Poema Nao Ame sem Amar
“Eu escreverei, mesmo depois de você.
Você é o motivo da minha existência, mas não a existência do meu ser.
Eu escreverei, mesmo depois de você.
Eu escrevo para mim, escrevo para o mundo, quanto a ti, só lhe restou o meu amor por você.
Eu escreverei, mesmo depois de você.
Escreverei uma história com um outro alguém, e em cada face, tentarei te esquecer.
Eu escreverei, mesmo depois de você.
Talvez eu escreva até depois de mim, pois antes, só existe você.
Eu escreverei, mesmo depois de você.
Narrarei a aurora da eternidade, e descobrirei que nada nesse universo, goza de tamanha beleza, quanto você.
Eu escreverei, mesmo depois de você.
Quando eu vislumbrar a face do próprio Deus, e nem mesmo ele for capaz de conceder-me a devida inspiração, eu me recordarei de você.
E então escreverei, mesmo depois de mim, de nós, de você…”
"Caminhei até o fim da noite, mas não encontrei o por do Sol.
Velejei pelas águas da solidão, atraquei em alguns portos, mas não encontrei farol.
Nessas mesmas águas, fui presa fácil, com os seus olhos castanhos, fisgou-me, em seu anzol.
Preso em sua beleza, calhou-me encalhar, em seu atol.
Existem mares vastos e profundos, mas nenhum se equipara a solidão, ao vazio do lençol.
Amor meu, sei que não sou nenhum escol.
Naveguei por esses mares, mas não vislumbrei, meu por do Sol..." - EDSON, Wikney
"Não temo, alguém capaz de me fazer recordar o passado; temo sim, alguém, capaz de me fazer esquecê-lo.
Algum'ora se vai; se foi, machuca o peito.
Deixará meu eu ao relento, abandonado, não tem jeito.
Observo os trejeitos.
Amo cada detalhe, vejo perfeição, em cada defeito.
Será o olhar? Ou o cabelo?
Será o rosado da boca? Ou o doce do cheiro?
O perfume dela. Ah! O perfume, como é perfeito.
Quanto mais o tempo passa, mais a amo; e quanto mais a amo, percebo.
Não a mereço.
Sou o sal da terra, o senhor do pecado, rei do imperfeito.
Novamente, a beleza de por do Sol; deverei admirá-la ao longe, meu ser não poderá tocá-la, azar desse sujeito.
O viver é um covarde pastor, e cada ovelha é um novo medo.
Temo, não ser seu, d'oje, até de morte, o meu leito.
Eu, não temo, alguém capaz de me fazer recordar o passado; temo sim, alguém, capaz de me fazer, esquecê-lo..." - EDSON, Wikney
"Se um amor, só se cura com outro amor, por quê meus amores, não me curou do seu?
Talvez, o amor não seja uma doença, talvez uma maldição, criada por Deus.
Uma espécie de penitência, purgatório, pra quem em outras vidas, o pecado da indiferença, cometeu.
Dos prazeres da vida, amar você, foi o que mais doeu.
As mazelas de nós dois, faz com que, acerca do deus amor, eu me torne ateu.
Te vejo, te sinto, me torno outra pessoa, me perco em seus olhos, já não sei mais, quem sou eu.
Meu caminho, só se ilumina em sua presença; em sua ausência, é só breu.
Faço uma pergunta, pra uma fria Lua, que nem mesmo o Criador, respondeu.
Se um amor, só se cura com outro amor, então, por quê meus amores, não me curou do seu?" - EDSON, Wikney
Um sentimento não pode ser uma pedra que se joga em um lago onde não se pode controlar suas ondas.
Divorciar-se da insensatez, é dar vida, acalmar as ondas e dar serenidade as atitudes.
Para que a sobra de uma resposta não seja pura falsidade, convém primeiro, ocultar seus próprios absurdos e certas atitudes.
A convicção interior precisa de sua expressão exterior.
O consciente e o inconsciente de determinadas pessoas, não conseguem entender o legado que se constrói por detrás de horas e horas de estudo e pesquisa.
Alguns relacionamentos são beneficiados e comemorados com “bodas”, outros, mesmo com o passar dos anos, com “velas” "brindes" de aniversários infantis.
O processo de maturidade para se dizer “ser” feliz, não depende do que está fora e sim, de sua concepção de fuga de sua própria realidade.
