Poema Nao Ame sem Amar
Cansaço
Estou cansado! cansado de ter que as vezes ser
o que não sou para agradar as pessoas.
Cansado de sorrir quando sinto uma enorme vontade
de chorar, chorar até extravasar ou secar minhas
lágrimas, que luto para que não inundam o meu rosto.
por achar que não vale a pena.
Cansado de fingir sentir o que não sinto
e tantas vezes fingi apenas para agradar aqueles que,
nunca se importaram em saber se estavam me agradando.
Cansado de dizer palavras sinceras, tão sinceras que mesmo assim foram duvidadas, não acreditadas ou simplesmente jogadas no lixo ou debochadas, acima dessa sinceridade fora massacradas por certos convencimentos, esnobismo e mania de grandeza
O tempo não passa:
ele atravessa.
Rasga a alma em silêncios sucessivos,
leva nomes, vozes, gestos mínimos
que sustentavam os dias.
Há perdas que não gritam,
apenas permanecem.
Assentam-se no peito como pedra antiga,
ensinando o peso exato da ausência.
O tempo não pede licença.
Ele segue, mesmo quando o coração
preferiria ficar.
E nessa marcha desigual,
aprendemos a caminhar feridos,
não por escolha,
mas por necessidade.
Continuar não é esquecer.
É carregar com dignidade
aquilo que não volta.
É permitir que a dor exista
sem que ela nos governe.
Seguimos porque viver
não é negar as perdas,
é dar a elas um lugar —
não no centro,
mas na memória que fortalece.
E assim, mesmo dilacerados,
avançamos:
não intactos,
não ilesos,
mas humanos o suficiente
para transformar ausência
em permanência silenciosa
dentro de nós.
©2025 @domingosmassa
Estou bem!
Isso é Bíblico dizer
Se eu vou além?
Não sei como fazer!
Eu desaprendi a ser mãe.
Mas me cobro não por não ser esposa, mas por não me sentir mulher. A mulher que sonhava
A mulher que mesmo em lágrimas, lutava
Hoje, fui cobrada de não ser companheira.
Irônico é ouvir: eu te dou liberdade pra falar.
Mas, ao tentar a aproximação levei uma lavagem de questionamentos!
Hoje, sei minha tia(mãe) tem razão em tudo o que falava. Eu nunca sou ser alguém na vida, vou viver correndo atrás do próprio rabo.
E estou seriamente pensando e abrir mão de tudo e sumir sem noticiar ninguém. Mesmo porquê quem iria sentir falta de um lixo como eu, além da minha princesa?a quem eu deixarei aos cuidados do pai.
"Ela não sabia, mas também, como poderia saber, como poderia adivinhar?
Que naquele momento, enquanto eu admirava, da chuva, o gotejar.
De cada folha, o farfalhar.
Enquanto eu vislumbrava o escuro da noite, sob uma luz fraca, eu pensava em quem não deveria pensar.
Quisera Deus, quisera eu, que cada beijo demorado, que cada sussurro descuidado, que a dança dos corpos, no escuro do quarto, nos fizesse amar.
Às vezes, imagino que o amor reside na indiferença, no ódio, na negação, no não gostar.
Querer quem nos quer, amar quem não está.
Me causa mal-estar,
Só de lembrar.
Eu fiz o que pude, tentei, mas o coração é irremediável, parece não querer mudar.
O parvo grita no peito, aos quatro ventos, o nome de alguém, que, de bom grado, o faria parar.
A cada palpitar,
No das chamas, o crepitar.
Eu a vejo, minha algoz está lá.
Enquanto ela se despia, desnudava-se em meus braços, agasalhava-se em meus abraços, os meus beijos estavam a lhe arrepiar.
Meus pensamentos não estavam ali, estavam em alguém, noutro lugar.
Estavam em quem eu não deveria pensar.
Ela não sabia, mas também, como poderia saber, como poderia adivinhar?" - EDSON, Wikney
"'Eres' a pior maldição da minha existência, pois não existe mais paixão, não existe mais amor, mas, ainda sinto saudade.
É maldição, pois, mesmo rogando para nunca mais vê-la, eu ainda a busco em toda face.
Corro daquela existência, mas, em meu âmago, torço para esbarrar com ela ao dobrar toda esquina da cidade.
Decerto que é maldição, pois, ao pensar nela, minha mente subverte a razão e abraça todo tipo de leviandade.
Uma vida plena, amor recíproco, nós, o beijo, fervorosa paixão, felicidade.
Não houve, não há, não haverá divindade.
Fiz a prece aos orixás, tentei os druidas, ofertei um olho a Odin, roguei ao Cristo, nem mesmo o pastor, Javé ou a confissão ao padre.
