Poema Nao Ame sem Amar
Ó minha grande estrelinha, amor sem igual,
Desvendo meu coração nesse poema, apenas um sublime sinal.
A saudade me assola, profunda e visceral,
Crescendo sem fim, como tortura, punição infernal.
Ah, estrela minha, fulgor divino e resplandecente,
Em minha existência, perenes e envolventes.
No coração, suspiros ardentes, paixão incessante,
Em ti encontro paz, fazemos da noite incandescente.
Nossa história é uma narrativa perdida no tecer do tempo,
Laço profundo, raridade em cada momento.
Nada é mais relevante que este sentimento,
Que nos guíava e envolvía, linha em arrebento.
Corroído pela distância, meu coração sofre a dor,
Saudade que anseia ser preenchida com fervor.
Porém, na alma, a esperança do destino compartilhado,
Trilhamos juntas o caminho, sem medo, jamais separado.
Estrela minha, abrigo seguro e refúgio de paz,
Em teu amor encontro plenitude, solaz. Caminhos entrelaçados, enredo audaz, Romance sem fim escrito com fulgor voraz.
Que nossa jornada seja permeada de encanto e magia,
Laço indissolúvel, estrofe e melodia em sintonia.
Inspiração, alegria, minha estrela, em harmonia,
Na sinfonia do amor, dançaremos em sincronia.
Imerso em pensamentos, mergulho no oceano das lembranças,
Alimento minha alma, sinto tua presença em exaltação e danças.
Tu, estrela minha, nutres meu ser em profusão, Inspiras meu crescimento, florescimento, paixão que se encanta.
Que o tempo nos una novamente, sem hesitar, em abraço eterno,
Dançando em sincronia, num ritmo divino e superno.
Nosso destino traçado com amor e encanto, A cada respirar, te amarei intensamente, eternamente, em pranto.
Estrela minha, perfeito ser, sabor inebriante,
Cada verso deste poema manifesta meu amor constante, instigante.
(Te amo pra sempre, minha Estrela.)
Poema - Amizade Colorida
Peguei as tintas da arte
Passei o pincel
Pintei nossa amizade
Como arco-íris no céu
Deixei toda colorida
Linda igual o paraíso
Frases escritas
Criei esse improviso.
Meu coração a sua segunda casa
Só você tem a chave
O que ninguém sabe, ninguém estraga
Inspiração de novas frases
Você tem tudo que desejo
Amizade verdadeira
Carinho, abraços e beijos
Não é carteira
Mas tem valor
E um lugar seguro
O seu amor
Pra mim vale tudo.
Poema - Entre rosas e espinhos
Dificuldade é tanto
No caminho vou andando
Desviando dos obstáculos
Pra não cair nos buracos
Às vezes me sinto sozinho
Existem dois caminhos
Não posso cometer erros
Buscar o caminho estreito
Entre leões e gorilas
Uma batalha por dia
Ninguém disse que seria fácil
Mas precisa ser ágil
Em questão de segundos
Pode girar o mundo.
A vida é maravilhosa
Mas como a rosa
Existem espinhos
Arames pelos caminhos
Que machucam por dentro
Trazendo sofrimento
Transformado em poemas
Se tem problemas
Preciso resolver na prática
Aprendi na aula de matemática
Pegar as pedras jogadas
Construir uma estrada
Seguir o caminho
Entre rosas e espinhos.
Poema - Orgulho de ser santista
Orgulho de ser santista
O Santos é a nossa vida
Torcida sofrida
Mas é apenas uma fase
Já dizia Racionais
É só questão de tempo,
O fim do sofrimento
Quantidade não é qualidade
A nossa torcida é de verdade.
Orgulho de ser santista
Time de artistas
Time do povo
Do mais velho, do mais novo
Time de branco, time de preto
As cores que carrego no peito
Meu coração é alvinegro
Nascer, viver e no Santos morrer
É um orgulho que nem todos podem ter.
Poema - Diálogo com Deus
Diálogo com Deus
Muitas coisas aconteceram
Sofrendo calado
Poucos do meu lado
Porque nessas horas
O silêncio é a melhor resposta
Dizem que o choro é sinal de fraqueza
Mas Jesus, minha fortaleza,
Também chorou
E sempre superou
Ele tem a cura
Enquanto a sociedade fala que é frescura.
Dentro do quarto
Rezando e ajoelhado
Contigo eu me desabafo
Sem saber o que faço
Deus, me guia
Abençoa meu dia a dia
Te peço proteção
Arranca a mágoa do meu coração
Ilumina meu caminho
Perdoa-me por me sentir sozinho
De domingo a domingo
O Senhor sempre esteve comigo.
Poema - Princesa de cachos
Faço este poema
Para essa morena
Mais uma homenagem
Em forma de mensagem
Perfeição em pessoa
Nem toda princesa usa coroa
Algumas usam cachos
E esse é o seu caso.
