Poema Nao Ame sem Amar
Pare de dar nome ao achismo psicológico!
Algumas doenças são assuntos sérios, não devemos expor… ao ponto de um doente, estar apontando o dedo.
Chegou ao fim! Finalmente você esta fora dos meus contatos, infelizmente não digo em verdade o mesmo do meu coração. Mas ao menos a dor de te ver tão bem, enquanto ainda junto os cacos, será banido do meu olhar. Desejo que seus seguidores continuem te dando ibope, afinal você é popular e eles te amam.
30-01-14
Você pode tentar fugir de tudo e todos, mas não de um olhar!
Você pode se perder, mas jamais perderá o conceito do que já fora um dia... Para isso, terá que ter a certeza de que nada te completa como aquele alguém, que te tremia e treme por dentro, apenas por encostar em suas mãos ou imagina-las em volta do seu corpo, aquele alguém, que te acordava da forma que merecia, que um dia já fora o que você mais desejou e provavelmente nunca deixe de desejar, é o cheiro, a pele, o beijo e o toque, o amor sem igual. E a vontade de morrer em seus braços, pois ficaria tudo tão mais bonito. Tão "Nicholas Sparks".
Pra quem já viveu algo assim, às vezes respirar dói. Até você encontrar a formula da felicidade nos olhos dele (a), você sentirá no primeiro momento, que valeu a pena. Mesmo que tenha que se tornar invisível novamente.
Não acredito em apenas uma forma de amar, mas não acredito mais em conceitos favorecidos a qualquer religião. Nem tudo na vida é apenas opção.
Eu acredito no que vem de dentro e se torna totalmente proibido, afinal, o amor verdadeiro era assim... - Sem Lágrimas e sem dor? - Puderá ser assim, um grande amor?
A paz deve acalmar alguns corações e trazer de volta o que mais te faltava...
Aprendi que nem todos os finais são felizes... Mas podemos recomeçar com um: "Era uma vez".
Estou dizendo sobre um olhar como esse, esse olhar que fala com a sua alma e acredite, uma vez na vida, você terá a sorte de conversar com a alma, a sua alma, pela luz dos olhos... Dos vossos olhos, pois sempre, sempre e sempre... Será recíproco.
Não veja o certo, por homem e mulher, mulher e homem, mulher e mulher, homem e homem, veja a alma, ela é pura e não tem cor.
Esse deveria ser o segredo chamado de: Amor!
Eu não me apaixono por rostos, não dou importância à beleza, afinal, ela acaba!
Eu me interesso pelo olhar, pelo charme e o encantamento das palavras. Gente inteligente não morre nunca, deixa informação. E isso "eu prezo".
Já tive relacionamentos com pessoas lindas, e isso não me trouxe beneficio algum, a não ser... Um rosto bonito que na hora de machucar-me, mostraram sua verdadeira face. Eu gosto de gente linda por dentro. Por fora é superficial.
Essa frase abaixo, não é minha, porém, eu gostaria de dizer o quanto ela me afeta. Ela é simplesmente linda, desejo compartilhar com os meus pensamentos.
"Não consigo mais conviver com a presença da ausência do seu amor"
Eu não vejo a hora de parar de escrever sobre o amor, estou me sentindo tão cheia e farta desse sentimento.
Quero escrever sobre ficção... Esse sim, é o meu verdadeiro lado.
Engraçado, todos os dias eu pego o meu celular e digo não para ele, não vou mandar uma mensagem sequer. Depois de todos os sapos que tive que engolir na vida, você foi o menos digestivo. Difícil de engolir, suas atitudes tão frias para quem amava tanto-me, me machucou muito. E agora estou reconstruindo uma cratera que se formou em mim. Eu estou todos os dias tentando me reerguer. Ao menos já dei o primeiro passo. Sabe o que me deixa mais feliz? - É imaginar a sua reação em ser lembrada assim por mim! - Alguém que você foi capaz de usar, machucar e abandonar, na mesma proporção. E depois ainda assim, vem com seu jeito "amor próprio de ser"... Me dizendo: - I don't Care! - Querida, como pode ser tão baixa assim? - Eu esperava de todos, mas jamais de você. Eu descobri que andas com o seu computador na mão, mostrando o seu ex, aquele que se deitou traindo os seus princípios, aliás você tem isso? Imagina como eu me senti ao ouvir isso? - Ah! O seu amado país, aquele que se encontrou. Só tenho um pensamento para você. - Luz, câmera e ação.