Não há um meio de dizer para si mesmo que é "feliz" se, ao retornar para casa, deixa a sua medíocre felicidade para fora.
Ser livre e feliz, é uma questão de virtudes e não de um comportamento generalizado devido a uma concepção ilógica e a substituição do verdadeiro, por um assustador motivo do comportamento e uma explicação razoável feita por sentimentos próprios indesejáveis e atribuídos a outras pessoas.
Nenhum processo de maturidade de ser feliz é possível, se não existir uma disposição de sua alma, o pensar e agir.
Uma pessoa pode viver livremente, porém! Há um morrer de cegueira, que é morrer de quem não usa a razão para viver!
Não sepulte suas virtudes, elas são responsáveis pela materialização de seus sonhos, propósitos, objetivos, relacionamentos e atitudes!
Ao avaliar uma opinião, esta, não deve ser uma coletânea “doxa” e sim, através de uma postura ética de quem externa.
Algumas opiniões ou sugestões, derivam de propagandas e não de uma raiz de atitudes ética. Opiniões baseadas em propagandas, são opiniões sustentadas por vaidades mal resolvidas.
A “ignorância” e “alienação” quando não observadas ou aceita, faz com que uma “palavra” não cumprida ou um “nudes”, tenham mais valor do que a “consciência” e a “moral”.
As coisas só terão valor na vida de uma pessoa, se ela souber para onde ela quer ir e que tipo de conhecimento e confronto ela consegue suportar.
Quando uma pessoa diz ser uma amiga, mas, não há um sentimento recíproco notório, trata-se apenas de um “encontro” ou um “oi” por pura conveniência.
Entender a combinação de sentimentos, é dar sentido à vida e se permitir fazer o melhor uso da liberdade e acolhimento.
Algumas emoções e o sentimento de liberdade, podem até nos permitir transpor desafios. Mas, se não existir o equilíbrio emocional, as atitudes toscas, rígidas e a ansiedade, não irão deixar que as habilidades se distancie dos mesmos hábitos presos no próprio casulo.
A lamentação, pode ser uma forma de não querer reconhecer a própria normalopatia.
Um déficit emocional de maturidade de “si mesmo”, pode levar uma pessoa a “não” aceitar ou ignorar as “contrariedades” que a vida nos coloca ao longo de nossa jornada.
A “paciência”, "maturidade" e o "equilíbrio" emocional se transforam em artigo de luxo frente a “não “aceitação das contrariedades.
“SE” é uma epidemia mascarada por trás de aparências reconhecidas, mas “não” assumidas por “não” saber dizer “não” e “não” entender um “não”!
Cumplicidade não é a mesma coisa que “amizade”.
Relacionamentos, precisam de pessoas com pensamentos éticos para entender a “realeza” de uma confiança.
A ideia de respeito ao outro, é gerada pela consciência por ser a “verdade” de cada “pensamento”.
Nossos pensamentos são nossas “verdades”.
Amargo da boca é proveniente a não valorização de nenhuma importância quando esta é confundida com falácias de um “eco”!
Que significado tem o latido de um cão no canil? Acaso lhes serve para comunicar uns com os outros? Às vezes o eco de um latido, faz com que os demais latem sem saber o porquê estão latindo.
A reação só condiz com o latido, quando existe ação, caso contrário, a frivolidade e a falácia, são alimentadas através do “eco” por ser gratuito.
A pior morte, é aquela em que sepultamos nossas virtudes em "vida" por não darmos o devido valor merecido e sim, ter valorizado mais à vaidade egoísta, superficialidade de relacionamentos, atitudes medíocres e a mentira.
Não existe uma única verdade por serem várias, o que existe, é um pensamento que determina o que ele mais valoriza.
As euforias servem de equilíbrio para a vida. Logo!
Todas às vezes que uma pessoa não enfrenta suas atitudes egoístas mentirosas do passado separando-as da verdade, ela irá repeti-las no presente de forma maquiada.
A anatomia do pensamento de uma pessoa em não querer interpretar corretamente o que ela ouviu, pode estar ligada ao déficit de realidade no processo daquilo que chamamos aprendizado da vida. Logo!
Às palavras sofrem com a banalização devido à falta de prudência de sua interpretação.
