Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Sua vontade move o seu mundo. Ele pode ter a aparência
que você quiser estampar. A forma de enfrentar a vida,
Sempre dependeu de você, e sempre dependerá.
Conhecimento é alimento,
sem ele ficamos fracos, desnutridos,
incapazes, feios, desfigurados!
Adoece quem não busca conhecimento.
Sol e Lua: Um Amor à Distância
Ele nasce no horizonte, ela brilha no céu,
Dois corações distantes, mas unidos por um véu.
O Sol aquece os dias com seu abraço ardente,
A Lua sussurra promessas em silêncio envolvente.
Ele deseja tocá-la, sentir seu calor,
Ela sonha envolvê-lo em seu brilho de amor.
Mas o destino traçou um caminho a seguir,
Entre a noite e o dia, sempre a se dividir.
Mesmo distantes, nunca estão sós,
Se encontram no crepúsculo, num tom de nós.
E quando a saudade aperta, o céu testemunha,
Que o amor verdadeiro nem o tempo enfraquece, nem a distância arruína.
A última palavra é da mulher...
O homem pode resmungar
O quanto ele quiser,
Mas no final das contas a última
Voz sempre é da mulher!
(Autor: Edvan Pereira)
"O Poeta"
O coração do Rei dos Judeus
Ele era destemido, e leal
Sua couraça era de justiça
Seu patrimônio era o amor
O seu coração era humilde
Seu firmamento era a verdade
Em suas mãos estavam a graça e a misericórdia, assim como a justiça
Seu entendimento era do alto
O seu conhecimento era de Deus
Seu olhar era doce e firme
Sua compaixão era amável
Ele era e é o Rei Jesus
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Deus meu Rei Jesus é quem me fortalece.
Pela manhã é o meu Senhor que me chama, ele me diz o que fazer através de sua palavra em meu coração.
É assim que o nosso Rei Jesus Forte, renova os que o seguem, ele é justo.
O nosso Rei Jesus é forte e definitivamente eterno, ele é o primeiro e o último.
Ele é o Deus que renova as forças de seus Reis, pois ele é Rei dos Reis.
Nele não há incertezas ou insegurança alguma.
Pode se confiar no seu Reinado, pois ele é Deus e ele é humano.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O favor e benevolência do Rei.
É ele que providência as vestes e trajes elegantes para seus convidados.
Ele é um Rei sábio e audaz.
Ele é um Rei de caráter sólido.
O meu Senhor Jesus Cristo é excelente em servir bem, mesmo sendo Rei de tamanha envergadura, pois ele não é covarde, se escondendo atrás de seu título.
Ele é o Leão da Tribo de Judá, cheio de coragem e entendimento.
Ele dá o favor a quem ele quer, não por merecimento ou desmerecimento, se não, não seria favor ou benevolência, e sim uma paga, pois na verdade ele o faz por temor e também por verdadeira amizade ao Deus Pai.
O favor do Rei é a coisa mais preciosa desta terra.
O favor do Rei Jesus é a própria obra do espírito santo em qualquer vida humana.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O Mestre Jesus nos ensina coisas através de sua maestria em ensinar.
Ele atrai a quem quer ser atraído pois suas parábolas são convidativas e profundas ..
Ele ensina a ser calmo, ele o Rei ensina a andar conforme a mansidão e prudência.
Uma coisa que Jesus nos ensina é que aira passa a alegria vem se o calar e a distração com outras coisas acontecerem...
Caso não aplaque a sua ira no peito é certo a derrota pela boca...quando se fala pela ignorância é o ego que se infla que clama as coisas ruins como boa.
Jesus o verdadeiro diz, que é o que sai da boca que contamina o homem.
Então é bom calar em dificuldades, para ver dias melhores.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Ele o Rei era como um de nós.
Ninguém o reputava como o grande em sua caminhada aqui na terra...
Ele era como um simples cidadão, ele era humilde, filho do homem...
Ele também sentia as dores humanas que sentimos, eu ainda não vi um Deus assim, tão pequeno e grande...
Eu ainda não vi um Deus assim, tão perto e tão longe em quesito amor...
Porque ele ama de um modo que ninguém ainda chegou a amar...
Mais ele era humilde m dizer que faríamos coisas maiores....
Ele era humilde ele era um de nós...
Ele é e sempre será nosso Rei, nosso Mestre e nosso maior exemplo de humanidade significativa, já vista pelos homens, ele era simples e também divino, a ponto de nos trazer o amor...
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O BATOM
Quero arrancar o batom da tua boca e com ele sujar meu rosto, meus lábios e meu pescoço. Quero me lambuzar de vermelho e ocre, quero me gastar com amor, me inutilizar de paixão.
E quero que essa seja a noite de nossas vidas.
Com Chaves ele abre as portas do céu.
No céu ele também alegra agora.
E agora o que será da Vila?
Ficará triste. Só restou o humilde baril.
Seja aqui. Seja lá. Seja aonde for.
Haverá sempre Chaves abrindo sorrisos de lembranças.
O resultado de uma ação qualquer será sempre real
e produtivo, desde que ele esteja dentro da estatística
da bondade.
