Poema Nao Ame sem Amar
Sou diferente desde meus pés até meus pensamentos
não sou uniforme
sou único
tenho amizades únicas
tenho uma família única,
meus pensamentos que fazem a diferença,
sou diferente.
...Por todo o ambiente eu levito, observo
O que não quero, evito, não levo
De ninguém sou servo
De brasilião ou de Audi
De buzão ou a pé pela cidade
Sempre na humildade...
Não sei como processar isso.
O ato de beijar usa 34 músculos faciais e 112 posteriores (ou posturais).
Só porque adotei uma abordagem pragmática da situação não quer dizer que eu não me preocupe.
"Tudo acontece por uma razão" é uma reação clara da mente fraca ante a esmagadora complexidade do Universo.
– Por que não posso brincar com os outros?
– Bem, Número Sete, você não tem nada de especial.
– Oh! Cadê o Número Cinco? Não o vejo lá embaixo...
– No futuro, eu presumo. Fugindo de casa, sem dúvida. Não sei ao certo, nem isso me interessa. Por que você não vai tocar seu violino?
Sinto falta de carinho.. beijos, abraços.. palavras sinceras!
Cansei de promessas não cumpridas e palavras jogadas ao vento!
Preciso voltar a viver intensamente... mas nada colabora pra q isso aconteça...
Meu coração ta triste sem motivos, sem esperança e sem caminhos a seguir! queria tanto poder compartilhar isso com alguém, mas é tão difícil abrir meus sentimentos pra mim mesma imagine com outra pessoa... as vezes acho q vivo no tempo errado!...
Gostaria de mudar o mundo!
A vida seria tão mais simples...
Ai vida!!! o que vc quer de mim? o que vc prepara pra mim?
será q eu to no caminho certo a percorrer? ou será q vou viver pra sempre assim.. nessa rotina insuportável?
To cansada, to exausta, to injuriada de vc vida!
E não posso fazer nada pra mudar isso... pelo menos por enquanto não!
Eu não sou tua.
Não tenho que me sentir culpada se beijo outra pessoa, ou se sinto interesse em alguém…
Não tenho que te dar a mínima satisfação do que fiz durante o dia ou do que vou fazer no final de semana!!
Não posso te chamar de meu e nem esperar que sejas fiel a mim. Eu não sou…mas me sinto tão tua!!
Porque eu posso, mas não quero ter outra pessoa!
Porque eu gosto de te contar meu dia e saber do teu!
E porque eu não preciso que sejas fiel a mim, pq eu sei o que significo pra você! Eu não sou tua, mas me sinto importante pra você, porque você faz com que eu me sinta assim!
Eu penso em você todos os dias, mas tento não dizer que penso o dia todo, porque não sou sua e isso pode não parecer tão normal!!!
Mas me sinto tua e tenho agido como se fosse…
E as vezes, meio sem querer (querendo muito), te sinto tão meu…
E assim, sem cobranças, sem aquele sentimento de posse que atrapalha tanto as relações, eu sigo me sentindo completamente tua e fingindo que não, enquanto noto que sabes que não sou tua oficialmente, mas sou toda sua de coração!
[K]
A fé nos diz, acredite.
O medo diz, é arriscado.
O desânimo, não adianta, desiste,
A coragem nos transporta para o outro lado.
Um lado oposto,
Ao infernal sofrimento,
Muitas das vezes composto,
Pelos pensamentos perdidos no tempo.
Tempos escondidos na memória,
Que persiste em voltar ao presente,
Tentando criar uma nova estória,
Que irá degradar a minha mente.
Fantasmas do passado,
Assombrações de um frágil templo,
Lembranças de um coração transpassado,
Machucado por falsos sentimentos.
Tempo sombrio e perdido,
Onde havia pouca esperança,
O cérebro vivia iludido,
Onde habitava a inocência de uma criança.
O tempo e o medo,
A fé e seus segredos,
A força do meu ensejo,
Irá me livrar do grande degredo.