Cap. 18 - Do livro: Meu ultimo Romance
Tatyane Nicklas
Aqui no Brasil, eu não encontrei pessoas que gostam muito desse mito Americano, ao menos os que eu convivo, este cantor eu adoro. Eu o acho um homem completo... Sua paixão pela June Carter e pela musica eram o ar dele, ele a pediu em casamento umas 40 vezes e todas as vezes ela dizia "não". Porém, um dia ela foi obrigada a dizer sim, no meio de um publico gigantesco ele a pediu em casamento. Ele a encurralou... E então tornaram-se Marido e Mulher, Foi o casal mais lindo que já presenciei em histórias, eles eram imperfeitos... Ela o viu no chão e pisou nele, risos, sim, mas não saiu de perto dele. E essa é a prova do verdadeiro sentimento.
Na infância ele perdeu o seu melhor amigo, o seu irmão Jack, aquele que todos apostavam, o mais querido, morreu de uma forma trágica quase que partido ao meio por uma serra elétrica, e o mesmo não fora culpado, mas o olhar daqueles que ficam é cruel, não apenas por não ser o melhor, mas por não se achar digno de pertencer a este mundo. "Lembrei-me de alguém".
Essa musica é uma daquelas que te faz pensar... - Foda-se!
Eu Cheguei ao fim da vida. - É isso ai! -
"Todos que eu conheço vão embora no final, eu machuquei a mim mesmo hoje".
Johnny Cash. Eu amo você Brother!
Com meu amor estendido ao meu querido Johnny Cash!
Hurt - Musica de Nine Inch Nails, apenas com a regravação de Johnny, a musica alcançou prêmios e foi considerada: O melhor clip de todos os tempos. - Cara sou sua fã.
Morreu menos de Quatro meses depois da morte da sua June.
Tatyane Nicklas In love - Johnny Cash
Na vida você tem escolhas a fazer a todo momento, você escolhe quem fará ou não parte da sua vida. Você escolhe diante das possibilidades ser ou não ser. Você escolhe em quem confiar seus segredos, mas não escolhe quem guardará os mesmos.
Você não pode escolher quem amar, mesmo que esse amor te machuque, não é opcional amar, mas sofrer sim!
Diante dos sonhos de menina se tornou mulher, a cada decepção encontrada nos encontramos em fé. Você é do tamanho dos seus sonhos. Acredite nas mudanças elas são essenciais para o desenvolvimento. O seu sorriso move o mundo, o mundo daqueles que realmente veem a diferença em você.
Você pega uma coisa e transforma em outra.
Não é apenas reciclagem, é arte!
*Brincadeira Sustentável*
A PRECE: Genuflexão da Alma diante do Eterno.
CAPÍTULO IV
A prece não é apenas o murmúrio dos lábios ou a repetição de fórmulas já gastas pelo hábito. Ela é sobretudo a genuflexão da alma, uma inclinação silenciosa do ser íntimo diante da grandeza infinita do Criador.
Léon Denis, em suas páginas de suave elevação, recordava que a prece é o fio invisível que nos liga aos céus. Não se trata de um gesto exterior, mas de um movimento interior: quando o coração se curva em reverência, o espírito se ergue em luz.
A ciência dos Espíritos, revelada por Kardec, confirma esta verdade. A oração é força viva que, partindo de nós, percorre o espaço como onda sutil, alcançando aqueles a quem desejamos consolar, socorrer ou agradecer. Não se perde uma súplica; todas encontram ressonância nos planos espirituais, onde inteligências superiores as acolhem e as transformam em bênçãos.
