Poema Nao Ame sem Amar
Seu nome vale mil vezes do que dinheiro.
Respeito, honra, dignidade.
Não quer dizer somente em valores financeiros, mas valores morais em que seu nome carrega este peso.
Você quer conforto ou poder? Os dois não coexistem.
Se quiser o conforto, não tenha alguma ação.
Se quer poder, tenha sabedoria e haja conforme seu direcionamento dado por Deus.
No meio do caos, quem tem controle não levanta a voz...
Levanta respeito.
Seja frio, calculista e sempre com passos à frente. Não medir as situações com força, mas sim sobre à mente.
Eu vejo tudo, fico quieto, não digo nada.
Digo nada, fico quieto e vejo tudo.
Tudo me vê, ficam quietos, não dizem nada.
Não dizem nada, ficam quietos e veem tudo.
Seja astuto e silencioso.
A Fala Silenciosa Que A Solidão não é Capaz de Calar
Numa ocasião lúdica, influenciada pelo imaginário e pelo senso poético diante de uma bela estrutura expressada com sua profundidade, os seus sentimentos e a sua personalidade, assim, um livro de romance se abre e, de repente, a realidade fica mais interessante e ganha um tom excêntrico de liberdade dentro de um cenário de época, de romantismo e atrevimento.
E logo, um sonho desperto com bastante realismo passa a acontecer, onde vejo uma venustidade fascinante que está em seu quarto desfrutando de uma dualidade no seu íntimo, pois, ao mesmo tempo que ela sente a tranquilidade de estar com a sua própria solitude, também está sedenta para que uma experiência avassaladora aconteça e tudo mude para melhor com um sabor de veemência.
A solidão tem o costume de lhe fazer companhia, mas isso não impede que as suas flores floresçam, que a viveza continue nas páginas de seus livros, que o seu foco resista e as suas fotos permaneçam, nem que os raios solares com gentileza, iluminem e aqueçam o seu lugar reservado, aconchegante, que a recebe de bom grado por um certo tempo ou por alguns instantes — uma persistência inconsciente e muito cativante.
Admirá-la não é nada cansativo, muito pelo contrário, é, sem dúvida, surpreendente, instigante: traços delicados, essência profunda, um silêncio que é difícil de ser quebrado, um pouco de melancolismo, além de uma beleza divina incomparável — características que me deixam pensativo, inspirado; provocam os meus pensamentos veementes e criativos, tão imersivos quanto um diálogo silencioso e expressivo.
O meu maior sonho era poder ser feliz de verdade
Um grande anseio meio era não influenciar ninguém em nenhuma instância
A minha incontrolável vontade é, simplesmente, não (co)existir
Uma enorme ânsia pela predestinada morte
Existem almas de puro saber
Que não precisam nada vencer Silenciam o mundo para acolher
Ensinam a arte de apenas ser.
Existem almas esculpidas em rocha,
onde a virtude é o que dita o valor.
Não buscam o palco, nem a vã glória,
são feitas de ética e de puro amor.
eu vi nos teus olhos
O quanto você me amava
Mas eu não soube
Retribuir esse amor da mesma forma
–"Pessoas confusas machucam pessoais incríveis"
Riso de Rosa
Nasceu no galho, entre espinhos,
mas não guardou nenhuma dor —
pelo contrário: fez caminhos
para o perfume e para a cor.
É como um riso que não cansa,
um beijo dado ao vento sul;
toda a sua doce bonança
faz o dia ficar mais azul.
Se tocar com carinho,
ela retribui em calor:
a rosa é flor de caminho,
é flor de vida e de amor.
Rosa de São Paulo
No jardim da cidade,
ela ergue a testa e brilha:
não perde a suavidade,
mesmo onde o vento assobia.
Perfuma a calçada inteira,
dá cor ao muro cinzento;
é alegria verdadeira
que chega com o momento.
Pétala por pétala,
desenha um mundo mais belo —
a rosa é flor que fala
sem precisar de apelo.
Meu Vale do Ribeira
É uma felicidade sem fim,
que já não cabe dentro de mim.
Ah, se não fosse por ti,
jamais aprenderia a sentir assim.
Aproveito, de fato,
os momentos preciosos;
gestos simples e grandiosos
revelam a essência deste lugar.
A saudade daquilo que ainda não se foi
e que jamais desejo que vá;
a alegria de viver,
o orgulho de aqui estar.
Feliz neste chão,
terra pequena e acolhedora,
de pessoas serenas,
de alma encantadora.
Aqui o rio conta histórias
nas curvas mansas de suas águas,
carregando memórias antigas
entre canoas, sonhos e madrugadas.
As cachoeiras cantam baixinho
segredos guardados pela mata,
enquanto o vento passeia livre
pelas trilhas verdes da serra encantada.
Os pássaros anunciam a manhã
com sinfonias de pura liberdade;
cada canto é um verso vivo
nascido no coração da natureza.
Nas mãos calejadas do povo
floresce a arte verdadeira;
da fibra da bananeira surgem encantos,
tradição que atravessa a vida inteira.
Homens e mulheres simples,
de fala mansa e olhar sincero,
carregam no peito o orgulho
de quem ama o lugar onde nasceu.
