Poema Nao Ame sem Amar

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"Não tenho duas caras, tampouco uso máscaras, mas há momentos em que precisamos de um bom disfarce."
Haredita Angel
08.08.25

"Quem nasce pra voar não se contenta em rastejar."
Haredita Angel
08.11.11
(Orkut)

"Sou fiel, não porque amo, e sim porque sou integra!"
Haredita Angel
18.06.24

"Às vezes, a solidão é um ato de rebeldia de gente que não precisa de aplausos, e nem de permissão das massas, e nem de gritos histéricos para ser feliz.
Gente que não precisa mendigar atenção para sentir-se viva.
Gente que caminha em silêncio só observando os in/felizes!"
Haredita Angel
17.03.24

"Entre os sonhos que eu não realizei,
está aquele beijo que eu nunca te dei..."
Haredita Angel
04.03.22

"Revolucionário, é ser feliz e não precisar
de aplausos e nem de testemunhas!"
Haredita Angel
13.11.25

"Ao seu lado sou uma criança que vê o mundo cheia de esperança.
Proteja essa criança, não sabote
o seu mundo."
Haredita Angel
28.10.11

"Se você encontrar alguém disposto a caminhar na chuva com você, não fuja,
molhe-se!"
Haredita Angel
30.11.13

"O meu estado mental infantil e saudável, não sabe lidar com seu estado adulto e doente."
(Vá se tratar)
Haredita Angel
06.06.2003

"Se quiser paz no ano novo,
não precisa vestir branco.
É só parar de falar da vida alheia."
Haredita Angel
12.01.19

"Aprendi que o amor não nos permite
usar o outro para as nossas projeções."
Haredita Angel
05.08.10

"Nessa vida precisamos de beleza
para não cairmos em desespero!"
Haredita Angel
10.09.11

"Podem passar anos e anos velhos...
Podem vir anos e anos novos...
Se você não mudar, nada vai mudar!"
Haredita Angel
12.12.10

"Aprendi sim a ser dura diante da vida para não permitir que ela fizesse de mim o que quisesse."
Haredita Angel
13.12.25

"Amor pra mim é não me podar...
É me deixar florescer aonde eu quiser!"
Haredita Angel
29.12.24

"Hoje, o que importa é que você está aqui comigo.
Amanhã, não importa, pois você continuará aqui no meu coração!"
Haredita Angel
08.08.24

O amor perdido não se vai. Ele apenas muda de cômodo,
E passa a habitar o lado esquerdo de tudo que já foi meu.
É um fantasma gentil, mas teimoso, que encontra o seu cômodo
Na memória mais clara, na luz mais fraca que o dia teceu.
​Eu o encontro no reflexo fugaz de um espelho d'água,
Onde a tua imagem surge, trêmula, antes de quebrar-se.
É o nó na garganta que aperta e que nunca se deságua,
A doce e sombria certeza de nunca mais te encontrar-se.
​Ele não é ódio, nem raiva; é uma melancolia de seda,
Que se aninha nas dobras do tempo que não pude reter.
É a música que toca em silêncio quando a vida se arredonda
E me lembra de tudo que tínhamos e que deixamos morrer.
​Eu procuro teus traços em cada estranho que passa na rua,
E encontro apenas a prova do abismo que me separou.
A melancolia do amor perdido é a sombra que me atua,
O preço que pago por um sol que em minha vida se apagou.
​E assim vivo: entre o ontem que me afoga e o hoje que me ignora.
Amando a lembrança mais do que qualquer novo amor que possa vir.
Porque a perda, por mais que doa, me consome e me aprimora;
É a única forma que me resta de, ainda, pertencer a ti.

O tempo corre, mas a ferida não.
O mesmo vazio persiste, amargo e fundo.
Foi a palavra não dita, a incompreensão,
que nos lançou em lados opostos do mundo.
​Não foi a falta de amor, e sim o medo.
A covardia sutil de quem se cala.
Guardamos o maior de todos os segredos:
a dor que o orgulho, em silêncio, instala.
​Nada mudou.
​Mas hoje, na moldura do "antes",
escutei sua voz — um fio de luz,
lembrando os juramentos distantes,
do amor que a alma ainda conduz.
​E se a distância foi por nós criada,
eu creio na ponte que o tempo pode refazer.
Pois o que foi quebrado, em cada madrugada,
ainda pulsa em mim, e pode reviver.

Ela tem um gênio forte, tempestade que não pede abrigo. Birrenta, encrenqueira, discute até com o próprio silêncio, briga com o mundo só em pensamento e vence quase sempre.

Não pede, manda. Não espera, insiste. Tem a língua afiada, verdade crua, sem frio, sem freio. Não nasceu para agradar plateias, anda como fera selvagem que não aceita coleira nem medo.

O que muitos veem é só o espinho, o rugido, o fogo solto no olhar. Poucos enxergam o que mora por dentro.

Porque quando encontra carinho, atenção sincera, um toque que não tenta domar, ela vira mar. Mar de doçura, amor que transborda manso, calmo o suficiente para curar naufrágios.

Ela não é fácil. Ela é profunda. E quem aprende a falar com o coração descobre que por trás da fera vive um amor imenso esperando apenas ser respeitada. Ela só deseja ser compreendida. Ela sonha ser amada. Ela é mulher encantadora. Que deseja ser amada.

Eu nunca te disse.
E talvez nunca diga.
Há sentimentos que não nasceram para o mundo,
apenas para o silêncio seguro do peito.
O nosso romance nunca teve datas,
não teve promessas,
não teve mãos dadas em público
nem futuros desenhados em voz alta.
Mas teve tudo aquilo que importa
quando ninguém está olhando.
Eu te amei em pensamentos.
Te cuidei em silêncio.
Te desejei com respeito
e te guardei como quem guarda algo sagrado.
Enquanto o mundo seguia,
eu te carregava comigo —
nas músicas que doíam bonito,
nos olhares que demoravam um segundo a mais,
nas palavras que eu nunca tive coragem de dizer.
Talvez você nunca saiba,
mas houve alguém que te escolheu todos os dias
sem nunca poder te escolher de verdade.
Alguém que te amou sem tocar,
que te quis sem pedir,
que te deixou ir…
mesmo querendo ficar.
Esse amor não pede nada.
Não cobra, não invade, não prende.
Ele apenas existe —
como um segredo a sete chaves
que o coração insiste em proteger.
E se um dia, sem motivo aparente,
você sentir um aperto doce no peito,
uma saudade sem lembrança,
ou um carinho que parece vir do nada…
talvez seja só esse amor aqui,
quieto, eterno,
te lembrando que você foi —
e sempre será —
inesquecível.