Poema na minha Rua Mario Quintana
Quanto tempo faz, que eu não escrevo aqui, que eu não exponho minha nudez intelectual, que eu não falo com poesia que eu não vomito versos, que eu não sou a poetisa, não é que eu não queira mais isso, talvez seja só porque eu to crescendo?, eu sempre escrevi meus sentimentos, mas agora ando corrida, estudo e estudo e quando chego em casa quero dormir, do que vive uma pessoa? eu vivo de livros, e de ser eu mesma, ha eu vou comentar oque fiz numa quinta feira, eu sou do terceiro ano do ensino médio, mas eu desci rolando o morro da escola com a minha melhor amiga, pessoas do ensino medio nao tinham que ser serias? eu não sou, tenho a mania de ser peter pan, brincar de derrubar o outro na grama, brincar de estatua, ficar com o cabelo para cima de tanto correr e girar, é oque eu faço, eu vivo na terra do nunca, e para sempre, serei eu mesma.
Depois que Experimentei em Minha Vida, a Maldade Humana. Parei de Chamar Gente Ruim de Louca!
Gente Ruim Não é Louca, é Só Gente Ruim Mesmo!
Quando comecei a me amar, as ausências se tornaram liberdade, para eu pertencer a lugares cuja minha presença é essencial.
Minha boca é livre. Não se pinta por vaidade, mas por escolha. O batom não me adorna, me arma. Uso quando o desejo é meu, quando a festa exige cor ou quando a arte pede impacto. Minha boca não deve nada ao espelho, mas deve tudo à palavra.
Se for pra eu lhe falar o que sou, será melhor você conhecer a minha história então você vai saber quem sou.
Você pode vê a minha personalidade branda suave seguindo em paz de bem com a vida, no entanto não queira conhecer as minhas atitudes, as minhas atitudes está esperando você se apresentar pra eu saber quem você é, depende apenas de você.
A tua imagem que uma vez aparece em meus arquivos temporários, minha mente rejeitou, excluindo para que não reste lembrança.
Olhando em teu olhar eu te falo, eu quero você em minha vida feiticeira linda, mulher encantadora de beleza extravagante, vem desbravar minha timidez suave com tua fúria escandalosa devastadora, eu quero você em minha vida vivida.
Não sei se é alfazema ou um jardim inteiro que exala de ti,
mas teu cheiro embriaga a minha alma e faz festa nos meus pulmões.
A tua presença perfuma minha respiração, envolvendo-me um ser feliz de alegria onde a poesia exalta o teu nome rainha mulher.
Eu queria te dizer que a amo, mas tua ausência cala o que o coração grita, e minha voz se perde onde você não habita.
Sobre meu rosto cansado afadigado, o céu, cúmplice da minha dor, esconde as lágrimas que o mundo não pode enxergar.
Gritei o teu nome na sombra do esquecimento, mas não estavas lá. Busquei abrigo na minha angústia devastada, o teu silêncio foi a única resposta.
Durmo bem para não acordar cansado, nenhum banquete de consciência catástrofe vão confrontar minha alma feliz.
O escândalo não me decepciona nem abate minha alegria, com a decepção me tornei mas forte, na angústia a inquietude sofrimento ansiedade obterem o equilíbrio, em meu silêncio o vento dançou a luz sorriu o sol brilhou de felicidade, a dor chegou a cura adornou, a vida vela velejar a vida.
Estou preso atado fugindo de mim, minha tentativa na ignorância não soma resultados apenas contraiu ausência em minha felicidade.
Eu não vou me dá o luxo de uma companhia confrontar a minha vida vivida em anos de paz amor e harmonia.