És maldita, até mesmo Lúcifer se absteve dessa culpa, não ousou participar deste entrave.
Morreu nosso amor, reuni meus pecados, nossas juras, nossos beijos, para formar o Conclave.
'Habemus Odium', subira a fumaça branca, temos um novo sentimento, mais sofrimento, mas não um novo amor, uma nova metade.
É, realmente, da minha existência, tu és a pior maldição, pois não existe mais paixão, não existe mais amor, mas, ainda sinto saudade..." - EDSON, Wikney
"Você é a única certeza de felicidade na minha vida, mas não sei por que, sempre que dizem seu nome, sinto o contrário.
Só tristeza, pranto, um todo de dor, me pego cabisbaixo.
O seu nome me sequestra o sorriso, e já fora, há muito, o meu relicário.
Você é o café que me aquece a alma, mas não vale o gosto amargo.
É sempre assim, só a ausência, nenhum beijo, um abraço.
Só saudade, em mais um fim de tarde, não lembrou, não lembrará; lembrei, meu eu abandonado.
É pranto em todo canto, te vejo em cada canto, e, a cada lembrança, meu coração se torna mais fragmentado.
Em nosso amor, apostaria cada dobrado, teria um sofrimento dobrado, dobraria a aposta e sairia quebrado.
Ah, meu amor, sonhei tanto um futuro com você, hoje, o meu sonho é ser capaz de apagar o passado.
Olvidar cada olhar trocado, todo beijo, o calor dos corpos, fazer parar gritar seu nome, os lençóis e as paredes do meu quarto.
Confiei em ti, confiei em meu coração parvo.
Eu deveria era ter duvidado.
Pois, você era a única certeza de felicidade na minha vida, mas não sei por que, sempre que diziam seu nome, eu sentia o contrário..." - EDSON, Wikney
"Hoje não, estou sombrio.
Vi alguém com alguém que não deveria estar com esse alguém e sim comigo.
Alguém com alguém, daquele amor sou refém, dera o que era meu pra outrem, amar é sofrido.
Hoje não, estou sombrio.
Hoje não tem festa, nem riso.
Nem piada, nem grito.
Hoje é choro, lágrimas, delírio.
Viver por alguém, sem alguém, é só martírio.
A madrugada é a única que testemunhara de desespero meu grito.
Hoje me ofereceram um trago, uma bebida, um alívio.
Um escape, uma dose, um colírio.
Fiel ao meu sofrimento, ao que sou, ao meu eu lírico.
Declinei; hoje não, logo hoje não; estou sombrio..."
"Não sei se era o vestido vermelho que parava o lugar.
Talvez fosse o cabelo preto, ou a beleza no olhar.
Só sei que eu estava ali e ela estava lá.
A cada vislumbre, troca de olhares, era eu um mero mortal a admirar.
Pensei que a beleza fosse um veneno, pois senti meu coração acelerar.
Linda, dos pés à cabeça, cada detalhe digno de se pintar.
As palavras são pobres para descrever, a beleza narrar.
Sei de muitas coisas, mas o que não sei é se era o vestido vermelho ou a beleza dela que parava o lugar..."
Ser dj não é só apertar o play...
É sentir a batida da música vibrando em cada corpo;
E como em um reflexo receber da própria alma a satisfação de estar levando nas pontas dos dedos a força e a sutileza de um espírito livre;
A música é essência daqueles que sabem curtir a vida!!!
Nas discussões sobre preconceito.
Quem não respeita a opinião do outro,
também é preconceituoso,
pois também sofre do mesmo mal,
a intolerância!!!
"Diz que já me esqueceu, mas, amor, quando foi que de mim lembrou?
Diz que já não me ama mais, mas, mesmo em meus braços, nunca me amou.
Diz que encontrou alguém para lhe curar as feridas, mas quais? As que você mesmo causou?
Todo aquele que diz lhe amar é só mais um peixe na rede de um vil pescador.
Falácias e mentiras, disfarçadas de carícias, falsas juras de amor.
Xinga, briga, se faz de vítima, me abandonara às risas, foi meu coração que sangrou.
És perfeita no prazer, mas é melhor ainda em causar dor.
Diz que morri pra você, mas é claro, nossa paixão, que era minha vida, foi você quem matou.
Agora vens e diz que já me esqueceu, mas, amor, quando foi que de mim lembrou?"
"Até hoje, meu caro amigo, vivo por alguém que não se abalaria por minha morte.
Até hoje, tento ser, da rainha de minha vida, o consorte.
Certa vez, li que era possível morrer de amor, sem saber o nome do sujeito, o invejei, que sorte.
Viver amando, sem ter quem se ama, é maldição, é sobreviver na fraqueza tentando ser forte.
Venha, sente-se, leia-me, escute-me, me ame, me note.