Acredite e tenha fé,
O resultado está no fim da jornada,
Fique firme e permaneça em pé,
Não desista, permaneça nessa estrada.
Estrada que define um futuro,
Mas é necessário acreditar,
Arregaçar as mangas e romper o muro,
Lutar, caminhar e se arriscar.
O objetivo é a vitória,
Todas as forças serão alocadas,
Para a construção de uma linda história,
Ao lado de pessoas amadas.
Às vezes eu me sinto tão sozinho,
Eu simplesmente não sei
Me sinto como se eu já tivesse descido por essa estrada antes
Tão sozinho e frio, é como se algo tomasse conta de mim?
Logo que eu chego em casa, e fecho a porta
É uma espécie de Deja Vu, eu quero fugir desse lugar
Mas eu não posso, e eu não vou, veja eu tento, mas eu sei, é mentira, porque eu não tento e eu simplesmente não sei o porquê.
Ela: Meus pais estão casados a 30 anos.
Ele: Sério?!
Ela: É... Mas não sei se quero isso!! Eles falam Te Amo como uma obrigação sabe, de forma automática!!
Ele: Como assim?!
Ela: É como se dissessem Sanduiche de Queijo ao invés de Te amo, entendeu?!
Ele: Eu Te Sanduiche de Queijo!
Ela: Eu também te sanduiche de queijo...
GRANDIOSIDADE
(poeminha do amor de mãe)
Lamentar-se em pranto na praia
Não polui o mar...
Pois que toda aquela água
São tão somente lágrimas
De uma mãe que também chora
Na mesma proporção...
Do amor que tem pra dar.
Desnecessárias são perguntas e respostas quando a realidade não precisa de palavras para dizer o que é.<br/>
Muitas vezes o que, de verdade, nos falta é a coragem da aceitação.<br/>
A coragem para admitir que tudo o que foi trocado cumpriu o seu destino <br/>
da melhor maneira que conseguiu, no tempo que conseguiu, e foi.
Querer você, mesmo sabendo que não é possível. Te ver e sentir borboletas no estômago, é uma sensação tão confortante.
Eu quero te sentir perto de mim, nem que seja só por hoje, quero te sentir um pouco meu e ser só sua.
Quero sentir tuas mãos nas minhas, olhar nos teus olhos e sentir o cheiro da tua respiração. Brincar com teus cabelos e beijar tua orelha, sentir teu coração pulsando forte ao te abraçar, eu preciso disso, nem que seja só por hoje, mas eu preciso te sentir.
Quero te chamar daquele apelido estranho e carinhoso que te dei e ouvir o som da tua risada, quero simplesmente te ter outra vez, mesmo que seja proibido, eu quero te ter.
Eu quero sentir a felicidade fluir em minhas veias outra vez, mesmo que seja só por hoje, uma última vez.
Que o Amor Me Reconheça
Há uma parte de mim que se revela apenas para quem sabe ver. Não me entrego facilmente, porque meu amor, minha entrega, é algo que se cultiva com paciência. Não sou para ser admirada à distância ou compreendida apenas pela superfície. Sou feita de camadas, de sensações, de desejos, e só aqueles que têm a coragem de mergulhar nas profundezas de quem sou, poderão encontrar o que é verdadeiramente meu.
Eu espero, sim, mas não de qualquer jeito. Não espero por qualquer um. Espero por aquele que será capaz de enxergar não só o que está à mostra, mas também o que me habita de forma silenciosa, o que guardo para o momento certo. O amor que procuro não é pressa. Ele se faz em detalhes, em toques suaves que não exigem respostas imediatas, mas que se entregam sem medo do tempo.
O que eu quero é alguém que saiba me ver além do que se mostra. Que consiga ler nas entrelinhas e me reconhecer nas minhas pausas, nas minhas hesitações. Que o amor, quando vier, me encontre por inteira — com minhas reservas, meus medos, minhas ansiedades. E que, mesmo assim, ele se faça presente de forma tão profunda que nenhuma insegurança ou distâncias possam abalar.
