Poema Nao Ame sem Amar

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Pássaros a cantar,
variações
de uma vida bela,
veloz,
certeira,
formada
ou não intencional;
Flor!
É com lágrimas
nos olhos
e aperto no coração
que me despeço
de ti,
tô tão disperso
sem esforço
por as vezes
me lembrar
que de você
esqueci.

Antônia,
por que fostes
se perder?
Eu que não dependo
de ti
mas infeliz
á bons
e indiferentes olhos;
Me chama,
me ama,
me perturba,
com ou sem torpor
da ganância típica
de um jovem sonhador.

Esforca-te
até o teu limite,
não basta tentar,
sei que tu
és forte
e ainda estás
por atingir
o ímpeto vital;
Depois...
Bem, depois
continue sendo você,
siga avante
com calma
de guerreiro
e coração
de gigante.

Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.⁠

⁠Quero
que não
me definas,
nem tente
me decifrar;
Venho de uma longa jornada
pela imensidão
de dispor-se
a aprender
e anda comigo agora
a dor
e a renúncia
de não mais
por tudo
á perder;
Quando inaudível
minha voz:
Ainda clama
para o dia
logo amanhecer.

Serena,
que noite⁠
é essa?
Velho,
não sou
de andar enculcado
mas olhe, "vice",
sabe-se lá
de onde vem
e por que vem?
Ao meu "coração maltrapilho":
Fiz da poesia
minha arte;
Olhos nas estrelas
e coração em Marte.

Vacilação

Vacilar é gesto displicente
Para certos casos não há perdão
É um risco e perigo iminente
Em qualquer situação

⁠Somente Deus é o nosso socorro.
Ele tudo sabe, tudo conduz.
O seu Espirito é guarda que não dorme.
No Senhor estamos seguros,
Noite e Dia.

Creia. Deus é Fiel.

⁠A saudade muito me maltrata
Daquela mulher q' tanto amei
Não sei por que aquela ingrata
Me deixou se só amor eu lhe dei.

Um bom amigo é valioso
Sempre está de prontidão
Não deixa o tempo ocioso
Quando o tema é coração.⁠

As adversidades da minha vida
Quase não deu pra suportar
Mas foi curando as feridas
Que que vi um novo sol brilhar.

⁠Poesia

Tenho um cantinho no meu coração
Que não divido com mais ninguém
Ele está ornamentado de paixão
São amores que levarei para o além

A glória não é riqueza,
nem ouro que o tempo leva,
é ter na alma a certeza
de que o sonho nunca neva

"Vence o sonhador
que não desiste
pois o sonho
é a força que persiste"

O medo me fez desistir.
O arrependimento me abraçou.
Não dei um passo rumo ao novo;
meu coração dançou com a frustração.

Mas você não consegue ver o seu sangue.
Não é nada além de sentimentos
Que este velho cão despertou.
​Tem chovido desde que você me deixou,
Agora estou me afogando no dilúvio.
Sabe, eu sempre fui um lutador,
Mas sem você, eu desisto.
​E eu te amarei, querida, sempre,
*E eu estarei lá, para sempre e mais um dia, sempre.
Estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar,
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem.
Sei que quando eu morrer, você estará em minha mente,
*E eu te amarei, sempre. *
​Se você me dissesse para morrer por você, eu morreria.
Dê uma olhada no meu rosto,
Não há preço que eu não pague.

Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
​O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
​Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
​Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
​Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.

Juro que não vou mais chorar,
Embora a dor ainda seja um mar.
Guardo o que foi no peito apertado,
Um amor lindo, hoje, passado.
​Teu nome é um espinho a ferir,
No silêncio que escolhi para seguir.
Mas cada lágrima que agora seco,
É um adeus que à saudade ofereço.
​O palco da vida precisa de sol,
Não desta peça fria, sem farol.
Juro, de novo, que não vou mais ceder,
Vou aprender a ser, sem você.

O galo não é despertador, é poesia,
Cantando o início de mais um lindo dia.
E o cheiro... ah, o cheiro! Café em brasa,
Se misturando ao perfume que mora na casa.
​O bolo de milho, de receita guardada,
Era a ponte doce da vida adoçada.
Mas nada, nada superava o calor
Do abraço da Vó, feito de puro amor.
​No colo macio, o tempo parava,
Tudo de ruim ali se apagava.
Saudade que pulsa, lembrança que fica,
Daquele tempo onde a vida era rica.

Ó meu ex-amor, a sombra que já não me alcança,
Hoje a brisa que sopra é de um novo amanhã.
Houve dor, sim, mas nela encontrei a esperança,
A força que brotou de uma antiga manhã vã.
​Fui teu espelho quebrado, tua voz que silenciou,
Mas a poeira baixou, e a vista ficou clara.
Obrigado por ter me transformado, o que restou
Não é mágoa, é a coragem que em mim se declarou.
​Nesta pessoa que eu sou agora, não há vestígio
Daquelas amarras que um dia me prenderam.
O medo se foi, e cada antigo vestígio
De um tempo de trevas, meus olhos já não viram.
​Fui casulo em choro, hoje borboleta em voo,
Cruzando horizontes que jamais sonhei tocar.
A tua ausência, enfim, foi o vento que me impulsionou,
E o passado distante não mais me pode assombrar.
​Que a vida te siga e que o teu caminho seja,
Eu sigo o meu, com um brilho que só se acendeu.
Agradeço a lição que o teu adeus me legou e teja
A paz em meu peito, um amor que me renasceu.