Da sua ausência, indiferença, já noto cada recorte.
Se quiseres ou se tiveres que ir, vá; mas, por favor, rogo que não volte.
Não me implore, não chore.
Não peça perdão, viva na solidão, seja feliz na sua indiferença, seu esporte.
Encontre seu rumo, ache seu norte.
Me perdi, tentando viver por alguém que, de bom grado, desejara a minha morte..."
"Não existem mais milhas para percorrer.
Não existe mais a quem recorrer.
Não existe mais para que correr.
Cansado, exausto de toda essa caminhada, descanso sobre seu seio, consegui, hoje somos eu e você.
Não existe mais indiferença, nem olhar blasé.
Não existe mais amor de um só, não existe solidão, venceu o meu querer.
Sob seus olhos, a infinidade do brilho, vencemos amor, viverei a seu lado, para ao seu lado morrer.
Os filhos na varanda, já ouço os risos, já sou capaz de ver.
Consegui, com versos e rosas, conquistá-la com meu amor clichê.
Acordei do meu doce sonho, ela não quer, fazer o quê?
Desistir de ti é desistir de nós, deverá ser assim, não tem o que fazer.
Não existe amor, não existe prece, não existe um bom Deus, sou incapaz de crer.
Darei descanso para minha pobre alma, sua indiferença mostrou-me: Não existem mais milhas para percorrer..."
O amor de Deus é meu abrigo,
não me abandona, não me critica.
É companhia forte, presença constante,
onde posso registrar toda a minha vida.
Ele me envolve em ternura infinita,
me sustenta quando sou fraco,
me levanta quando caio,
me guia quando me perco.
O amor de Deus é verdade eterno,
não depende de mérito ou condição,
é graça que me alcança,
é luz que nunca se apaga.
Em Seu amor encontro paz,
em Seu amor encontro força,
em Seu amor encontro sentido.
O amor de Deus por mim
é meu tesouro,
meu refúgio,
minha verdade na vida vivida.
Eu não tenho nada contra você.
E acredito que também não exista em você
qualquer impasse contra mim.
Afinal, ninguém ganha vivendo em disputa,
alimentando maldade, intrigas
ou ferindo uns aos outros.
A vida já é exigente demais
para que escolhamos o peso do conflito.
Paz não é fraqueza,
é sabedoria de quem entendeu
que viver bem é melhor do que vencer discussões.
Como não observar o passado, ver que nossa trajetória juntos é uma dádiva doada por Deus, é ele quem nos concede o sopro e o tempo de vida. Lembrar os momentos de apoio de incondicional, refletir sobre à solidariedade, o firme propósito do companheirismo, os segredos guardados no incrivel compromisso de guardá-los para eternidade, nossos risos fáceis de se realizarem, estes ficaram presos em nossos corações, saber que poderei contar com cada um de vocês já enche meu coração de carinho e felicidade.
Boas festas hoje e sempre!
Tolice é acreditar que o tempo nos envelhece. Os anos não são velhos nem novos — são apenas ciclos que se repetem, máscaras diferentes sobre o mesmo rosto da existência. O calendário muda, mas a essência da vida continua presa ao mesmo tabuleiro, onde muitos jogam sem perceber que não há vitória final.
Vivemos como peças de uma engrenagem invisível, fiéis ao paradoxo de existir sem propósito, repetindo gestos, sonhos e derrotas. A matrix que nos envolve não é feita de códigos, mas de hábitos, ilusões e certezas que nos mantêm no mesmo campo de batalha. Lutamos contra inimigos que não existem, enquanto o verdadeiro combate deveria ser contra a apatia que nos consome.
O tempo não é prisão, é espelho. Ele não nos dá futuro, apenas devolve o reflexo do que escolhemos ser. Quem espera que o próximo ano traga milagres sem mudar a própria postura, continuará rodando no círculo vicioso, acreditando que envelhece, quando na verdade apenas repete.
O sorriso não se veste de alegria nem se esconde na tristeza.
Ele é um gesto que respira entre o peito e os olhos, uma ponte tênue entre o que se sente e o que se mostra.
Nos olhos curiosos mora a pergunta: é falso ou é inteiro.
Lá, o brilho hesita, investiga, pede passagem — e o rosto responde com uma calma que não se explica.
Há sorrisos que se dão por excesso, como quem quer enfeitar o mundo; são fáceis, ruidosos, feitos para a plateia.
E há sorrisos que chegam como segredo, discretos, tão precisos que até o sábio se perde em dúvida.
O verdadeiro sorri sem querer convencer; ele apenas confirma que algo foi tocado — um afeto, uma lembrança, uma coragem.
Não promete certezas, apenas revela: por um instante, o coração se mostra, e isso basta.
