Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Ser mãe solteira é um ato de coragem e amor incondicional. Eu enfrento desafios diários, mas também experimento uma conexão profunda e única com meus filhos. Sou forte, capaz e amada, não apenas pelos meus filhos, mas por mim mesma. Eu sou um exemplo de resiliência e determinação. Continuarei sendo eu mesma. Não preciso de ninguém para validar minha existência ou minha capacidade de amar.
Um dia, o amor que hoje dói, vai se transformar em uma lembrança de como crescemos juntos, mesmo separados.
Proporcionei conforto, dei meu colo, carinho, amor. Dei um lar para as horas vagas. Desliguei-me do mundo. Construí castelos de areia para agradar. Meus anos foram materializados para doação. Deixei meu mundo e vivi o mundo da matéria. Hoje, procuro resgatar o imaterial.
Que a nossa semana seja inteira. Inteira de amor, de dedicação, de respeito ao próximo, de energias positivas, de sonhos e de tantas outras virtudes. Que o inteiro nos preencha intensamente.
Perdidos estão o vento, o tempo e a vida. Perdidos de amor, de cor, de intensidade. Segure nas asas do tempo, pegue uma carona com a vida e corra na direção do vento para alcançar os sonhos idealizados.
Se preciso de amor? Lógico! O amor está enraizado em mim. Ele vive em aqui dentro e eu sobrevivo dele.
Quando amamos – e o amor é espiritual – a presença quase não se faz necessária, pois os espíritos se reconhecem e se complementam.
O amor é um verbo de acumulação. O ódio, um verbo de subtração. Você é a soma viva do verbo que mais frequentemente conjuga.
O maior risco do amor não é amar e ser trocado. É desmontar-se por amor e, ao ser trocado, descobrir que não se lembra mais do projeto original de si mesmo.
No silêncio dos instantes, o amor revela sua forma mais verdadeira — é na simplicidade que ele se torna infinito.