Flor de jasmim
A mais linda do jardim
Você é bela
Não é novela
Mas é minha favorita
A primeira da lista
Me sinto como um adolescente
Te querendo eternamente.
Sua cor escura
Linda como a lua
E cabelo cacheado
Me deixa apaixonado
Princesa de cachos
Com você até me caso
Construo uma família
Como já sonhei um dia.
POEMA INEVITÁVEL
Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!
#israelsoler
Poema para Miguel
Aromas marinhos,
o ar do mar,
Miguel Marinho.
No som das ondas
sentidos despertos...
Nos convida a viver o pleno
Miguel Lemos.
Poema : Rosas Secas
No refúgio de um tácito ataúde
D'onde qualquer sussurro traz espanto
Cujo lúgubre coloração de canto a canto
Consome o que restava da parca saúde
Esconde-se o putrefato cadáver pálido
Cujo olhar não mais se abre
À volta do pescoço segue a calabre
E a carne fétida traz o ventre esquálido
Cercado pela penumbra densa e mórbida
Aos grandes umbrais da vida finada
Cujas bocas seguem tão caladas
Na metamorfose da decadência sórdida
Aos balcões cinzentos que adormece
No frio cimento eternizados
Postos ao descanso contemplado
Onde a história se encurta e se esquece
Em frágeis ossos que viram poeira
Expostos ao tempo e ao lamento eterno
Mutações que agem no seu ventre interno
Definhando desta vida passageira
Revela o último sacrifício
De um espírito que no silêncio vaga
E das poucas palavras que propaga
Abundou da ganância como exercício
Ao flanco esquerdo então se nota o ramo
Que já fora adornado por diversas cores
Mas que hoje comporta enegrecidas flores
Junto a uma carta grafada em " Te amo "
Se vê então o que já foram lindas rosáceas
Outrora balsâmicas em figura crata
Mas que agora definham na gélida prata
D'onde se mostra lânguida como a cartácea
Sobre aquela lápide que guarda as vidas
Escrita está, no puro tom latim
Aquelas rosas secas, mortas ao carmesim
Um dia tiveram aroma e foram coloridas
Escrito por: Wélerson Recalcatti
Senhorita
musica que mais parece um poema de autoria do cantor Zé Geraldo
Senhorita
Minha meiga senhorita,
eu nunca pude lhe dizer.
Você jamais me perguntou
de onde eu venho e pra onde vou.
De onde eu venho
não importa, pois já passou.
O que importa
é saber pra onde vou.
Minha meiga senhorita,
o que eu tenho é quase nada,
mas tenho o Sol como amigo.
Traz o que é seu e vem morar comigo.
Uma palhoça no canto da serra será nosso abrigo.
Traz o que é seu e vem correndo, vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo.
Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Comigo, doce, meiga senhorita,
vem morar comigo.
Senhorita: Zé Geraldo
*Derradeiro Poema*
Hoje, talvez, um último verso ou um derradeiro poema, uma terminante chance, uma última vez que ouvirá a minha voz, talvez ouviremos falar um do outro, ou não, o silêncio não foge, ele vai invadindo onde antes havia uma certa prioridade, contudo, não a minha prioridade como a sua ou a sua como a minha, as lembranças vão sumindo e esquecerei a sua voz, esquecerei quem foi e a sua importância só será lembrança. Tivemos a chance, mas queremos o mais fácil, não por de fraqueza, mas por falta de fé, fé em Deus e fé no amor. A esperança que era combustível, se apagou.
"...Despertei com minha pele,
revestida da memória de tuas mãos..."
In Fragmento Poema Despertei
Carlos Daniel Dojja
Mulheres, um poema.
Mulher, tua essência é divina,
teu sorriso é a luz que ilumina,
a tua força é admirável,
e a tua coragem inegável.
Com teu jeito delicado,
sabes ser forte quando necessário,
lutas pelos teus direitos,
e jamais desiste dos teus feitos.
És mãe, filha, amiga, companheira,
és a flor que encanta a vida inteira,
és o amor que aquece o coração,
e a esperança que traz a renovação.
Mulher, és obra-prima da natureza,
fonte de amor, carinho e beleza,
mereces todo o respeito e admiração,
por seres exemplo de superação.
Que a tua luz continue a brilhar,
e que a tua voz seja sempre a falar,
em defesa da igualdade e da paz,
porque és um ser humano capaz.
Mulher, tu és uma dádiva divina,
uma inspiração que ilumina,
o mundo inteiro a te reverenciar,
pela tua força e capacidade de amar.
Poema sobre a morte
A morte é um mistério profundo,
um enigma sem solução.
Ela vem sem aviso prévio,
sem convite ou permissão.
A morte é como uma sombra,
que nos segue por toda a vida.
