Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Um psicopata não mata por sentimentos, ele mata por falta de amor, por falta de consciência; pois a vida dele lhe deu as cenouras, e ele fez sua sopa.
A flor é o significado do amor: Delicada, frágil, bela, porém, estraga rápido quando tirada de sua terra.
Eu só queria lhe dizer que te amo, mas meu medo de que você não aceite meu amor como eu pense me impede; mas eu te amo e isso que importa, esse é o sentido da minha vida: O amor.
O meu Deus é o Deus do cosmos. Ele se resume em duas palavras: Sabedoria e Amor; ele é o tudo e ama infinitamente à tudo; ele dança, ele canta, ele entra em sinfonia com a natureza, com a nossa vida.
A religião jamais deve impedir o amor; me pergunto se a religião prega o amor, por quê ele impede sua essência vital?
Me golpeie todos os dias, mas o amor que sinto não sairá nem com duzentas mortes, porque ele é singelo.
Um amor não recíproco não é um amor falho; amor é amor, se tu amas não espere o amor do próximo. Quem ama é feliz, independentemente das circunstâncias do aceitamento, como dizia Platão "Desejar é o agrado da felicidade no amor".
Onde você irá espalhar a sua doçura, o seu amor e sua beleza para eu me apressar em chegar naquele local, naquele tempo, com meus sentimentos; minha alegria em lhe ver supera qualquer coisa.
O amor está me matando por dentro; mas se isso está mesmo me matando, que minha morte seja serena de felicidade, deleitosa como açúcar e apetitosa como um banquete.
As estrelas são a representação em suma do meu amor; enquanto todos que estão na terra olham elas, apenas veem uma parte de sua energia. São gigantes.
O amor deve ser compartilhado ao máximo em livros, poemas, frases, pensamentos, como for, mas deve ser compartilhado.
A beleza do meu amor é limitada à pessoas; pessoas que me odeiam; é triste uma vida sem amor, eu queria sentir o meu prazer de amar novamente.
Viver daquele jeito louco, sem se importar com o mundo, num canto qualquer falando sobre paz, amor e futuro
