Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Nossas escolhas não nos fazem maiores ou menores que ninguém... Apenas nos fazem felizes, e ser feliz é o que move!
Temos que aproveitar pra abraçar, beijar, afagar, falar o que sentimos às pessoas que amamos antes que seja tarde. Deixar um pouco de lado o poder, o capitalismo. Somos meros seres humanos, ignorantes, quando trocamos um um abraço verdadeiro por um pedaço de papel, um beijo verdadeiro por uma pilha de tijolos, palavras bonitas por um monte de terra!
Motivos diversos existem para agir, mas necessário juízo das razões para não se ferir.
Escolhas trazem consequências inevitaveis.
Viver feliz é seguir iludido, nesse mundo transiente com tanta gente contrafeita.
Utopia que envenena a alma.
Para o momento, quero apenas o isolamento, escolher meu canto e derramar meu pranto.
Lavar as janelas do meu ser, tirar o embaçado para que eu possa ver.
Ao observar o curso de um rio, podemos compreender a vida, que o tempo é como água que corre para a imensidão, rumo a eternidade.
Não quero me aparecer, mas sair de cena divagando, e nas minhas digressões chegar ao porto destino meu, sigo em busca do meu eu.
Te tanto ler o Facebook perguntar o que estou pensando, me tornei um pensador. Penso na vida e morte, mas também penso no amor.
Vida que esvaece, qual águas de uma nascente, tão carente das fontes celestiais, para perpetuar em suas carreiras rumo ao mar.
Pensar e escrever, em monólogos momentâneos do ser, conversa íntima, lancinante letras que afloram em grafias ocasionais.
O vento que sentimos jamais será o mesmo, assim também o sentimento, como águas de um rio a correr, ou mesmo a chuva que irriga o viver.