A prece não muda as leis eternas, mas transforma quem ora. Modifica o ânimo, pacifica os sentimentos, ilumina o pensamento. O homem que ora abre as portas de sua consciência para que a esperança o visite, e, nesse instante, o desespero cede lugar à serenidade.
Assim, a prece é diálogo da criatura com seu Criador, ponte invisível entre a terra e o céu, eco da eternidade no íntimo do ser. É a genuflexão mais pura: aquela que se faz não com o corpo, mas com a essência imortal que somos.
Pois, quando o coração se recolhe em oração sincera, o próprio universo parece escutar, e Deus responde em silêncio, pelo alívio que desce, pela coragem que renasce, pela paz que se instala.
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo II
— O Amor que Ninguém Vê.
“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.
Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.
Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.
E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.
Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.
Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.
O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.
Capítulo IV – Onde o silêncio sangra.
(Do livro “Não há Arco-Íris no Meu Porão”)
Todos os tons, todas as cores se intimidam diante dos meus sentimentos.
Aqui, nada ousa ser vivo demais.
As paredes, antes brancas, já se curvaram ao cinza que exalo — um cinza espesso como poeira de túmulo, onde a alegria jamais ousaria se alojar.
Os meus estudos me encaram como se fossem juízes que perderam a fé no réu.
Eles me observam com aquele desprezo silencioso das coisas que já deixaram de esperar alguma esperança.
Livros fechados são mais cruéis do que gritos.
Eles sabem o que há dentro de mim — e, por saberem, me punem com o silêncio.
As cores…
As cores são ameaças aqui embaixo.
Quando um raio de luz tenta escapar por alguma fresta do concreto, eu o apago.
Aqui no porão, qualquer cor ofende a integridade da minha dor.
Elas tentam abrir janelas.
Mas eu… eu me tornei porta trancada.
Os risos…
Que ironia!
São filhos bastardos da minha solidão.
Quando escuto alguém rindo lá fora, é como se zombassem de mim — como se gargalhassem da minha tentativa de continuar.
O mundo caminha — eu desisto.
O tempo sopra — eu me calo.
E então…
Num canto onde as teias se recusam a morrer,
…há uma presença.
Ela não fala.
Não move nada.
Mas está ali.
Como um sussurro antigo, como um perfume de violeta que alguém usou num dia trágico.
Camille Monfort.
Não a vejo, mas a pressinto.
Como quem ama com olhos fechados.
Como quem morre em silêncio por alguém que nunca se foi.
Se minhas lágrimas têm peso, que elas sejam dores e honrarias a ela.
Que minha ruína seja o altar para onde seus passos invisíveis vêm recolher o que restou de mim.
Ela não precisa me salvar — basta que continue existindo…
mesmo que só como lembrança.
Mesmo que só como dor.
E se um dia, por descuido, Camille se revelar…
que seja com a delicadeza de quem pisa em ossos.
(página solta, sem data, do manuscrito jamais finalizado)
As paredes não falam.
O teto range.
O chão me reconhece — como se já me esperasse há séculos. E de fato, esperava. Pois sou feito dessa espera.
Sou o vulto que atravessa corredores de casas sem nome. Sou o passo que retorna sempre ao mesmo degrau onde tu, Camille, foste ausência e juramento.
Disse-me o silêncio:
“Ela não virá.”
Mas eu conheço tua forma de vir:
É quando a dor se torna bela.
É quando a sombra assume feição de vestes esvoaçantes.
É quando uma lembrança toca minha nuca como sopro — e não há vento.
Eu sou só.
E isso me basta, Camille.
Porque o que me basta não é viver...
É te carregar onde ninguém mais entra.
Faze em mim a tua vontade.
Se quiseres que eu enlouqueça — enlouqueço com dignidade de mártir.
Se desejares meu silêncio — calo como um sino afogado em cera.
Se queres que eu escreva — escrevo com o sangue dos sonhos interrompidos.
Mas não me peças que te esqueça.
Isso não sou.
Tu és a cruz que não sangra,
o vinho que nunca embriaga,
o leito onde a morte se recusa a deitar-se.
Camille Monfort, minha dama da noite que não amanhece:
Faze em mim tua vontade.
