mostrar as qualidades dos produtos que vendem.
Baseado nas coisas em que você acredita, seu mundo será maior ou menor, mas sempre diferente de todas as outras pessoas.
O pior cego não é o que vê e não quer enxergar, mas sim aquele que vê, enxerga, não tira suas próprias conclusões sobre o mundo e acredita num mundo paralelo ao seu.
A política atual brasileira pode ser comparada ao futebol, onde as pessoas não querem saber quem está a jogar e sim se o seu time vai ganhar. Pouco importa o jogo, o que interessa é o resultado. E automaticamente se seu time está fora ou não, torcem contra os outros. Muitos brigam e por vezes matam, elevam o tom de voz pra dizer que seu time é melhor que o do outro. A política é um jogo.
A guerra é observável, mas não copiável. As técnicas mudam a cada uma que acontece. E remeter aos acertos passados pode ser fatal e transformar-se em erros.
O porquê da análise:
Experiência é conhecimento. O nível de observação nos ensaios é o que define a sapiência humana. Quanto maior o conhecimento, mais elevada é a capacidade de discernimento. Fato este que contribui para a ampliação daquele.
Os métodos mais enérgicos só são aplicados pelo fato do objeto não responder a quantidade de energia antes desferida.
Para cada lado que eu olho vejo várias pessoas, mas mesmo em meio a multidão me sinto só.
E assim sigo vivendo, acompanhado mas definitivamente sozinho.
E no fim das contas somos completos desconhecidos. Não somos bons, maus, luz ou escuridão. Somos o que precisamos ser quando precisamos ser. E os que julgam nos conhecer, são os que menos conhecem de nós.
No ENEM é tipo assim: "Seguranças, me acompanhem até lá fora, o trajeto pode ser perigoso, preciso que estejam atentos e me protejam, ou estarão demitidos". A gente fica mais protegido que a Rainha da Inglaterra e mais monitorado que os presos das penitenciárias americanas!
Eu ainda vou ultrapassar muita gente que me subestima e duvida da minha capacidade. E quando eu estiver lá na frente, vou olhar para trás só para lembrá-los o quanto eu sou capaz e vê-los "comendo poeira" e então verão que não se deve duvidar da minha força de vontade de ter uma vida de sucesso!
