Poema Nao Ame sem Amar
CEO que sustenta crescimento com marketing excessivo e mascara a realidade Não constrói Valor, constrói Ilusão.
Quando a Aparência substitui Competência e Gestão, o Desequilíbrio deixa de ser Risco e vira Consequência.
Saudade da gente
Eu estou com saudades da gente.
Não de um lugar,
nem de um momento específico.
Estou com saudade daquilo que acontece quando estamos juntos.
Das conversas que começam sem intenção e,
quando percebemos, já tomaram conta do tempo.
Das risadas inesperadas
e daquele jeito que só nós entendemos.
Tenho saudade de nós
até quando ainda estamos aqui,
imagina!
Porque existe uma diferença
entre estar perto de alguém
e estar verdadeiramente junto.
Amo nossa sintonia,
nossa cumplicidade,
A versão de nós
que aparece quando esquecemos o resto do mundo.
É uma saudade que pede presença.
Não é aquela saudade de voltar ao passado.
É a que quer simplesmente
mais um pouco daquilo
que é nosso.
Eu estou com saudades da gente...
Daquilo que somos
quando somos nós dois.
Se não for em Jesus não espero conseguir vencer o mal, pois não tenho forças nem sabedoria para o fazer;
Não me chame de bom, isso seria um elogio falso a minha natureza, eu sou apenas um tão miserável pecador, a quem Deus em sua graça alcançou;
Tu não conseguirias contar a multidão dos meus erros, por isso é que só em nome de Jesus entrarei em seu Reino.
e não sobrou nada, eu não sou nada, você não é nada, nós não somos nada, acabou tudo, tudo, estamos perdidos.
Não tem nada, não tem ninguém. Acabou, para todo mundo, todo mundo irá morrer sozinho, e eu estou sozinho. Não tem mais nada que possamos fazer.
Se um dia isso acontecer não esqueça de aplicar essa frase.
Quando o passado te ligar, não atenda, ele não tem nada novo para te dizer!🤤
E se eu soltar o que não é meu?
Será que eu caio… ou aprendo a voar?
E se eu escutar o que eu sinto?
Será que eu começo a me encontrar?
Não é negar de onde eu vim,
nem apagar o que ficou.
É só parar… olhar pra dentro,
e ver o que ainda não começou.
Tem sonhos que não nascem prontos.
Eles vão ganhando forma aos poucos,
no tempo certo,
entre silêncios, tentativas e espera.
E quando finalmente florescem,
o que mais importa não é o que se vê…
é quem está por perto pra sentir junto.
Porque existem momentos
que não pedem plateia,
pedem presença.
Não pelo espetáculo,
mas pela história que existe ali.
No fim,
não é sobre o lugar,
nem sobre o momento em si.
É sobre dividir o instante
com quem, de alguma forma,
também faz parte dele.
Às vezes, o que a gente mais espera não é o momento em si…
é o significado que ele carrega.
Tem coisas que não são sobre pressa, nem sobre quem chega primeiro.
São sobre sentir, viver por inteiro, dar valor ao caminho até ali.
Porque existem instantes que, pra muita gente, podem parecer simples —
mas pra quem viveu cada etapa, representam a realização de um sonho.
E quando esse instante passa de um jeito diferente do que o coração imaginou,
fica uma sensação difícil de explicar…
Não de perda,
mas de algo que tinha um significado único.
No fim, a vida ensina:
nem sempre a gente controla o “quando” ou o “como”,
mas o que sentimos… sempre revela o que realmente importa.
Às vezes, o mais importante não é o momento em si,
mas o significado que ele carrega.
Há experiências que não dizem respeito à pressa
nem a quem chega primeiro,
mas à capacidade de sentir, de estar presente
e de reconhecer o valor do caminho percorrido.
Alguns instantes podem parecer simples à primeira vista,
mas, para quem viveu cada etapa,
eles representam a concretização de algo muito maior.
E quando esses momentos acontecem de forma diferente do que se imaginava,
surge uma sensação sutil, difícil de traduzir —
não exatamente de perda,
mas de algo que tinha um significado único.
No fim, a vida revela que nem sempre controlamos o “quando” ou o “como”,
mas aquilo que sentimos
sempre aponta para o que realmente importa.
E talvez, em silêncio,
aprendamos a aceitar
que nem todo sonho acontece
exatamente como foi sonhado...
A Páscoa nos lembra que tudo tem um tempo e um significado.
Às vezes, o mais importante não é o momento em si,
mas o significado que ele carrega.
Há experiências que não dizem respeito à pressa
nem a quem chega primeiro,
mas à capacidade de sentir, de estar presente
e de reconhecer o valor do caminho percorrido.
Alguns instantes podem parecer simples à primeira vista,
mas, para quem viveu cada etapa,
eles representam a concretização de algo muito maior.
E talvez por isso, quando as expectativas são grandes,
a decepção também encontra espaço —
não como perda,
mas como reflexo do quanto aquilo tinha valor.
E quando esses momentos acontecem de forma diferente do que se imaginava,
surge uma sensação sutil, difícil de traduzir,
de algo que carregava um significado único.
No fim, a vida mostra que nem sempre controlamos o “quando” ou o “como”,
mas sempre podemos escolher seguir, mesmo frustrados.
Porque, no fim,
o que permanece
é a gratidão pelo caminho
e o amor por tudo que realmente importa.