Ela nos leva para o desconhecido,
sem deixar pistas ou saídas.
E quando a morte chega,
ela leva tudo o que temos.
Deixando apenas lembranças,
e um vazio que não podemos preencher.
Mas talvez a morte não seja o fim,
apenas uma transformação.
Uma passagem para outro lugar,
um renascimento para a eternidade.
Então, não tenha medo da morte,
ela é apenas uma parte da vida.
Abrace-a com coragem e dignidade,
e viva cada momento com intensidade.
Poema: Rubim, Espelho do Brasil
Sob o véu das montanhas serenas,
Rubim desperta ao dourar do amanhecer,
Em teu colo, memórias pequenas
Crescem fortes, prontas pra florescer.
Serras guardam auroras antigas,
Onde o vento galopa a canção,
Tropas e sonhos, pegadas amigas,
Tecem teu chão com o fio da união.
Em ti vibra o pulso da arte,
Do folclore, do riso e do labor,
Cada filho é parte e estandarte
Do Brasil em seu mais puro amor.
És passado que não se apaga,
Com zaquetes que o tempo bordou,
Tua história, no peito, se alaga,
Com heranças que o povo formou.
Tens no povo o maior tesouro,
Filhos firmes, herança e raiz,
És Rubim — de beleza e decoro,
Espelho fiel de um Brasil feliz.
Poema I
Suprassumo pensar
A alma — ah, a alma
ora templo, ora caverna,
sonho de ser eterna,
conturbada ou calma.
Sussurrava e gritava
entre lágrima e pranto,
fino e suave manto,
porque alma ela era.
Não só carne,
nem só memória —
mas a fragrância do espírito.
Não só escrita,
nem só história —
mas a essência em um abismo.
A alma — ah, a alma.
Poema II
A voz escrita
A palavra dita voa, a escrita permanece.
Um pacto silencioso entre ausentes,
ou a flecha lançada em forma de prece.
É o selo. A prova. A herança:
memória que jamais se esquece.
É urgência. É chama. É marca —
a palavra dita, que no ar estremece.
Poema III
Repente de um poeta
Já vi cacto dar flor no silêncio da aflição,
E vi lágrima em dor, em sorriso e oração.
Quem planta o sonho bruto, colhe verso em cada mágoa —
O que rega o futuro? Suor e lágrima, vulgo: água.
O sol não tem compaixão, a chuva virou promessa,
E a terra só dá legume se a fé não for só conversa.
O filho da estiagem tem coragem desde os ossos —
Não murmura a miséria, nem destrata um dos nossos.
Já vi homem ter dinheiro e morrer sem ter sentido,
E matuto sem um troco dividir o seu abrigo.
A riqueza que perdura não se mede por moeda —
Mora é na intenção, no coração de um poeta.
Poema IV
Pequeno verso de preço
O homem inventou o dinheiro — e deu valor à escassez,
Mas nem tudo é dinheiro, nem com dinheiro se fez.
Fez, sim, muita riqueza... condenando muitos à malta,
E a prisão da moeda nem se nota — até que ela nos falta.
LAGOA AZUL...
(Autoria: Otávio Bernardes. Poema baseado no filme...)
Por um momento, eu paro
e penso em você.
Mais do que uma “lagoa azul”,
eu imagino você vindo para mim...
Acho-a linda, muito linda...
Meus pensamentos se perdem
na imensidão das águas,
buscando, procurando por você!
Olhe, meu bem, a solidão pior do mundo,
é a solidão de um ser querendo outro ser!
“Lagoa azul,” misto de pureza e inocência.
Mas, meu amor, eu não sei...
Estou revoltado, deveras chateado!
Por um momento, eu paro e penso em você.
Talvez, desaparecer por um lugar assim... azul..
Aliás, azul é uma cor que admiro muito.
Anseio um lugar só pra nós dois,
para poder te amar.
Por isso, meu amor, pra mim
a vida está vazia, bastante sem sentido...
Não encontro lugar para te amar.
O mundo apregoa tantos lugares,
mas, não encontro o ideal...
Até parece que pra você
sou “trancado,” “múmia,” ensimesmado.
E é por isso, meu bem...
Não encontro o lugar ideal
para dedicar-te o meu amor.
“Lagoa azul,” apareça, converta-se em realidade!
Eu preciso de você, do jeitinho que é,
do tamanho que você é...
“Lagoa azul,” talvez os namorados, os casais,
os que se amam possam te encontrar...
Porque a vida seria melhor
se eu, se você, se nós,
se nós que nos amamos,
construíssemos uma “lagoa azul” assim... desse jeito...
Meu bem, meu amor, saia de você,
esqueça o mundo lá fora
e venha para os meus braços,
para todo o meu ser, para a minha “lagoa azul” imaginária...
onde encontrei você!
Otávio Bernardes
