Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

Cerca de 625375 frases e pensamentos: Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

“Os dois sentidos
que eu mais amo são:
— o copo de vinho —
e a sua boca.”

Mais que só existir, é preciso respirar!
Mesmo que os ar esteja pesado.
É necessário respirar fundo
Mesmo que não entre só oxigênio no pulmões.
É necessário respirar fundo e depois colocar para fora tudo o que não faz mal por dentro.
Só assim estaremos com a certeza que estamos vivos.
Engolir a dor é como um câncer que afoga não os pulmões, mas sim o coração.

No complexo paradoxo o ato mais simples resolve o problema.
Ate que o impensável acontece pois a inércia torna se a infame trajetória...


O reflexo das diretivas obscuras se esconde nas virtudes das mansões de gases e a escuridão ganha contraste de um conhecimento perdido.


Nas ruas escuras a bebedeira lhe da por um instante momentâneo a luz calida.
Na vertente do incompreensível ato da gravidade.
O espaço toma o manto escuro os espaços ganham formas diferentes...
_ Anjos do teu algoz se abrange em novas oportunidades...
Volta se a esconder os lapsos de energias...
E essas energias positivas e negativas viajam no continuo do espaço.
A rebeldia das almas das estrelas o abismo do tempo...

Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.

⁠Perguntaram...
Você já amou alguém
mais que tudo?
_Claro,
e continuo me amando

Meus dedos deslizaram por minhas têmporas, cada vez mais firmes, tentando arrancar as vísceras de meus medos e dilacerar meus sentimentos. Ouso afagar meus próprios cabelos enquanto minhas unhas abrem feixes avermelhados sob meu crânio, o vomito do amor acalorado que escoa sob minha mente como lava em um vulcão em erupção.

Os magnas do vulcão, como pequenos pensamentos escapulindo por entre meu suspirar me leva a suar novamente, misturando o almiscarado da minha pele em gotas de horror. O calor do contato, antes revigorante e confortável, agora é uma tragedia inevitável e sufocante.

E no entanto, quanto mais afundo em mim, mais percebo que não há núcleo sólido — apenas camadas e camadas de calor e ruído, como se minha própria existência fosse uma erupção contínua, incapaz de cessar. Meus pensamentos não são mais meus; eles borbulham, espirram, queimam, deixando cicatrizes invisíveis que latejam sob a superfície da pele.

Minhas mãos tremulas e conflitantes, observam o terror sangrento de minha própria epiderme escorrendo sob meu ser, meu interior se misturando com o exterior de maneira selvagem e descontrolada. O carmesim tinta meu anelar e me lembra do compromisso autodestrutivo que possuo comigo mesma. Condenada a se autodestruir em busca de algum alivio, caçando motivos para agir contra mim, em busca de algo único para definir meu ser; mas, procurando definição, somente encontrei a destruição.

Chove lá fora, mas dentro de mim chove mais,
O aroma da terra desperta o que ninguém mais faz.
É teu corpo, teu cheiro, teu calor escondido,
Que vem junto da chuva, silencioso, contido

Dizem que mito nasce do medo,
mas o meu nasceu da esperança:
era mais fácil crer em nós
como lenda eterna
do que aceitar a carne frágil
dos dias que passam.

Guardo comigo


Guardo comigo teu riso suave,
como se fosse brisa que invade
os cantos mais escuros do meu ser,
fazendo florescer o que pensei perdido.


Guardo comigo teus silêncios e segredos,
cada olhar que atravessa minha alma,
como se o tempo parasse
e só existisse o pulsar dos nossos corações.


Guardo contigo a esperança silenciosa
de que cada encontro seja eterno,
de que cada despedida apenas nos ensine
a amar mais, mesmo na ausência.

Cantarei o teu amor


Cantarei o teu amor
como quem descobre
o sol depois da mais longa noite,
como quem encontra no deserto
uma fonte escondida sob
a areia do medo.
Teu nome é primavera em minha boca, é brisa que desperta jardins adormecidos no peito que
já se dizia inverno.


Cantarei o teu amor
como o mar insiste em beijar a areia,
mesmo sabendo que a maré o afastará outra vez.
Teu olhar é farol em minhas tempestades,
é bússola apontando para casa
quando me perco em mim mesmo.
Em teus braços, até o silêncio floresce.


Cantarei o teu amor
enquanto houver céu
para sustentar estrelas
e vento para carregar promessas.
Se a vida for estrada de pedras,
farei de cada passo um verso teu.
Porque amar-te é transformar cicatrizes em asas
e aprender a voar
dentro do impossível.

O aroma do café desperta mais que manhãs,
Desperta lembranças de teus olhos ainda sonolentos,
E cada gota que cai parece sussurrar teu nome
Entre risos tímidos e mãos que se procuram.

