Poema Nao Ame sem Amar
"Mentira"
Não amo mais você...
Não quero mais você...
Você não é o ar que eu respiro...
Você não é calor que me aquece,
Nem tão pouco a voz que me acalma...
Nem penso em você 24 horas, nem tão pouco te desejo tanto...
Tudo que disse acima, só pode ser "Mentira" porque sem você na minha vida, aí sim, a vida seria "Mentira"...
Marcos Drywes
Identificando o Ser mulher
Há muito não nos miramos no exemplo daquelas mulheres de Atenas.
Superamos a condição fustigante sob a qual nos ajoelhá- vamos, pedindo e implorando a compreensão do Ser mulher.
No século XIX, Freud, o pai da Psicanálise quase que es- tabeleceu um paradigma com a frase: "O que quer a mulher"?
E quando pensamos que isso ocorreu quando ele já tinha se
dedicado a mais de trinta anos à análise da alma humana, o fato torna-se mais sério e assaz preocupante: Por que nos julgam seres tão enigmáticos como se inumanos fôsse-
mos?
No entanto não deve causar o menor espanto, se ainda per- siste a dúvida sobre o que deseja a mulher. Mas,um orgu- lho filosófico é inegável à mulher do século XXI: Ela sabe claramente o que não quer, pois isso é o que há de mais importante.
E o que não queremos mais?
Não mais queremos ter que mendigarmos a expressão inte-gral dos valores femininos, seja em casa, no trabalho ou na sociedade!
Não queremos ser uma mera platéia perante uma sociedade falocrática representando sua vontade, força e potência enquanto esperam que de pé manifestemos nossos efusivos aplausos coniventes à sua misoginia.
Não queremos o temor da ruptura deste paradigma machista que condiciona a mulher à uma posição obrigatória e quase escravista de extrema passividade e servilismo, quando na verdade somos as responsáveis pela perpetuação de nossa raça; fenômeno este, que se constitui motivo de nosso maior orgulho e que implanta em nossos corações o cerne de todo nosso amor pelo que somos e pelo que é toda a humanidade da qual somos filhas e mães.
Se já nos perceberam como seres tão sentintes, que nos percebam tanto quanto pensantes.
Além de filhas e mães da vida - somos a perpetuação do Ser.
Jhsouza
Quer ter uma vida feliz?
Então siga estas dicas:
Não inveje.
Não deseje mal.
Não faça mal.
Não se vingue.
Caso contrário a vida vai cobrar!!!
De que adianta andar com a Bíblia nas mãos, se ajoelhar e orar, se:
Não respeita as Leis e as Normas
Anda sem cinto de segurança
Fala ao Celular dirigindo
Passa o sinal vermelho
Faz conversão proibida
Estaciona seu carro em lugar proibido
Não respeita o estacionamento para idosos, gestantes e cadeirantes
Etc...etc...etc...!!!
O narcisista entende cognitivamente emoções mas não as sente de forma empática.
Além disso, tomam decisões impulsivas que priorizam a defesa do ego em vez da avaliação racional da situação, quando a autoimagem é ameaçada.
Ou seja, enxergam o mundo apenas através da própria grandiosidade e isto acaba levando a pouco entendimento sobre as pessoas e sobre a existência.
Minha terra tem Torquato
Onde canta a Tropicália
Quem não se arrisca?
Um poeta não se faz com versos, mas com a gentalha...
Minha foto
não tem nome
mas tem dono.
No registro fotográfico,
a foto é minha,
o patrimônio autoral
é meu.
Isso ninguém tira.
Mas o processo criativo
pode e deve
ser coletivo.
Minha luz um dia
irá se apagar,
Mas o brilho do meu
nome, ah,
ele pode
ser eterno.
Nosso corpo é música,
A cada respiração, diafragmática ou não
Do som da batida do nosso coração, Até estrelar dos dedos
Estamos em movimento.
Uma orquestra de sensações.
Elas são, sempre foram, sempre serão.
Não é sobre um único dia, nem sobre uma data marcada no calendário. Não é sobre flores entregues às pressas ou discursos prontos que evaporam no dia seguinte.
É sobre elas. Sobre o que enfrentam, o que transformam, o que constroem. Sobre as histórias que muitas vezes não entram nos livros, mas moldam o mundo em silêncio.
Elas são a voz que se ergue quando tentam silenciá-las. São a mão firme que segura outra mão no momento certo. São o grito engasgado que, um dia, vira revolução.
