Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

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Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Confiar em pessoas erradas, dar amor a pessoas erradas e querer as pessoas erradas, ultimamente é só o que eu tenho feito.

Desejo que haja paz. Principalmente de espírito. Que haja amor e que, esse, esteja presente em cada esquina. Desejo que o vento seja fresco e que desarrume meus cabelos de forma que eu sorria os ajeitando, de maneira desconcertada. Que a chuva venha para lavar a alma, levar embora as tristezas, não levando a saudade - já que ela não é dessas coisas que se pode controlar - mas tornando-a mais amena e menos melancólica. Que haja mais compreensão. Que os sorrisos aconteçam de forma espontânea. Que a felicidade seja multiplicada. Que haja menos mau humor, menos suposições. Que haja mais ação. Menos TPM. Menos ”chove-não-molha”. Que haja mais ”SIM”. Que haja ”NÃO” quando realmente eu quiser dizer não. Mais abraços: apertados. Mais beijos: demorados. Mais mordidas. Mais cafuné. Menos agressões verbais. Mais carinho. Menos disse-me-disse, mais olho-no-olho. Menos puxa-saquismo. Mais sinceridade. Menos hipocrisia. Que haja mais verdade. Mais troca de olhares. Menos timidez. Mais atitude. Menos orgulho. Mais humildade. Mais coragem. Mais pé no chão. Mais coração. Mais amor. Mais paixões. Mais borboletas no estômago. Mais experiências. Mais vida. Mais de mim. Mais de você. Mais das pessoas. MAIS DO MUNDO.

Viver é consumir-se de amor, dialogar, perder-se nos outros. A vida é a interpenetração total das almas e das inteligências.

À sua maneira, ela o amava. Podia não ser um amor do tipo que as outras pessoas entendessem, mas não importava. O que Marilyn e Leo tinham era bom o suficiente para eles.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. O Melhor de Mim. São Paulo: Arqueiro, 2012.

Isso não é amor, isso é vício. Se todo dia você toma um choque na tomada de casa, vai acabar achando que precisa disso pra viver. Mude seu foco!

A educação é mestre de honra à porta da vida apresentando o amor às pessoas.

Por isso mesmo – pelo amor, fé e luz – tenho absoluta certeza que tudo vai dar certo.

Quando o amor acaba por ele mesmo, quando existe incompatibilidade entre as personalidades dos amantes, suas reações à perda não chegam nunca ao desespero trágico dos desfechos produzidos de fora para dentro, do social para o pessoal, do desamor geral contra o amor possível.
Os amantes sabem que só se ama por inteiro, ou então o que estão fazendo não é amor, mas uma associação de interesses mútuos, um negócio. Além disso, quando se ama, não se está pensando em segurança, duração, controle, posse, pois isso corresponde à forma com que o autoritarismo capitalista familiar ou de estado se expressa no plano pessoal e afetivo. Se sou um libertário, desejo que tanto eu quanto o meu parceiro vivamos o amor em liberdade, na emoção, no espaço e no tempo. É o amor em si mesmo que comanda a intensidade, a beleza, a forma e a duração do nosso amor, em cada um e entre os dois, jamais o contrário.

Roberto Freire
Ame e dê vexame

Fé pra mover a vida. Fé pra colorir os dias. Pra enfeitar o ser. Aumentar o amor. Fé pra manter um sorriso no rosto, pra brindar a alegria. Fé pra hoje e pra todos os dias.

"Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta. Antes idiota que infeliz!"

Guardar o amor numa caixinha, subir no banquinho, colocar bem alto no armário, fechar a porta. Mesmo assim, de vez em quando despenca tudo.

Algumas pessoas preferem fugir do amor talvez porque seja mais fácil ir embora e fingir que nada aconteceu, do que ficar e não saber se irá acontecer.

No amor, todas as contradições da vida se dissolvem e desaparecem. Só no amor existe unidade e dualidade sem conflito.

Diálogo com inconsciente.
Olhos castanhos? Cor de mel ?
Não tenho toda certeza...
Mas certeza mesmo tenho, olhos que me encantam, e lhe direi mais, se cor de mel és, justificado então está, o brilho que parecia como ouro em uma noite linda e clara, mas que não foi capaz de os ofuscar.

Devias evitar tais olhos?
Sim, mas não pude reagir, um olhar doce e intenso, olhar que me olhava, e que me fazia enxergar.

Seus efeitos?
não pude resistir, parecia ter algo mais profundo, se cor de mel és, justifica então está, ter me sentido um pouquinho no céu, os olhos combinavam com tudo, cabelos dourados, sorriso encantado, acabei hipnotizado.

Loucura?
Sim, mas se concordar irei, então confessareis, foi melhor não ter razão, era tão meiga quanto uma flor, tão esperta quanto uma criança, parecia que nada entende, parecia saber o que sente.

Pós - reação?
Se cor de mel és, perigo encontrá-los, desviar-vos irei, arranjarei compromisso, compromisso inventarei, pois se os encontro de frente, de novo lhe direis, não pude resistir, não pude reagir, por hora a razão de lado ficou, e de novo hipnotizado fiqueis.

Você é tão maravilhosa que faz um homem preferir o inferno ao invés do céu só para ficar com você.

O que as pessoas chamam de impossíveis, são as coisas que elas ainda não viram.

Eu aceitaria até o inferno por você, mas não por sua solidão e sim por não suportar ficar sem ter você por perto.

Sou humano mas gostaria de ser como uma máquina, que tivesse como desligar a função do sentimento e da decepção.

Que bobagem falar que é nas grandes ocasiões que se conhece os amigos! Nas grandes ocasiões é que não faltam amigos. Principalmente neste Brasil de coração mole e escorrendo. E a compaixão, a piedade, a pena se confundem com amizade. Por isso tenho horror das grandes ocasiões. Prefiro as quartas-feiras.