Poema na minha Rua Mario Quintana
Tenho medo de me desorientar pelo que não entendo
Mas a minha loucura necessita se desorientar no amor com o medo;
A minha obediência é proveniente daquilo que aprendi e que vivi
E não pelo que dizem ou falam quando julgam de minha pessoa;
O ponto final da minha história só Será determinada pelo meu Deus, até que as cortinas do meu show se fechem... as minhas reticências serão prolongadas e mesmo que hajam vírgulas com as minhas dificuldades, ainda sim encontrarei um final feliz;
A minha carta de amor, não é somente minha, mas são as minhas palavras que direcionam os sentimentos a quem realmente mereça;
A minha espiritualidade precisa ser alimentada pela minha fé
Assim como o meu coração precisa do amor;
Não sou um herdeiro ilegítimo da minha própria filosofia
Sou um guerreiro aprendendo pela poesia da minha vida;
Eu me conheço como ninguém, pois a minha paz se encontra em meu silêncio e o meu coração como um refém;
O que ficará em minha boca, além das palavras doces, do sentimento que faziam o segredo mas constrangedor... Fora a vontade de beijar mais e mais;
A minha paz de espírito não é conflito por entre as diversidades da minha vida;
Mas sim, a pureza de ter a minha consciência tranquila comigo mesmo;
Saudades acariciam a minha solidão que desconhece tal sentimento amoroso, mas que furam os olhos de quem se apaixona;
A minha projeção é um filme semelhante ao cinema mudo
Uma história hilária sem falas, que provoca risos;
