Poema Nao Ame sem Amar
O orgulho é uma ignorância não resolvida, uma barreira invisível que te impede de evoluir. Ele cria limitações na sua mente, tornando-se um obstáculo para o aprendizado, fechando portas para novas experiências e visões. Com o tempo, o orgulho afasta as pessoas ao seu redor, afastando aqueles que poderiam te ensinar algo valioso. Ao fim, ele te deixa sozinho, aprisionado em uma prisão de vaidade e autossuficiência, onde a verdadeira sabedoria permanece distante.
Já a humildade é um caminho aberto para evoluir. Ela sabe que até um insulto pode ser uma lição, pois a humildade entende que a crítica, quando bem observada, pode nos mostrar algo que precisamos mudar. A humildade não se ofende facilmente, mas usa as adversidades como uma oportunidade para aprender e evoluir. Ela atrai pessoas de coração puro, aquelas que, como ela, reconhecem que o valor de um ser humano não está na aparência, nem no ego, mas na sua capacidade de compartilhar e acolher. E, ao contrário do orgulho, a humildade nos enriquece de afetos sinceros, criando laços verdadeiros e duradouros em todos os lugares por onde passamos. Em vez de nos isolar, ela nos conecta, nos torna mais humanos e mais completos.
Não se esqueça que em um percurso de cura, cada pôr do sol é uma medalha silenciosa de vitória e cada amanhecer, um presente que renova a esperança.
Rozilda Euzebio Costa
Às vezes, o amor não chega fazendo promessas.
Ele chega trazendo paz.
Daquelas que fazem o coração entender, bem devagar, que encontrou um lugar onde pode ser inteiro.
Um amor bonito não pede que alguém esconda partes de si para permanecer.
Ele acolhe as diferenças, respeita os silêncios, espera o tempo do outro e segue caminhando sem transformar o afeto em disputa.
Há dias em que um segura a mão.
Em outros, apenas permanece por perto.
E, curiosamente, isso basta.
Porque quando dois corações escolhem caminhar na mesma direção, o caminho deixa de ser sobre quem vai na frente.
Passa a ser sobre nunca deixar o outro caminhar sozinho.
– Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Para que chorar,
se as lágrimas secam?
A taça de vinho
não me aquece mais.
Meu pai canta desafinado,
no entanto, ele canta para ser feliz.
"Poxa!"
Mesmo sabendo que você faria de tudo pra fazer ela feliz.
Ela Não te dá uma chance, mas faz questão que você a veja.
Mesmo sabendo como você é apaixonado por ela.
... a verdade não importa se seu poder posicional não importa...
...a sua verdade importa tanto.. quanto teu poder hieráquico importa...
...não seja tolo...a verdade so importará.. quando exposta ao escrutinio
público.. pois so assim ganha força de destruir máscaras...
Há amor, há desamor...
há alegria, há dor,
há luz, há escuridão,
você não sabe como anda meu coração.
Há paz ou há guerra
o que minha vida encerra?
Há medo ou há coragem,
enquanto sigo viagem?
Do que fui, do que sou,
do que serei...
somente, a verdade, eu saberei...
você que me olha de fora...
está por fora... ah! como está por fora.
Pode tentar adivinhar
o que estou a digitar
são verdades... são mentiras?
Meu coração está inteiro
ou está em tiras?
Já disse Pessoa
"o poeta é um fingidor".
Nas minhas linhas
há verdadeiramente dor?
O que escrevo são verdades,
são mentiras?
Seus olhos azuis...
de um azul profundo do céu, do ar, do mar
neles navego segura
e não me importo de naufragar...
em seus braços
cada apertado abraço
mais leve me faz ficar...
no seu corpo meu corpo porto seguro a encontrar...
e a vida de leve levar
no mesmo caminho seus olhos azuis
pra sempre vão me guiar...
por que me faltam palavras
quando alto quero gritar?
Sussurro: te amo, te amo, te amo...
vou com este amor pra onde ele quiser me levar...
De desculpa em desculpa
descubro que estou certa.
Culpado! Não sei muito sobre ser culpado...
desconheço o significado.
Não conheço sequer sinônimos distanciados.
Em desculpar, ao contrário, conheço os milhares de sentimentos que envolvem cada momento.
Meu vocabulário é imenso.
Não preciso sequer pensar um momento.
Desculpo no momento em que os olhos do culpado pousam em mim.
Desculpo... sempre desculpo, sim!
Deserto.
Multidão.
