Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
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Economize o eu te amo quando o que sente não for amor, para que não te falte quando for.
E às vezes o nosso amor é grande demais para passar na porta estreita do coração do outro
O ciumento toma o amor como remédio, mas por ser alérgico sente somente os efeitos colaterais.
Não quero amar pelo resto da vida.
O amor é a melhor parte, sem espaço para restos.
Quem usa o amor como arma e sai atirando para todos os lados.
É culpado pela morte do romantismo.
Ser elegante no amor é saber ouvir aquilo que não lhe agrada e ainda sim, ficar.
Tinha tanto medo da morte que não amava para não correr o risco de morrer de amor.
Tem gente que mesmo roubando o amor-próprio dos outros,
não consegue se sentir amado.
Viver tem duas fitas, uma de vida e outra de morte nas quais o amor faz o seu laço.
Às vezes não é amor, "estar juntos é só uma forma de evitar contato com nós mesmos".
E mesmo sem fazer sentido, o amor tem sempre um sentido.
Pena que o do seu era na direção contrária do meu.
Só pode ser amor, porque já não importa a distância, meu coração pode sentir tua presença.
É mais fácil sorrir quando o coração bate no ritmo musical de um amor verdadeiro.
Com suas amarguras e por não conhecer o amor, seu coração cheirava a terreno baldio.
Amor é quando somos tempestade,
e encontramos no outro a brisa que precisamos, para navegar. Em paz.
Não desacredite no amor, só porque você não acredita mais na pessoa que você ama.
Se um finge de noite quando outro acorda de lua só para não contrariar, é amor.
O amor inerte deixa de ser amor verdadeiro.
Para ser amor verdadeiro é preciso movimento contínuo e crescente.
Não faço colheita das flores por ama-las.
O amor não esta na posse, esta na apreciação.
Sofrer sem amor, é disfarçar o fim com uma vírgula em vez de botar nele o inevitável ponto final.