É sobre a liberdade de serem quem quiserem. De usarem a roupa que bem entenderem, de ocuparem os espaços que por tanto tempo disseram que não eram delas. De escolherem o próprio caminho, sem mapas traçados por outros.
Não precisam apenas de um "parabéns". Precisam de respeito diário, de direitos garantidos, de oportunidades iguais. Precisam de um mundo que não as diminua, que não as cale, que não as limite.
Hoje, amanhã e sempre, que elas sejam. Que elas ocupem. Que elas brilhem.
E que ninguém ouse dizer o contrário.
E mesmo que o céu hoje, embora cinza, não derrame água,ainda assim há um dilúvio por aqui.
E me lavo em sensações, emoções, sentimentos.
Transbordo sorrisos, inundo alegria, numa enchente de esperança.
Não cai água do céu hoje, mas em mim chove saudade.
MEU AMIGO FANTASMA
Garotas me acham incomum.
Garotos não olham para mim.
Meu gato foi brincar nas nuvens.
Há alguns anos conheci meu
Amigo Fantasma.
Todos os dias brincamos em meu quarto.
Às vezes ele me chama de estúpido.
Às vezes ele me diz que eu deveria ouvir mais os outros.
Às vezes ele me conforta.
Meu Amigo Fantasma é o mais sábio do universo,
Por isso que eu sempre o ouço.
Meu Amigo Fantasma me diz para ficar na cama todos os dias.
"Por que tentar algo novo quando você pode manter seu conforto?"
Eu fico.
Meu Amigo Fantasma me disse que a vida é chata.
"Por que não vamos brincar com o Bendy?"...
Meu Amigo Fantasma é muito inteligente,
E mais uma vez, eu o obedeci.
Eu fui.
Agora, estou finalmente livre das correntes com espinhos que prendiam minha garganta.
Meu Amigo Fantasma era muito esperto.
Mas ele me sufocava.
Miau.
EU SOU UM ESQUELETO
Não tenho carne
Não tenho pele
Sou apenas osso.
Não tenho cérebro,
Nem coração
Sou apenas vazia.
Me sinto tonta
Minhas mãos tremem.
Não quero levantar
Não quero comentar.
Não sinto fome,
Nem sinto raiva,
Eu me sinto é cansada.
Não tenho nada
Não tenho ninguém.
Sou apenas osso, sou um esqueleto.
Houve amor, mas não houve coragem...
Um se escondeu, o outro transbordou.
Hoje, o amor ainda existe, mas se tornou apenas um fantasma do que já foi.
Demorou, mas eu entendi:
a solitude não é ausência, é presença.
É quando a gente aprende a ficar com a própria companhia
e percebe que o silêncio pode ser um abraço.
Que a paz mora onde não há cobranças, só verdade.
Foi na solitude que me encontrei de novo.
Sem precisar provar nada, sem máscaras.
Ali, enxerguei as feridas que escondi por tanto tempo
e tive coragem de curá-las.
Com calma.
Com verdade.
Com amor-próprio.
Descobri que estar só é diferente de estar vazio.
E que, às vezes, a gente precisa da solidão pra lembrar de quem é.
Aprendi a me escolher, sem medo.
A cuidar de mim, sem pressa.
A não aceitar menos do que eu sei que mereço.
Hoje, se não for inteiro, eu não fico.
Se não for recíproco, eu me retiro.
Porque depois que a gente conhece a paz da solitude,
não se contenta mais com metades.
Me amar foi o início da minha cura.
E a minha paz… virou sagrada.
Se eu não morri com tudo o que me aconteceu,
é porque nasci para ser protagonista.
Não figurante de dor alheia, nem espectador do meu próprio fim.
Já me perdi em abismos que ninguém viu.
Engoli silêncios, virei cicatriz.
Vi o mundo desabar… e ainda assim, fiquei de pé.
Aprendi a costurar minha alma nos dias em que só o vazio me acompanhava.
E foi ali, no fundo, que descobri:
quem sobrevive, não volta igual.
Volta dono da própria história.
A dor tentou me enterrar,
mas esqueceu que eu sou semente.
Hoje, reescrevo meu destino com coragem nas mãos
fogo no peito.
Porque quem já esteve no fim…
entende que o recomeço é um lugar sagrado.
E eu?
Não aceito mais ser pequeno onde nasci para ser imenso.
“Beijos que Desarmam Muros e Acendem Almas"
Tem beijos que não são só beijos.