Solidão...
Falta tu por perto.
Saudades.
Passado que não passou.
Não saber onde tu estás.
Tu não saber como estou.
Silêncio.
Ausência de ti.
Saudades que me mata devagarinho...
meu balão de oxigênio... falta tu aqui.
Em silêncio você sofre toda a dor de quem não consegue aceitar.
Seus olhos dizem coisas que você se nega a falar.
A sua voz embargada não consegue disfarçar.
E eu... eu sou obrigada a disfarçar,
em silêncio ficar,
pra não denunciar esse amor que a todo custo você tenta negar.
Você ainda não entendeu que é meu?
Você ainda não aprendeu a maior lição da vida,
continua perdido.
Não aprendeu a arte de perder..
se perde... quer guardar tudinho.
Perca, perca devagarinho
cada dia um pouquinho,
fique só com o que sobra,
e do que sobra... amanhã perca mais um pouquinho.
Devagarinho, devagarinho
quando você se dá conta perdeu tudinho.
Ficou sozinho... errante pelo caminho.
Tudo bem....perder tudo não é nada sério...
que não se leva nada da vida não é nenhum mistério...
e pra onde se vai... se vai mesmo sozinho.
Volte pra casa,
junte os pedaços,
de tudo o que sobrou...
do que o tempo não levou.
Eu compro cola
que não descola
faço tudo certinho
como aprendi na escola.
Volte pra casa
enquanto tua imagem
ainda está forte dentro de mim...
Volte...
volte antes de anoitecer,
volte antes que as lembranças enfraqueçam
volte antes de eu me perder...e te perder.
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." (Desconhecido).
Ou o contrário...
Verdade. Então, você ouve a música? Ou você está do lado dos que consideram insanos os que a ouvem? Sim, porque é uma coisa ou outra. Você não pode estar no vácuo do injulgável. Não, não me venha dizer que você não julga. Todo mundo julga, bem ou mal, mas julga.
"Ah!... você pode dizer... sou do tipo que não tá nem aí". Tubo bem, então você não passa de um vegetal. Não precisa nem ler este texto e nenhum outro... continue sua vida em brancas nuvens... até o fim.
E aproveita,,, aproveita bem essa vida vegetativa, porque, queira você ou não, esteja ligando ou não... você está ligado. Não, não há jeito de desligar, sorry.
Ou você está escutando ou não está. E uma hora ou outra, você vai dançar... ou não :(
O silêncio, às vezes, soa assustador pra mim...
Como escutá-lo?
Como interpretá-lo?
É um não ou é um sim?
Sim, sim... eu sei o valor do silêncio.
Pra que errar se se pode evitar?
Pra que falar se se pode calar?
Pra que magoar se se pode resguardar?
O silêncio... estratégia inteligente
de muita.... muita gente.
Não insista,
não siga pelo caminho
em que nada encontrou...
construa outro
nem que nele você esteja sozinho.
A felicidade existe sim
vai por mim...
se você ainda não a encontrou
é porque o caminho errado tomou.
Mude a direção
vá contra o vento,
contra a maré...
ande pra frente,
ande de ré...
Não insista...
mude outra vez
e se a felicidade
você não encontrar...
não custa nada recomeçar...
again... and again... and again :)
Domingo... faxinei!
Joguei fora papéis velhos,
lembranças que não servem pra mais nada...
Matei as formigas.
Diminuí as tristezas (altas demais, estavam acordando os vizinhos).
Acabei com tudo o que subtrai...
só pra começar a semana alegre...
Então, uma semana alegre pra você também:
A solidão não me assusta
porque penso...
E é no silêncio que penso melhor.
Mesmo em uma solidão imensa,
um mundo deserto
estou bem acompanhada
meus pensamentos... minha morada.
A minha solidão nunca é só
meus pensamentos... sua morada.
Viu? É por isso que a solidão não me assusta.
Tristeza é a época mais difícil do ano.
Na primavera, não permite sentir o perfume das flores.
No verão, faz estremecer o coração.
No outono, deixa um gosto de desgosto na boca.
No, inverno, me deixa tão cansada,
é tanta neve na estrada,
mal consigo esperar a próxima estação
pra tirar dos pés as meias,
pra neve sumir e descongelar meu coração,
que, descongelado, consegue estremecer
e fazer o sangue correr pelas veias.
De estação em estação vou tentando
um pouquinho de tristeza abandonando...
Um dia eu pego o trem certo
e você nunca mais vai sair de perto.