Tem sentimentos que a gente não consegue guardar.
Eles não fazem barulho,
mas também não passam despercebidos.
Ficam ali, apertando devagar,
pedindo espaço, pedindo saída.
Às vezes, não é sobre o que aconteceu,
mas sobre o que aquilo significava pra gente.
Sobre expectativas silenciosas,
momentos que a gente imaginou viver de um jeito…
e vieram de outro.
E quando isso acontece,
a gente entende que não dá pra fingir que não sentiu.
Porque colocar pra fora não é fraqueza —
é respeito com o que existe dentro.
E no meio disso tudo, a vida ensina:
seguir, mesmo frustrado,
sem perder a capacidade de sentir,
de valorizar,
e principalmente… de continuar com gratidão e amor.
**O Momento que Não Foi**
Guardei em silêncio
um instante que ainda não existia,
mas já tinha forma dentro de mim.
Não era pressa,
nem era urgência —
era cuidado com o sentir.
Eu sabia exatamente
como seria o primeiro toque,
o primeiro olhar,
o primeiro respirar daquele espaço.
Mas o tempo…
ah, o tempo não pediu licença.
Quando eu cheguei,
o momento já tinha passado por ali,
já tinha sido vivido,
já não era mais começo.
E o mais estranho é que, por fora,
nada faltava.
Mas por dentro,
ficou um vazio manso,
daqueles que não gritam,
só permanecem.
Não é sobre quem esteve,
nunca foi.
É sobre o significado
que morava ali antes de tudo.
Sobre o que eu esperei sentir
e não coube mais naquele instante.
Ainda assim, eu sigo.
Com o que restou,
com o que é,
com o que ficou em mim.
Porque nem todo começo
a gente consegue viver…
mas todo sentimento verdadeiro
a gente aprende a carregar.
Responsabilidade Radical
Enquanto você culpa, você não muda.
Culpar o passado, as pessoas, as circunstâncias podem até fazer sentido — mas não resolve.
Porque tudo o que está fora de você foge do seu controle.
Responsabilidade radical não é assumir culpa por tudo. É assumir poder sobre o que você pode
fazer a partir de agora.
E isso muda completamente o jogo.
Ação do dia:
Hoje, diante de um problema, pergunte: “O que está sob meu controle aqui?”
A Identidade em Construção
Você não precisa ter tudo definido.
Identidade não é algo fixo — é algo em construção. E, durante esse processo, é normal experimentar, ajustar, mudar.
O erro é querer uma versão final antes de viver o processo. Você não está perdido. Está em formação.
Ação do dia:
Permita-se hoje testar algo novo, sem a pressão de “ser definitivo”.
Raízes e Sussurros
Gritarei para o mundo,
não com fúria, mas com fogo.
Porque existir, em mim, não é acaso.
É eco.
É raiz que pulsa sob a terra,
folha que se recusa a cair calada.
Carrego em mim
a dor dos que não falam,
a esperança das sementes,
o sussurro dos bichos
que a humanidade esqueceu.
E mesmo quando duvidei de mim,
a natureza ainda acreditava.
O sol nascia.
Os rios corriam.
As folhas insistiam em nascer,
como se dissessem:
“Você também é parte disso tudo.”
Sou consequência das estrelas,
mas também das lágrimas.
Sou luz,
sim,
mas uma luz que conhece a escuridão.
Há raízes em mim
que não sei nomear.
Há vozes que não são minhas
e ainda assim vivem no meu peito.
O rio que corre
carrega histórias que não ouvi.
A árvore que permanece
guarda silêncios mais antigos que os meus.
E os animais,
com seus olhos silenciosos,
parecem perguntar
por que esquecemos
que também somos parte da vida.
Talvez eu seja pequena
diante de uma árvore antiga,
breve diante de um oceano,
impermanente diante da Terra.
Elas estavam aqui antes de mim.
Talvez permaneçam depois.
Sou apenas um sopro,
uma faísca breve
num planeta em combustão.
Mas essa faísca sente.
Essa faísca escuta.
E enquanto houver vida
correndo sob a terra,
enquanto houver sementes
rompendo o concreto,
enquanto houver um animal
procurando abrigo,
eu também estarei aqui.
Não como dona.
Como parte.
Porque talvez existir
seja justamente isso:
deixar de olhar o mundo
como algo que nos pertence
e finalmente perceber
que pertencemos a ele.
E há coisas que o mundo sussurra
antes que aprendamos a ouvir.
Eu ouvi.
E agora carrego suas raízes
dentro de mim.
REFLEXÃO DO DIA!
O impossível não é somente uma
questão de opinião, mas sim,
um pensamento fracassado daqueles que não acreditam, não
buscam e não têm fé.
Viana Filho
Não é em vão, sonhar!
Pois todo vencedor, já foi
um mero sonhador.
Da mesma forma, não é
possível vencer, sem quê
aja luta e sacrifício.
E, a diferença entre aquele
que apenas sonha, para o
que realiza, é a atitude.
Viana Filho
amor não busca pessoas
perfeitas pra se amarem, ele
une pessoas imperfeitaspara
se completarem.Quando o
amor é verdadeiro,não existe
limites ou distância,pois nenhum empecilho é maior, nem mais forte
que o amor.
Incrível é amar e ser amado na
mesma intensidade, priorizar
alguém e ser também prioridade.
Viana Filho
