Poema na minha Rua Mario Quintana
Minha força não procede do que o meu corpo demonstra, mas sim o que minha alma não deixa transparecer;
Desde que abri as cortinas da vida, o espetáculo da minha! faz parte do meu show;
Eu não me preocupo quando acabará, pois o amor pelo ato chega alcançar a eternidade do coração;
Tirei o peso dos meus ombros e me senti mais leve;
Nutri a minha sabedoria para que eu pudesse evoluir, no qual me coubesse;
Prometo à você que não esconderei a minha alegria, quando você passar;
Mas sim compartilharei os meus sorrisos convosco;
A minha ansiedade nada tem haver com apatia ou capricho do meu coração;
Mas com minhas diversidades espontâneas da minha alma!
Não me importo que julguem minhas capacidades com demagogias insensatas... Eu acredito na minha superação;
Só para o meu prazer, eu te recriei da foma que tanto me completa! Com minha maior ficção de amor, para em tanto te fazer feliz;
Muita das vezes a minha nostalgia parece o meu único consolo
E em outras pequenas vezes pedacinhos do meu corpo;
A minha imaginação é muito mais vasto que o próprio universo;
O ato de pensar no amor é a atitude de sentir a tal fato;
Hoje me despeço da relação junto à solidão... Que sempre falou mais alto em minha vida!
Pois o amor próprio decidiu se impor e retomar as regias para que pudesse falar suavemente ao coração;
Hão de me julgar por demonstrar em palavras como de quem toma conta da vida;
É que a minha criação é mesmo assim, incumbido e responsável pelo caminho poético e literário;
Não questiono a postura do seu coração de não enfatizar o paradoxo da pergunta de qual é a minha intenção;
Hão de me indagar o do por que eu amo o amor:
A minha existência foi incumbida de multiplicar o amor através de palavras poéticas...
O foda-se que está aprisionado pela minha educação
Adquiriu habeas corpus para se defender das suas opiniões;
