Poema Nao Ame sem Amar

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Eu disse 'oi'.
Ele disse 'oi'.

- epa... um beijo.
depois um desejo. Um desejo de não mais acordar.

A vida não se revela inteira.
Ela se mostra aos poucos, entre pausas e abalos.
Há dias de chão firme
e há dias em que tudo treme por dentro.
Algumas mudanças chegam sem pedir licença.
Desorganizam planos, deslocam certezas,
nos obrigam a encarar aquilo que pensávamos dominar.
Depois do impacto, nasce uma escolha silenciosa:
o que fazer com o que sobrou.
Há quem endureça.
Há quem se feche.
E há quem, com o que restou,
reconstrua sentido.
Porque nem toda dor precisa virar morada.
Às vezes, ela pode virar passagem.
E do que parecia ruína,
a gente aprende, devagar,
a criar algo novo.


Edna de Andrade

Podemos ser bons.
Não perfeitos, não imunes às falhas mas bons.
Essa bondade não nasce do acaso, mas da escolha consciente de crescer, de aprender, de tentar de novo.


Para isso, precisamos mais do que vontade precisamos das ferramentas certas.
E, acima de tudo, das pessoas certas.
Gente que nos escuta, que nos impulsiona, que nos ajuda a enxergar o que sozinhos não vemos.


E quando surgirem os obstáculos porque sempre surgem, temos o direito de seguir com mais experiência,
parar, respirar, e afinar o caminho.
Ajustar a rota não é fraqueza.
É sabedoria.


Ser bom é um processo.
E todo processo merece espaço, apoio e tempo.


By Evans Araújo

DESEJOS SECRETOS
Olho-te com ternura e desejo
A ternura das crianças que não possuem maldades
O desejo da mulher que ao teu lado transforma-se em fêmea
Desejo por anos olhar tua face e observar as marcas do tempo tatuá-la
Desejo olhar teus cabelos negros pouco a pouco tornando-se brancos
Desejo tocar sua pele não mais tenra e ainda deseja-la
E no momento em que eu abandonar este corpo para a minha grande viagem
Desejo ir sorrindo
Feliz por ter encontrado ao teu lado a maior força existente na Terra
A força do Amor

E mesmo que o mundo não me entenda
E mesmo que eu não entenda o mundo
E mesmo que eu me sinta uma estranha por não pensar conforme a multidão
Eu não desistirei de mim!

Sob o capuz da noite, teu olhar me encontra, tenso como a corda do arco antes do destino.
Não miras apenas o alvo distante
— miras o que em mim
ainda não sabe fugir.


Teus dedos firmes seguram o silêncio, e a flecha, hesitante, aprende o caminho do desejo.
Entre guerra e sombra,
teu peito bate como quem
ama sem pedir permissão.


És guardião do que não se diz,
herói de um amor que caminha
às escondidas.
E se um dia tua flecha me atingir,
que seja no ponto exato onde
mora o “fica”.


Porque mesmo em meio à luta,
teu gesto revela:
há corações que só se rendem
a quem sabe mirar com cuidado.

Não tem como não vencer
Se fizermos tudo correto
Se até a flor que é sensível
Surge em meio ao concreto.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
25 janeiro 2026

MARIA ROSA
Nome lindo
cantado em versos e prosas
Viva Maria Rosa
Nesta época do ano
quem não lembra de ti
Maria mãe de Jesus
Rosa de Sarom
mulher simples e humilde
que conquistou o coração
do sábio Rei Salomão
Maria Rosa Viana conquistou
meu coração

TO CURADO

Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu

Você é passado não me lembro mais
Que um dia fui seu
Você já morou em meu pensamento
Hoje não faz parte de mim
Ficou pra trás
Nosso relacionamento chegou ao fim

To curado daquela doença
Que se chama gosta de você
Estou bem comigo mesmo
Aranquei o selo da paixão
E você achava que eu estava
Em suas mãos
Hoje estou no controle da situação

Você me chutava dizia não me querer
Agora quem não te quer Sou eu
To curado to curado
A vida me deu Uma nova chance
Outro amor apareceu um novo lance

Poeta Antonio Luis

QUEM FALA É TEU AMOR

Alô alô
Quem fala é teu amor
Alô alô
Quem fala é teu amor

Você não sabia
Que eu te queria
Ficou sabendo agora
A plateia até chora
Torcendo pra nós dois ficar juntinhos.