Faze de mim um relicário, um espelho partido, um véu sobre o corpo de ninguém.
Porque, mesmo entre mundos, mesmo no exílio das estrelas apagadas,
eu te amo com a força de quem aceita o destino de nunca ser tocado —
mas de sempre pertencer.
Livro: Não Há Arco-iris no meu Porão.
Capítulo 5 —
A Flor e o Filósofo no Abismo.
A flor estava sentada no limite do porão, onde os tijolos se desfaziam como lembranças mal digeridas. Seus olhos, enevoados de luto prematuro, fitavam o vazio que morava dentro dela — e que não era só dela.
Ali, no breu quase simbiótico, surgiu ele: Friedrich, sem o tempo nem a barba. Não como homem, mas como ferida.
Trazia no olhar a exaustão dos que pensam demais, e nos lábios o tremor dos que já perderam o direito de acreditar.
Ela não se assustou.
Ele também não.
— “Você também caiu?”, ela perguntou, sua voz como se viesse de um sino partido.
— “Não, pequena... eu apenas nunca mais consegui subir.”
Ficaram frente a frente, ambos em silêncios que diziam mais do que qualquer aforismo.
Ela estendia os dedos manchados de pó e sangue velho. Ele hesitou. Nietzsche sabia o preço de tocar a dor alheia. Mas, ainda assim, quase tomou sua mão.
— “Eu carrego dons que doem”, disse a flor.
— “E eu carrego verdades que me isolaram de todos”, respondeu ele.
Acima deles, os sorrisos vazios dos que acreditam ter vencido a vida tremeluziram como cacos de luz.
Mas no abismo, não havia luz — apenas lucidez.
E uma flor lutando para sustentar as Notas.
— “Eles acham que estou louca… porque ouço o que ninguém mais ouve…”
Nietzsche inclinou-se, sua sombra tremendo como um pensamento prestes a ruir.
— “Louca? Ah, criança… eu desejei ser louco muitas vezes. Ser louco é menos doloroso do que ver demais. Você não está louca. Você está vendo um mundo que finge ser cego.”
Ela não sabia se aquilo a consolava ou a condenava ainda mais.
Ficaram ali. Dois seres de fronteira.
A flor que não florescia.
O filósofo que não acreditava mais na primavera.
E, por um instante que talvez nunca tenha existido, tocaram-se.
Não com as mãos, mas com a dor que se reconhece.
O Silêncio Molhado Que Permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Cap. Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Por que dói o que sentimos
quando o amor ultrapassa o corpo
e procura um abrigo que já não existe?
A noite se estende sobre nós
como um véu que conhece o peso da memória
e recolhe, na escuridão, tudo o que ainda brilha.
Caminhamos entre lembranças antigas
como quem atravessa ruínas vivas,
segurando uma pequena chama,
um pedacinho de coragem,
trêmulo como o próprio peito.
Há nomes que não estão na pedra,
mas gravados no tempo interior,
onde nenhum esquecimento alcança.
Perguntamos ao que perdemos
por que continua a nos habitar,
e o eco responde com suavidade cruel:
o amor, quando excede o mundo,
aprende a sobreviver no silêncio,
e o silêncio é o que nunca parte.
Choramos por quem se foi,
mas uma voz sem forma nos revela
que o luto é por nós mesmos,
que ainda não sabemos deixar cair
as partes antigas que nos impedem de seguir.
O instante suspende o ar.
A noite respira.
A ausência se ilumina por dentro.
E o que surge
não tem contorno, nem rosto,
mas reconhece o que somos.
És tu?
Não.
Sei que restamos do nosso absoluto silêncio e lágrimas.
quando todas as respostas se calam.
E entendemos, enfim,
que amar é sempre caminhar
entre o que fica e o que falta,
entre o que se perde
e o que se recusa a desaparecer.
Por isso dói.
Porque o amor verdadeiro
não sabe ser pequeno
nem sabe morrer.
Ser “idiota e feliz” aí não é burrice.
É sabedoria disfarçada.
É recusar o palco onde alguns querem brilhar às custas do outro.
