Poema na minha Rua Mario Quintana
Ela não tá saindo da minha cabeça, e teima em visitar meu coração sempre que possível, deixar ela assim tão a vontade para transitar em mim, é pedir pra não esquecer esse sentimento tão inacabado.
Que me ame do mesmo jeito que te amo, pois qualquer outra forma de amor que não seja igual a minha, é dispensável, pra que a culpa não recaia sobre ninguém.
Saudades eu sinto de quem é especial, de quem marcou a minha vida, e de quem mesmo longe se faz presente.
Quando abraço uma pessoa amiga, abraço também um irmão ou irmã e acima de tudo a minha continuidade espiritual...
Sempre que alguém pronunciar meu nome ou ler a minha poesia, ali estarei, porque a minha existência foi materializada nos meus trabalhos poéticos. Ler é viver intensamente.
Já tentaram fazer eu crer que Deus não existe, mas a minha Fé resiste à escuridão porque vejo a Luz da Libertação.
Não posso impedir das pessoas não gostarem da minha pessoa. Todavia, sou o ator principal da minha história.
Não ando só… Tenho um Deus da Vitória que escreve minha história sistematicamente. Que a inveja vire pó!
O meu Silêncio fala muito e alto. Algumas pessoas é que não estão habilitadas a ouvir minha verdadeira voz.
A Vida nos ensina: Se tentar-me entender irá sofrer... Viva antes que minha irmã “A Morte” enciumada beije a vossa face no descuido da próxima esquina.
Não quero uma plateia para assistir minha solidão... É uma sensação única e Orgasmaticamente particular.
“A solidão seria na primavera, a estação mais linda do ano. As flores desabrocham, mas minha alma não. O mundo está belo, o clima é agradável, mas meu eu interior está abalado, incapaz de admirar a estação. A solidão é bela, mas dolorosa.”