Eu não quero um fora
Você tem uma uma pra decidir
Se fica comigo ou vai fugir
Mais tarde vou te ligar
Só pra falar.
Liguei pra avisar
Que Eu e você vamos namorar
Aceita vai aceita vai
Eu te quero demais

Alô alô
Quem fala é teu amor
Alô alô
Quem fala é teu amor.
Você não sabia
Que eu te queria
Ficou sabendo agora
A plateia até chora
Torcendo pra nós dois ficar juntinhos.


Poeta Antonio Luis

Você não tem ideia do que sou capaz,
Apesar do meu tamanho pequeno e compacto demais.
Carrego tempestades num jeito sutil,
Sou calma por fora, por dentro sou febril.

Quando o mundo pesa e a mente acelera,
Eu chego devagar, sou a pausa que espera.
Eu te ajudarei a lidar com esses pensamentos intensos,
Transformo o caos em silêncio, o excesso em momentos.

(Refrão)
Pequena no corpo, gigante no efeito,
Entro na sua mente, desarmo o seu peito.
Se o dia confunde, se a noite é demais,
Vem, eu te mostro do que sou capaz.
Amor vem amor vem

Não subestime o que parece contido,
Tem fogo guardado num gesto gemido.
Sou abrigo curto, mas profundo também,
Quando tudo aperta, eu te seguro bem.

Amo seu jeito de não ser do meu jeito.
É no contraste do seu riso com meu silêncio
que a gente se encontra e se refaz.

…) Você lê romances de sacanagem e cita a Bíblia.
Não tenho certeza se consigo entender qual é a sua.
— A Bíblia me conforta, e os romances me dão esperanças.❞ (livro beleza perdida)

Pessoas perigosas não são pessoas violentas.

Pessoas perigosas são aquelas que sempre concordam com você.

Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.


Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.


Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.


Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.


E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.

Eu não sei se é amanhã
que você chega em fúria, desgovernada por dentro,
ou se é depois de amanhã
que você parte, levando o silêncio embrulhado na raiva.
Essa incerteza me confessa um medo antigo,
uma alucinação lúcida de quem ama sem controle do tempo.
Não sei qual versão tua atravessa a porta,
nem qual mulher decide ficar ou fugir.
Há dias em que você é abrigo,
noutros, tempestade que não pede licença.
E eu aqui — firme, vulnerável —
tentando decifrar teus gestos antes que virem ausência.
Não sei qual será tua atitude,
mas sei da minha:
continuar verdadeiro,
mesmo quando teu coração oscila
entre ficar hoje, ir amanhã
ou nunca mais voltar depois de amanhã.
Porque amar, às vezes,
é permanecer mesmo sem garantias,
é enfrentar o caos com o peito aberto
e chamar isso, ainda assim, de amor.

Florescer no caos.

A força não é a ausência da dor que te feriu,
Mas o broto que nasce onde o medo ruiu.
É ver nos destroços um novo caminho,
E saber que, curado, ninguém está sozinho.

Por que você não ficou?
Você prometeu…

Prometeu que não ia desistir,
que ia lutar, que ia insistir.
Prometeu que não ia me deixar,
que ia ficar, que ia me amar.

Eu tentei tanto te fazer voltar,
mas foi você quem decidiu soltar.
Eu fui tão irrelevante assim?
Foi por isso que escolheu esse fim?

Você me magoou, eu sei,
mas mesmo assim você prometeu —
e eu acreditei.

Eu ainda te quero,
me sinto patética, confesso.
Ainda sinto sua falta,
mesmo você deixando claro
que não sente a minha.

Não importa quantas pessoas eu beijei,
com nada isso se compara, eu sei.
Caminhar de mãos dadas com você
era tudo o que eu queria reviver.

Eu também errei, eu sei,
mas quem viu as noites que chorei?
Quem ouviu meu peito em dor?
Quem sentiu o peso do amor?

Você realmente se importa?
Ou tudo isso foi só uma história torta?

A felicidade não é a cidade ao fim do mapa, é o próprio vento pela janela, o ritmo das rodas nos trilhos, o horizonte que se desdobra enquanto se vai.

Pois lembre: o pássaro não entoa seu canto por ter a alegria; é no ato de cantar — no ar que vibra na garganta, na nota que se desprende e preenche o arvoredo — que a alegria, plena, nasce e se aconchega em suas penas.

A felicidade não é um porto à espera. É a própria maré dentro de você, o movimento que faz o navio navegar.

Escrever é abrir portas invisíveis.
É sentir palavras pulsando, querendo sair.
Não importa se são perfeitas ou não,
o que importa é a coragem de colocar o pensamento no papel,
de transformar o que é interno em algo que respira fora de você.
Cada frase é um instante de descoberta,
cada página, uma aventura secreta.
Escrever é existir de um jeito só seu.


— Jess.