Eu não sou uma simples entrega. Sou uma promessa, um mistério que só se revela a quem tem a coragem de ver além do que é imediato. Que o amor me reconheça não como um reflexo rápido, mas como algo que vale a pena ser descoberto lentamente, com cada toque, com cada palavra. Eu sou esperada. E, quando ele me encontrar, será como se o tempo finalmente tivesse valido a pena.
Na falta de tudo, me permito ficar, mas não me permito ficar sem a presença de Deus
Quando tudo ao redor se esvai, quando o tempo parece estagnado e os dias se confundem entre cansaço e espera, permito-me ficar. Não por conformismo, mas por necessidade. Ficar, por vezes, é um ato de coragem, um reconhecimento de que nem sempre é possível avançar, mas ainda assim, há força para permanecer de pé.
Fico, mesmo quando o silêncio pesa. Fico, mesmo quando a ausência grita. Fico, porque sei que há um propósito, ainda que meus olhos não o alcancem agora. Mas há algo que não posso me permitir: ficar sem a presença de Deus.
Porque é Ele quem preenche os vazios que o mundo não consegue preencher. É na Sua presença que o fardo se torna suportável, que a alma encontra descanso e que o coração, mesmo ferido, pulsa com esperança.
Que me falte tudo, mas que nunca me falte Ele. Pois, se Deus está, mesmo na escassez há abundância. Mesmo na dor há consolo. Mesmo na espera há propósito.
E assim eu sigo: ficando, resistindo, confiando. Não sozinha, mas sustentada por uma presença que nunca me abandona.
O Olhar que Me Define
Meu olhar não se limita ao que os olhos veem, mas ao que a alma reconhece. Eu fotografo para eternizar, escrevo para ecoar memórias. Meu olhar recua no tempo, buscando o que merece ser lembrado, e avança com a sensibilidade de quem entende que cada imagem e cada palavra são pontes para o outro.
Vejo beleza nos detalhes, valorizo as marcas do tempo e busco o que é essencial. Em tudo que crio, há um instante de entrega: um pudim feito com afeto, uma lembrança registrada com carinho, um verso que toca quem lê. Cada foto, cada palavra, é uma forma de me conectar e trazer à tona histórias que, de alguma forma, pertencem a todos nós.
Não me contento com a superfície. Quero o encontro genuíno, a troca verdadeira, a lembrança que resiste ao tempo. Meu olhar é minha identidade, meu povo, minha cultura, minha história. E ao compartilhá-lo, convido outros a enxergarem não apenas o que está diante deles, mas o que pulsa dentro.
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O Corpo Como um Instrumento que Só Toca na Sintonia Certa
Meu corpo não é uma melodia qualquer, não toca para qualquer ouvido. Ele precisa da sintonia certa, do toque que sabe a nota exata para fazê-lo vibrar. Há desejo em mim, mas ele não dança ao som de qualquer presença. E eu espero. Porque sei que, quando a música certa tocar, eu não terei dúvidas – será entrega, será arrepio, será um acorde perfeito.
O Desejo Como Fome que Não se Mata com Qualquer Alimento
Há uma fome em mim, mas não é qualquer coisa que me sacia. Não é um encontro rápido, um toque sem alma, um beijo sem história. Meu desejo precisa de algo mais. De um cheiro que fique na pele, de um olhar que me atravessa, de uma presença que se faça necessária. Não como um capricho, mas como quem encontra exatamente o que precisa.
Meu corpo chama, mas não para qualquer resposta. Não é urgência vazia, não é sede que se engana com qualquer gole. É fome de verdade, daquelas que só um banquete de alma e pele pode acalmar. Por isso, eu espero. Mesmo que doa, mesmo que arda. Porque quando vier, será entrega, será plenitude, será tudo.
Quando a Ajuda Vira Julgamento
Não pedir ajuda não significa que eu não precise. Talvez eu só tenha um jeito diferente de demonstrar que preciso de você.