Ser caipira aqui é riqueza,
é respeitar a terra e a plantação;
é conhecer o tempo da chuva,
o canto do sabiá e a direção do coração.
Ser ribeirinho é pertencer ao rio,
é aprender com a correnteza;
é compreender que a felicidade mora
nas pequenas e eternas belezas.
Vale do Ribeira, jardim escondido,
obra-prima da criação;
teus verdes infinitos alimentam a alma
e semeiam esperança em cada estação.
Que o tempo jamais apague
teus encantos e tua memória.
És poema escrito pela natureza,
és simplicidade transformada em glória.
Vale do Ribeira,
guardo-te para sempre no coração.
Mais que um lugar no mapa,
és raiz, afeto, identidade e inspiração.
Sandro Sansão da Silva Costa
“Talvez eu não saiba mais expressar o amor como antes, mas isso não significa que eu sinta menos.
Às vezes, só estou cansada de guardar sentimentos que não sabem onde pousar.”
T.Lauren
Tem saudades que não cabem no peito…
elas transbordam pelos olhos mesmo. 😔
Mas existe algo bonito nisso:
quem sente assim, sentiu algo verdadeiro.
Só pergunta “já comeu?”, “dormiu bem?”
É quem ama com cuidado, com carinho, com presença.
Às vezes o amor continua existindo
mesmo quando só resta o silêncio respondendo.
E o tempo, quem pouco a pouco vai separando quem um dia já foi amante, já foi feliz com sorriso radiante.
E só restará as dolorosas lembranças de quem um dia soube como é amar.
Uma vez um, é sempre um!
Salvo se for dois, pois o segundo não tem volta e nem permanência.
O resto são múltiplos da repetição.
Acorde guarnecida por fé. Levante-se inspirada! O que você ainda não vê, não toca e não usufrui chegará pleno e sublime, pois Deus já o preparou, assim como também já o reservou para você no tempo certo.
(Aline M. Abdalah)
REFLEXÃO
Já pensou na crueldade a que somos submetidos?
Não podemos optar sobre rir ou chorar, sobre vencer ou perder... somos induzidos ao erro quando somos levados a crer que não desistir é o mesmo que ganhar...
E se você pudesse escolher entre ir ou ficar?
E se visse mais do que os olhos podem mostrar?
E se pudesse escolher um lugar pra alma morar?
E se pudéssemos trocar de corpo cada vez que o sol completa uma volta ao redor da terra e a gente finge que zerando o calendário tudo vai mudar?
E se pudéssemos o que não encaixa dentro de nós?
E se disséssemos sim mais alto com os olhos do que os nãos que os lábios falam?
E se conseguíssemos à risca aquela frase que repetimos ironicamente: "não sou obrigada a nada"!
Ignorando o fato se sermos obrigados a tudo, as vezes, por banalidades que nos são tão úteis...
E se o coração calasse a boca?
E se você pudesse estar onde teu pensamento vive?
Ray Sousa
O agente público que transforma sua missão em palco e sua função em vitrine não apenas se desvia — ele se perde.
Aquele que ocupa o cargo mirando os holofotes, e não o interesse coletivo, padece de uma enfermidade silenciosa e devastadora: o narcisismo institucional. Uma patologia que não apenas distorce sua própria percepção de realidade, mas que corrói, por dentro, os pilares da ética administrativa.
A Administração Pública não é arena de autopromoção, tampouco balcão de negócios pessoais. Não é espaço para mercantilização de cursos, venda de imagens ou construção artificial de prestígio. O Estado não pode ser instrumentalizado como extensão do ego de quem deveria servi-lo com humildade.
Há, nesse comportamento, uma inversão ontológica da função pública: o servidor deixa de servir para se servir.
E quando isso ocorre, instala-se uma perigosa degeneração — o interesse público é relegado ao segundo plano, substituído por estratégias de visibilidade, marketing pessoal e culto à própria imagem. A função, que deveria ser sagrada, torna-se espetáculo. A responsabilidade, que deveria ser dever, transforma-se em oportunidade.
Lugar de exibicionismo é no circo, sob as luzes do aplauso fácil e efêmero. A vida pública, ao contrário, exige sobriedade, compromisso e silêncio produtivo — aquele que constrói sem anunciar, que realiza sem ostentar, que serve sem esperar reconhecimento.
O verdadeiro agente público não busca aplausos — busca resultados.
A história não se curva aos vaidosos. Ela reverencia os íntegros.
Lembrete:
Se você beber 3 litros de água por dia, não terá tempo para cuidar da vida dos outros, pois estará muito ocupado(a) mijando.
Mantenha-se hidratado(a)!
Eu não sou a minha família, nem os meus amigos, nem o que eles pensam sobre mim.
Eu não sou nenhum dos meus parentes, tampouco as opiniões deles.
Eu também não sou a minha rigidez, nem as minhas limitações.
Eu sou única. Não há ninguém igual a mim, nem haverá.
Por isso, não há competição e nem comparação.
Eu mereço o meu próprio amor e minha própria aceitação, não pelo que fiz, mas por existir.
Eu gosto do jeito que sou. E só preciso da minha aprovação em meus atos.
