Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Engraçado. Hoje, quando acordei, fiquei sabendo que sei menos do que ontem. Pior, ninguém acredita nisso.
O governo brasileiro, através dos impostos, usurpa 149 dias dos trabalhadores durante todo o ano labutado.
Um inexplicável problema da direita é não ver a realidade do povo brasileiro enquanto a esquerda consegue enxergar uma realidade inexistente.
Francamente? No princípio eu não encarava com seriedade uma IA, mas hoje, depois de um longo tempo, descobri que podemos nos divertir com elas. Por exemplo: pergunte quantas possibilidades reais há na frase “eu vejo uma linda moça com os meus binóculos na praia”. É impagável.
Deus, precisava criar um ser imperfeito como Adão para pecar e morrer? E os demais seres do Éden que nunca pecaram e morrem do mesmo jeito?
Nietzsche, no livro “Humano, Demasiado Humano”, incorreu em uma falácia de equívoco ao afirmar que “a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez” porque bem sabemos que na realidade ter péssima memória pode ser uma desvantagem que ocasiona várias vezes um sofrimento com as mesmas coisas ruins como se fosse a primeira vez.
É pura demagogia quando um político fala que os ricos são verdadeiramente responsáveis pela existência dos pobres.
Não, os estudantes não estão na Universidade para se educarem. Eles estão lá para se transformarem, como se fossem tábuas em mobília.
Censura é a consequência de algo feito de forma ilegal ou inapropriada que não é para ser revelado nem descoberto.
As pessoas pensam que estou zangado com Deus. Isto não é verdade. O que eu quero de Deus são respostas que não encontro na Bíblia. Nunca duvido de Deus por um momento sequer; eu sei que estou morto. Eu só quero entendê-Lo melhor, sem essa densa névoa da ignorância que está sempre pairando diante dos meus olhos.
A Constituição Federal brasileira proíbe qualquer tipo de censura, seja ela política, ideológica ou artística. No entanto, os Juízes e Magistrados brasileiros ignoram completamente aquilo que está escrito no Artigo 220.
Em um mundo saturado de redes sociais, onde cada post pode ser uma arma velada, as indiretas se tornaram o refúgio dos covardes emocionais. Mandar indireta para alguém – aquelas frases crípticas, stories enigmáticos ou legendas cheias de subtexto – é uma prática profundamente antiética. Por quê? Porque transforma o conflito pessoal em um espetáculo público, ferindo sem assumir responsabilidade. Se você não está satisfeito em uma relação, seja ela amorosa, amizade ou familiar, o caminho ético é simples: converse abertamente ou saia fora. Ponto final.Imagine uma discussão que poderia ser resolvida com duas palavras: "Vamos conversar?". Em vez disso, opta-se pelo veneno diluído: uma música que "não é sobre ninguém", um meme que "todo mundo entende" ou uma frase que cutuca sem nomear. Isso não é maturidade; é imaturidade travestida de inteligência. A ética das relações humanas exige transparência. Indiretas sem fundamento – aquelas sem provas, sem diálogo prévio – são puro sadismo digital. Elas humilham, isolam e perpetuam ciclos de dor, alimentando uma cultura de toxicidade onde o outro vira alvo sem direito de defesa.Não tolero isso porque vai contra o básico da convivência: respeito mútuo. Se há insatisfação, expresse-a com coragem. Saia da relação se for o caso, mas não deixe um rastro de farpas anônimas. Relacionamentos saudáveis florescem na clareza, não na névoa da passivo-agressividade. Hora de escolher: indireta ou integridade? A escolha revela quem você realmente é.
*Sou um jovem do passado que vive o presente, com a certeza que no futuro o passado vai estar presente.*
(Saul Beleza)