Ele permanece à beira do limiar, o vento frio da estação tocando seu rosto enquanto o trem repousa por um momento. A porta aberta à sua frente é um convite silencioso, mas a decisão pesa como um fardo nos ombros. De dentro do vagão, ele observa o caos organizado da estação. Pessoas correm de um lado para o outro, cada uma com seus próprios destinos, carregando sonhos, dores e despedidas. A estação é imensa, cheia de vida, cores que se misturam em um psicodélico turbilhão de emoções, refletindo o turbilhão dentro dele.
É como se o mundo inteiro estivesse em movimento, exceto ele.
Ali, parado no limiar, com os pés ainda dentro do trem, ele sente a hesitação apertar seu peito. O próximo passo não é apenas uma escolha física — é uma decisão que ecoa na alma. Há tanto peso no ato simples de sair do vagão, como se estivesse deixando para trás uma parte de si, uma vida que já não faz sentido continuar. Cada rosto que passa por ele é uma lembrança do passado que tenta se afastar. Há dor, sim, mas também há uma promessa de algo novo do outro lado. Só que para dar esse passo, ele precisa deixar algo para trás, algo que talvez nunca mais volte a ser.
E então ele percebe: a verdadeira viagem não é sobre o destino. É sobre as paradas, os momentos em que decidimos se seguimos em frente ou se ficamos.
A estação pulsa à sua frente, vibrante e viva, mas a escolha é dele. Ficar no trem, confortável no familiar, ou descer, enfrentar o desconhecido e descobrir o que a vida reserva do outro lado?
No fundo, ele sabe que o trem não esperará para sempre.
O amor depois que plantado em nosso coração, ele jamais é esquecido, quando é verdadeiro, mesmo quando somos ofendidas e prejudicadas profundamente...
Pela grande misericórdia do meu Deus, hoje meu coração consegue perdoar...
E desejo a todos muito amor, saúde e anos de vida
João e Maria
— Joana me diga, e Maria?
Que fará?
João se foi, coitadinha.
Onde será que ele está?
— Silêncio, menina atrevida.
Quem te mandou falar?
E se quem vem vindo é Maria?
Não deixe te escutar.
— Pois Joana, me conte baixinho.
Que ela não nos ouvirá.
E me diga se é ela que vem vem vindo
Aquele vulto que se assoma por lá.
— Menina atrevida me poupe, vai me deixar descansar
Se te digo o que sei de Maria?
— Tenha certeza Joana querida.
Certeza que não vou apurrinhar.
— Escute, escute.
Maria, Maria.
Casou com o safado,
Contra a família.
Tinha adoidado,
Como você bem disse, a coitadinha.
— Pois então, não há aí algo que já não sei?
— Escute, escute.
Menina atrevida.
Me deixe terminar.
João, safado já era casado.
E Maria deixou-se enlaçar
— Ela sabia?
— Sabia
— Não diga.
— Já disse, sabia.
— Não sabia?
— Me deixe continuar.
Escute, escute.
Menina burrinha.
Maria é que vem vindo
Deu de voltar
João deu de fugido
Já era fingido
Deixou esposa e outra pra trás.
— Outra?
— Maria!
— Maria?
— Outra!
— Outra!
— Menina, tu é burra? Se cuida.
Que acabo de me emburrar.
Escute, escute, rapidamente.
Que Maria vem longe,
Mas logo vai chegar.
Maria traída, se juntou com a que traía
Pra tentar encontrar o fugido.
— E acharam?
— Não sei.
— Como não?
— Eu não estava lá.
— E como sabes tanto!
— É que…
— Não conte que estou aqui Joana maldita,
Não conte que me escondo cá.
— João cala a boca…!
(Toc toc) (abre porta)
— MARIA!??
— Oi Joana, oi menina. Que estão a cochichar?
Venho de longe, procurando um bode
Que fugiu do rebanho.
Um bode que eu vou castrar.
— Maria, não diga, que isso, menina.
Maria te digo bode nenhum veio aqui parar.
Né menina atrevida?
— Te digo Maria, não vi bode.
Vi cabelera farta.
Vi bigode.
Vi um safado de voz forte.
Um safado escondido cá
Que nesta ultima noite
de Outono, Deus te guarde.
Que ele te proteja de todo mal.
Que leve embora as incertezas
e fortaleça a sua fé.
Que te faça descansar
com esperança para a próxima estação
que vai chegar.
Foi logo da primeira vez, que eu te beijei. Do sentido ele passou então, foi pra memória.
Na verdade depois de uns três, me acostumei. tudo isso foi uma rotina, uma história.
Essa história se modificou
Pensando eu que isso era amor
Num atrito e outro, vem! voltar.
O meu corpo em outro, não tocar!
Teve dias que mudei de cor
Depois disso você só me usou
Esse atrito louco, revoltar!
Na hora de dormir recordar!
Hoje em dia vivo aquela dor
Depois disso você só me usou.
Olha-te no espelho porque ele te ajuda a enxergar como os outros estão vendo à ti; Assim, é você quem escolhe como quer ser visto…
Ney P. Batista
Sep/30/2021
“Alimenta a vaidade de um homem e ele te dirá que és seu amigo. Corrija-o e saberás se é verdade o que ele diz”
Ney P. Batista
Ago/30/2018
“O homem, animal racional, começa a ser sábio quando entende que sem serenidade ele é apenas um animal”
Ney P. Batista
Aug/04/2021
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