Poema na minha Rua Mario Quintana
Não preciso de drogas para criar asas, pois tenho minha imaginação;
Com ela não preciso voar! Somente sonhar;
Me pego a observar as atitudes alheias, mas sem opinar nem muito menos julgar! Que não é de minha competência;
Minha confusão é o estado sem rumo, que alimenta o meu orgulho;
Mas que não se perde da minha coragem!
E que minha mocidade se estenda por entre o tempo, para que eu possa erguer a minha esperança com força e vontade;
"Que a minha sabedoria se construa a partir das minhas escolhas, pois é dela que serei visto como uma pessoa melhor;"
Com a minha idade, entendo que não sou obsoleto à vida;
Mas sim sou um homem inefável aos olhos de quem busca o prazer sob medida;
Chamam-me de infantil por viver a minha juventude
E chama de maduro quem brinca com os sentimentos dos outros;
Eu sempre a considerei a minha verdadeira harmonia
Mas ao final da aventura sentimental, não passava de uma música desafinada;
Que a minha veemência de cumprir com as atitudes que o meu coração deseja não seja incógnita às minhas curiosidades;
Mas que as minhas inspirações faça do meu caminho razão para que o meu próximo sorria;
E quando eu menos percebi o meu destino fez com que de repente a minha vida virasse ao avesso;
E de verdade eu gostei! Pois o avesso me caiu como uma luva;
Na vida não proclame a minha derrota, pois nada está acabado;
As minhas batalhas são meramente detalhes que retardam a minha Vitória;
O meu discernimento é recíproco à minha inspiração;
Mas os meus sentimentos é unicamente dedicado a você;
