Poema Nao Ame sem Amar

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Quem sou eu?


Hoje sou a chama que não apaga
A estrela que mais brilha
Amanhã sou água que vaga
Apenas lanterna sem pilha


Sou horta sem praga,
Um verão na ilha
Sou um corte por adaga
Animal perdido na trilha


Eu sou a mudança que assusta
Sou a paixão carnal
E sou o amor que custa


Sou a alma imortal
Sou a fé que se reajusta
No fim serei a morte fatal.

⁠⁠Por falta dela,
Não vou á janela
Não a pra que,
Estar nela;

Por falta dela,
Eu sinto saudades
Daquela Claridade,
Espero por ela;

Por falta dela,
Me vejo no escuro
Em cima do muro,
Ansiando por ela;

E nessas rimas roncas,
Amarelas feito ela;
Perco-me cada vez mais
Pensando nela!

Conversando com a Lua


Ho terrível noite que não findas, foras feita aos bêbados, às putas e aos que sobrevivem apenas da saudade.

Em tudo que amei, fracassei.


Sinto-me um personagem mal contado de Dostoiévski,
mas não o Idiota.
Talvez “O Patético”.
Aquele que vê demais,
sente demais,
entende demais,
e mesmo assim espera.


Eu vejo a maldade.
Eu a sinto antes que ela fale.
Ela entra pelos gestos,
pelos silêncios,
pelas pequenas traições que ninguém nomeia.


Eu sei.
Eu sempre sei.


E mesmo assim eu espero.


Espero que, dessa vez,
algo de bom aconteça.
Que alguém fique.
Que alguém não minta.
Que alguém não desista quando perceber que amar exige mais do que encanto.


Mas não acontece...


E o pior não é a maldade.
É continuar esperando depois dela.


É olhar o mundo já sabendo do fim
e ainda assim desejar um começo.


Talvez meu erro não seja amar.
Talvez seja não aprender
a endurecer.


Mas há algo em mim que insiste,
não por ingenuidade,
não por burrice,
mas por uma fé involuntária
de que o bem pode, em algum momento,
vencer a própria tendência de falhar.


E se isso é patético,
então que seja.


Porque entre ser pedra
e ser alguém que ainda espera,
eu ainda escolho
esperar.

Não confundam as coisas.
Não sou oriundo da mesma cultura,
muito menos coopero com ela.

Quero tanto um casamento
romântico, pra não ter dúvidas
que casei por amor, mas a minha
loucura acaba com todo o meu
romantismo.

É chato o torcedor fanático,
não curte o lance, a resenha,
só conta títulos do passado.

REFLEXÃO
“O amor não termina no grito, mas na ausência, no tratamento raso, no descaso e na falta de cuidado. Não se desfaz na discussão, e sim na falta de compreensão, empatia e respeito, mas na indiferença. Quando dois corações já não se procuram no silêncio, não sentem mais saudades e não se declaram em palavras sentimentos de AMOR, é porque a desconexão chegou antes da despedida.
O triste é que, em alguns casos, não existiu tempo de dizer ADEUS.”
(Mestre Malaquias da Viola)

Escrever é abrir portas invisíveis.
É sentir palavras pulsando, querendo sair.
Não importa se são perfeitas ou não,
o que importa é a coragem de colocar o pensamento no papel,
de transformar o que é interno em algo que respira fora de você.
Cada frase é um instante de descoberta,
cada página, uma aventura secreta.
Escrever é existir de um jeito só seu.


— Jess.

Há um momento delicado em que esquecer o que se sente é a única forma de não esquecer o que se merece.


— Jess.

Quem realmente te conhece percebe quando você não está bem, ainda que você diga o contrário.


— Jess.

Se não depende só de você, não carregue tanta culpa… às vezes, simplesmente não era para acontecer.


— Jess.

Não tente decifrar tudo: existir vai além de qualquer explicação.


— Jess.

Oportunidades não retornam; ou você as aproveita ou aprende com o arrependimento.


— Jess.

Postar ou não postar?
A dúvida é constante,
mas escrever é inevitável.


— Jess.

Não sou o que vejo em mim,
sou o que ainda não me permiti ser.


— Jess.

A vida não é só sobre o que dá certo, mas sobre o que aprendemos quando algo não sai como o esperado.


– Jess.

Ando cansada de promessas.
Prefiro atos pequenos que não mentem.


– Jess.

A gratidão não melhora o mundo, mas o torna habitável. O pouco passa a bastar quando é visto com presença.


– Jess.

Pensar demais não é defeito. É uma tentativa de entender o que o coração já sabe, mas não consegue explicar. Vivo nesse intervalo entre sentir e compreender.


– Jess.