Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
A qualidade organiza o trabalho, a alta performance amplia os resultados e o Amor pela Excelência conecta tudo isso ao propósito de servir.
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
O amor é sempre uma asa ferida: nasce para o voo, mas traz consigo a queda já inscrita; e ainda assim, é no risco de despencar que a alma encontra a vertigem que a torna maior do que o próprio destino.
O amor maduro não é fusão — é consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se é; percebe fragmentos, projeta o resto, constrói uma versão que nunca é idêntica ao sujeito que supõe conhecer. A transferência, no sentido clínico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguém que também é nosso construto. Permanecer não é ingenuidade — é a escolha de sustentar o vínculo mesmo sob a inevitável distorção perceptiva. Porque o amor não é ser plenamente compreendido: é consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.
O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.
Certa vez, uma pessoa me disse: você nunca amará alguém da mesma forma que amou o seu primeiro amor. Se vocês, de alguma maneira, terminarem juntos para sempre, significa que tiraram a sorte grande na vida. Mas se por um acaso, isso não acontecer, tudo bem. Mas não espere outro amor com a mesma intensidade, paixão e emoção, pois isso não acontecerá. O primeiro amor sempre será o que marcou mais.
“Ter fé não significa aceitar injustiças: a religião ensina amor ao próximo, mas quando o respeito não é mútuo, a distância é um ato de paz, não de rancor.”
"Escolha um homem de coração bom e o trate com ternura, pois a lealdade nasce onde o amor é respeitado.”
“Um amor companheiro cria raízes profundas em mim, envolve meu coração com ternura e, dia após dia, me ajuda a florescer em tudo o que sou e ainda posso ser.”
“Áries é exigente no amor: não vive de banho-maria. Precisa de calor intenso, sentimento em ebulição e coragem pra queimar junto”
Da natureza humana, tenho receio de descobrir que ela desconhece aquilo que o amor divino é capaz de ensinar.
Venha de onde vier, seja homem ou mulher, triste ou sorrindo, seja muito bem-vindo, vem com amor no coração, paz e solução.
O amor mais sincero é aquele em que um simples abraço consegue dizer tudo aquilo que nenhuma palavra seria capaz de explicar.
O amor de um casal é esplêndido e divino! O momento em que as duas almas se encontram e se encaixam nada mais ao seu redor requer atenção! Pois juntos se tornam um só na Imaculada União com Deus!
Paixão é estado momentâneo e o Amor é construído com uma singularidade poderosa e sagrada desse universo em que coexistimos.
“Amor à primeira vista não existe. Amor precisa de tempo e amor precisa de trabalho. E no mínimo você tem que conhecer a outra pessoa.”
O AMOR desconhece o tempo e se reveste de outros sentimentos... saudade (se passado), felicidade (se presente) e esperança (se futuro).