Um silêncio



Carrego um silêncio que pesa mais que o barulho do mundo.
Dentro dele, as palavras se empurram, se confundem, se escondem.
É um caos quieto, um incêndio sem fumaça,
onde pensar demais vira cansaço
e sentir demais vira solidão.


Às vezes escrevo não para ser entendido,
mas para não explodir por dentro.
Guardo frases que nunca disse,
confissões que nunca tiveram coragem de sair.
Não é medo de falar —
é o receio de ser lido pela metade.


Talvez um dia alguém leia além das letras, escute o que não foi dito,
entenda o silêncio como idioma.
E fique.
Não para me consertar,
mas para permanecer enquanto eu aprendo a existir em voz alta.

A dona dos meus dias


A dona dos meus dias chega sem aviso, faz do tempo um lugar
mais lento e bonito.
Quando sorri,
o mundo aprende a respirar,
e tudo em mim encontra
um motivo pra ficar.


Ela mora nos detalhes
que ninguém vê:
no silêncio que conforta,
no jeito de entender.
É porto seguro em meio à confusão,
é calma vestida de amor,
batendo no meu coração.


Se um dia eu me perder nas curvas da vida, que seja nos braços dela, minha direção escolhida.
Porque amar assim
não é acaso ou poesia:
é destino escrito
— ela, a dona dos meus dias.

Ser amor é a sua essência mais pura,
como o sol beijando a pele em manhã calma.
Tudo que você entrega de coração aberto faz o mundo e quem ama mais bonito e inteiro.

E mesmo ferido,
Meu coração resiste:


"Do luto nasce um amor
mais profundo.
Pois quem amou de verdade
Entende que amar é viver-
Mesmo em ruínas da Alma."

Esse é meu escudo, minha prisão,
meu erro mais humano:


amar demais
e chamar de
bloqueio emocional.

Lá no fundo eu já sabia


Lá no fundo eu já sabia
que teu silêncio falava mais alto que promessas.
Havia um aviso discreto no teu olhar,
como nuvem fina antes da chuva cair.


Lá no fundo eu já sabia
que teu toque vinha com prazo escondido, feito flor bonita que nasce apressada e já carrega o cansaço da despedida.


Mesmo assim, fiquei.
Plantei esperança onde o chão era raso, fingi não ouvir o estalo do coração rachando devagar por dentro.


Lá no fundo eu já sabia,
mas amar também é isso:
escolher sentir, mesmo atento ao fim, e chamar de verdade aquilo que doeu.

Bom dia!
Com as bênçãos de Deus começa mais uma semana, vamos que vamos s luta continua.🌻
Ery santanna

Eu costumava chamar de saudade. Hoje percebo que era apenas o nome mais fácil para algo que eu ainda não entendia. As pessoas que passaram pela minha vida não ficaram — e talvez nunca fossem feitas para ficar. Foram capítulos breves, lições rápidas, presenças que o tempo levou sem pedir licença.
As lembranças que desapareceram não foram injustas comigo. Só mostraram que aquilo já não me pertencia. E os amigos que se perderam no caminho revelaram uma verdade silenciosa: às vezes, a gente oferece mais do que recebe — e chama isso de amizade.
Dói admitir, mas existe um momento em que o vazio não é abandono. É início. Quando ninguém sobra ao nosso lado, sobra a chance de olhar para nós mesmos.
Então eu entendi: não era saudade. Era crescimento. Era a vida empurrando o que não fazia sentido.
E, no fim, fica uma descoberta simples e forte: algumas partidas não deixam falta — deixam espaço para a gente se reconstruir.

À Viviane

Ser uma alma livre era o que ela queria.
Abraçava os mais diversos hobbies, sempre em busca de sentir um pouco dessa liberdade.

Desenhava como ninguém, lindos pássaros que quase podíamos ouvir cantar.
Patinava para sentir o vento em seus cabelos delicadamente pintados de ruivo, pela sensação de voar.

Escrevia belos artigos sobre suas observações da natureza.
Paixão que transformou também em profissão, pois a Biologia era algo que estudava com afinco.

Consigo imaginá-la caminhando pela mata com suas botinas e sua câmera, atenta aos sons da natureza, como uma raposa curiosa caçando memórias.

À noite, a caça era por um empolgante show de rock. Então seu look explorador dava lugar a algo mais ousado: jaqueta de couro preta, saia e meia-calça.

Talvez agora essa alma livre tenha finalmente encontrado a liberdade que sempre buscou nos ventos, nas matas e nas canções da natureza.

E assim seguimos guardando suas memórias nos lugares onde a natureza e a liberdade ainda cantam.

Descanse em paz, alma livre.