São refúgios. Escape. Terapia.
Um protesto silencioso contra a pressa do mundo.
É no meio do caos, quando tudo aperta e o peito pesa,
que um beijo certo pode explodir como alívio e desejo.
Ele não pede licença. Ele acontece.
E quando acontece… a realidade perde força.
Só existe pele, respiração e a urgência de dois mundos que se reconhecem no toque.
Beijo bom não se planeja.
Ele invade, bagunça e cura ao mesmo tempo.
Cala as vozes de dentro. Desarma os muros de fora.
É o corpo dizendo: “fica”, mesmo quando a cabeça grita “não dá”.
E quando os lábios certos se encontram,
não existe tempo, não existe regra, não existe amanhã.
Só a verdade daquele instante, ardente, silenciosa, inteira.
Porque tem bocas que curam,
tem línguas que decifram a alma,
e tem vontades… que não cabem em horário comercial.
Beijo demorado no meio do caos:
Mais eficaz que terapia, mais gostoso que paz em dia útil.
Cura o estresse, desarma os muros e acende vontades que não cabem em horário comercial.
Saudades de perder a noção do tempo com a boca certa.
Te encontrei na energia
Te encontrei antes do tempo,
num espaço onde o corpo ainda não alcança.
Foi no invisível que tua presença me tocou
leve, mas tão intensa que quase me faltou o ar.
Não trocamos palavras,
mas tua energia gritou dentro de mim,
como se dissesse:
“É aqui. É agora. Sou eu.”
Senti teu calor sem pele,
teu olhar sem olhos,
teu toque sem mãos.
E mesmo sem saber teu nome,
te reconheci na vibração que invadiu meu peito.
Era você,
a frequência que me alinhava sem esforço,
o caos bonito que bagunçava minha paz
só pra me mostrar o que era sentir de verdade.
Talvez a gente ainda não tenha se visto…
mas já nos encontramos.
E quando os olhos se cruzarem,
será apenas confirmação
daquilo que a alma já sabia.
Você sabe que está curado quando, num domingo silencioso, sozinho, não sente falta de ninguém.
E isso não é frieza, é liberdade.
É quando o peito não aperta mais ao ver a xícara vazia na mesa posta só pra um.
É quando o silêncio vira paz, e não mais ausência.
Quando você aprende a se bastar, e o mundo lá fora não é mais um eco da carência que gritou dentro por tanto tempo.
Você sorri sem plateia.
Respira sem pressa.
E entende, enfim, que a cura não foi esquecer alguém…
Foi lembrar de si mesmo.
E se amar tanto, que a solidão deixou de ser falta e virou presença.
Isso é cura. Isso é revolução.
Isso é você inteiro, sem precisar de ninguém pra se sentir completo.
E isso… isso é foda.
“O silêncio de quem já gritou por dentro…
não é calmaria.
É cansaço.
Não é paz.
É desistência disfarçada.
Porque chega uma hora…
em que falar já não faz mais sentido.
A dor vira eco,
o coração se fecha,
e o silêncio vira proteção.
Quem silencia…
nem sempre está em paz.
Às vezes…
só cansou de não ser ouvido.
Porque o que machuca…
não é o silêncio.
É tudo o que foi dito antes dele… e ignorado.
O silêncio também é resposta… só que dessa vez, é o fim.
"A fresta que a Dor Não Fechou."
Chega uma hora em que a gente para de procurar o amor ideal… e começa a desejar apenas o amor verdadeiro.
Não aquele que chega fazendo promessas, mas o que permanece mesmo quando os dias não são fáceis.
Depois de tantas decepções, o coração não endurece, ele fica seletivo.
Aprende a reconhecer o toque leve, o olhar sincero e a alma que não assusta com profundidade.
Porque quem já foi ferido demais, não quer espetáculo. Quer presença.
A dor me ensinou a construir muralhas… mas a esperança ainda insiste em deixar uma fresta aberta.
Lá, no fundo, o que eu desejo não é muito: é alguém que saiba cuidar sem invadir, amar sem sufocar, e entender que há corações que precisam ser reencenados a bater no ritmo da calma.
Sou como uma casa antiga: carrego marcas do tempo, mas tenho espaço de sobra para quem souber valorizar cada detalhe.
"Que venha alguém extraordinário… que saiba tocar nas feridas com amor, lapidar meu coração partido e fazer brilhar de novo aquilo que a dor tentou apagar."