Sempre estive disponível para quem necessitou, sem que precisassem pedir. Bastava um olhar, um suspiro, e eu já estava lá. Porque quem quer ajudar, faz. Chega, estende a mão, encontra um jeito. Não espera que o outro precise gritar por socorro.
Mas quando sou eu que preciso, dizem que não me ajudo. Que não quero ajuda, porque não peço.
Como se fosse simples assim. Como se eu nunca tivesse tentado. Como se o fato de me esforçar até a última gota, sem incomodar ninguém, fosse um atestado de que estou ótima.
A verdade é que, quando pedi, nem sempre encontrei. E precisei aprender a lidar com a frustração do “não”, que só se ouve uma vez, mas ecoa para sempre. Precisei compreender os motivos dos outros, aceitar os limites que me impunham, mesmo que doessem.
Então, antes de pedir, eu penso: será que essa pessoa pode? Será que ela quer? Ou vai fazer por obrigação, com pressa para se livrar de mim?
É mais fácil esperar. É mais fácil não precisar pedir. Porque quem realmente quer ajudar, percebe. Chega perto. Não precisa de um pedido formal. Às vezes, tudo o que alguém precisa é de um abraço silencioso, sem perguntas, sem julgamentos.
Então, antes de dizer que eu não me ajudo, tente entender quantas vezes eu já me ajudei sozinha. Quantas vezes lutei contra tudo, sem incomodar ninguém.
Talvez o problema nunca tenha sido eu não pedir. Talvez o problema seja que nem todo mundo sabe realmente estar presente.
E ter que lidar com opiniões e julgamentos de quem me desconhece me torna, dia após dia, mais bloqueada e inacessível.
O Peso de Pedir
Dizem que eu não quero ajuda. Que não me ajudo. Que se eu precisasse de verdade, eu pediria.
O que ninguém entende é que pedir já foi uma escolha. Já foi uma tentativa, e, na maioria das vezes, o que encontrei foi silêncio, portas fechadas ou respostas que doeram mais do que o problema em si.
Aprendi a não insistir. Não por orgulho, mas por respeito. Porque sei que ninguém é obrigado a estar disponível. Sei que as pessoas têm seus próprios fardos e que nem sempre vão conseguir carregar o meu também. Então, eu escuto o não antes mesmo de ouvi-lo. E, para evitar o peso da rejeição, escolho não pedir.
Sei que, quando alguém realmente quer ajudar, ajuda. Sem esperar um pedido formal. Sem precisar ouvir "socorro" para entender que há um grito guardado no peito. Sei disso porque sempre fui essa pessoa. A que percebe, a que chega, a que estende a mão sem precisar ser chamada.
Então, se eu não peço, não é porque não preciso. É porque já aprendi que ir sozinho pode ser mais difícil e prolongado, mas é menos doloroso do que ouvir palavras cortantes e afiadas que já me feriram outras vezes. A solidão que vem com o silêncio, embora difícil, se torna um abrigo mais seguro do que os cortes invisíveis de quem diz querer ajudar, mas não está realmente disposto.
E quem sabe, talvez eu só precise de alguém que esteja disposto a perceber sem precisar de um pedido formal. Alguém que, como eu, entenda que a dor nem sempre se expressa em gritos, mas às vezes em silêncios profundos e na ausência de palavras.
O Desejo Não Se Satisfaz em Qualquer Toque
Hoje, sinto a falta de algo que não sei explicar completamente. Um desejo que vai além do corpo, que pulsa na alma e no peito, uma vontade de ser tocada, de dividir risos sem pressa de chegar ao fim. Quero ser vista em minha totalidade, ser amada, sem que isso se perca no superficial.
Mas, ao mesmo tempo, me nego a buscar essa satisfação qualquer. Não quero apenas um toque vazio, uma troca momentânea. Eu quero mais. E, ao me negar, meu corpo sente a ausência, sofre em silêncio, como se algo estivesse faltando, como se a falta fosse mais forte que o desejo.
E é nessa contradição que me encontro. Querendo, mas sabendo que o que busco não está em qualquer lugar. Eu espero, mesmo que a espera me consuma.
