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Poema na minha Rua Mario Quintana

Cerca de 94449 frases e pensamentos: Poema na minha Rua Mario Quintana

A minha vida inteira
Eu nunca estive presente
Era apenas um fantasma
Fugindo de medo
Aqui nossos sonhos não são feitos
Eles estão vencidos

Nada é igual sem você


(...)Nada mais é igual desde que você entrou na minha vida. Aos poucos eu fui entendendo que não importava onde eu trabalharia nem qual seria o meu salário se eu não tivesse a certeza de que você estaria em casa me esperando pra jantar. Percebi que por melhor que fosse meu emprego ou promoção, nenhuma alegria seria completa se não fosse dividida com você. Nada mais faz sentido se eu não tenho a certeza de que você estará comigo.

Sempre acreditei que as coisas deveriam acontecer naturalmente, que seria um erro forçar situações ou possíveis entendimentos. De repente me sinto de mãos atadas por sentir que estou te perdendo, por não poder fazer nada além de esperar. Quero te olhar, te tocar, te abraçar. Quero que você saiba nunca senti algo tão forte, que nada do que te falei foi em vão. Nossos planos estão todos aqui na minha cabeça, ansiosos pra se concretizarem, e eu não vou permitir que nenhum deles escape do meu pensamento.

Sinto tua falta. Preciso ouvir o teu bom dia antes de sair de casa. Não consigo dormir sem seu beijo de boa noite. As horas passam devagar, minha mente voa, não consigo me concentrar em nada. Penso em você mesmo que involuntariamente, sonho com o longo caminho que planejamos juntos e mal iniciamos a percorrer. Não me restam muitas certezas desde que não te tenho mais ao alcance dos meus dedos, mas uma coisa eu te digo com convicção: eu não vou ficar parada assistindo você partir. Você não vai sair tão fácil da minha vida. Não sem antes a gente ter vivido tudo o que temos para viver.

Minha mão está suja.
Preciso cortá-la.
Não adianta lavar
A água está podre.
Nem me ensaboar
O sabão é ruim.
A mão está suja,
suja há muitos anos

(A mão suja)

Você pra mim

Fico feliz por ter te conhecido
Agradeço por você
Fazer parte da minha vida

Sinto-me ótimo quanto estou ao seu lado
Gosto de conversar com você,
Eu te entendo e
Você me entende,
Isso é sensacional.

Além de linda, você é inteligente.
E isso me fascina
Curto muito o seu jeito.

Contigo eu aprendi muitas coisas
Com seu jeito coerente e otimista
De viver a vida,
Ensinou-me muito

Gosto da sua filosofia de vida
Por causa de pessoas como você, que são raras
Que ainda creio no amor
Obrigado por você existir
Simplesmente te adoro.

Me beija de novo...
Dessa forma apaixonada...
Faz o meu corpo flutuar...
Minha mente transcender todos os limites...
Me beija de novo...

“Sou a única atriz.
É difícil para uma mulher
interpretar uma peça toda.
A peça é a minha vida,
meu ato solo”.

Permite minha ousadia

Se tua boca me desses
E teus lábios me beijassem,
Quem sabe, amor, não fizesses
Que nossos corpos se amassem.

Se a tua pele se entregasse,
Desinibida ao meu tacto,
Quem sabe não te levasse
A uma união de facto.

Se ao menos te permitisses
A aceitar o que proponho….
Talvez a porta me abrisses
E eu entrasse no teu sonho.

Te entregasses ao desejo
Me aceitasses com ternura,
E depois dum longo beijo
O arrepio da loucura.

Depois queimar-te na chama,
No fogo que tenho em mim…
Salta a fogueira, me ama,
Abre-te e diz-me que sim.

Entrega-te à fantasia
Na maior intimidade,
Permite minha ousadia
Deixa que te ame, à vontade.

Você foi a minha vida Holly, mas eu sou apenas um capítulo da sua, haverá mais eu prometo portanto aqui vai o meu grande conselho: não tenha medo de se apaixonar de novo, fique atenta àquele sinal de que não haverá mais nada igual.
P.S. Eu sempre vou te amar.
(P.S. Eu Te Amo)

" Que eu envelheça...
Que na minha pele possam surgir todas as possíveis rugas.
Mas, que meu coração, jamais fique indiferente ao amor.
Que eu nunca perca o poder de demonstrar um simples gesto de ternura."

Livre não sou, que nem a própria vida
Mo consente.
Mas a minha aguerrida
Teimosia
É quebrar dia a dia
Um grilhão da corrente.

Livre não sou, mas quero a liberdade.
Trago-a dentro de mim como um destino.
E vão lá desdizer o sonho do menino
Que se afogou e flutua
Entre nenúfares de serenidade
Depois de ter a lua!

Miguel Torga
TORGA, M., Cântico do Homem, 1950

Procuro evitar comparações
Entre flores e declarações
Eu tento te esquecer
A minha vida continua
Mas é certo que eu seria sempre sua
Quem pode me entender
Depois de você, os outros são os outros e só

Vi pela primeira vez na multidão
A praia foi a moldura da situação
Minha pele negra brilhava ao sol

Só em olhar
sentia vontade
só em piscar
sentia saudade

Decepção
mas que decepção

Ela segurou a bolsa quando me viu
Sua postura demonstrava uma insatisfação com a minha cor
Seu olhar me fuzilava sem pudor
E a minha alma nua
alvo das flechas da discriminação

Decepção
mas que decepção

Só porque o meu cabelo é rás’
minha mente é paz

⁠A Solidão da Minha Solitude

Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.

Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.

É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.

Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.

E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.

Uma voz doce e calma
A voz que aquece a minha alma
Logo imagino o teu olhar
Imagino ele ao brilho do luar
Com seu sorriso resplandecente
E uma beleza fervente
Com um olhar inocente
Porem a mente nos surpreende
De inocente ela se faz
Eu sei do que ela é capaz

Pensamentos não são lamentos

Maio 31, 2008 at 10:19 pm (amor, minha verdade)

Ela tornara a lembrar daqueles dias em que seus ouvidos cansavam de uma conversa que ela já sabia de cor;
Olhou para o telefone afim de escutar novamente aquela voz segura, uma impertinência no sotaque e um ‘alô’ cheio de malícia.
Quantas e quantas vezes ela ensaiou frases indelicadas e verdades que jamais seriam ditas…
Ela sabia que haveria uma réplica da parte dele, que provavelmente a deixaria sem fala e sem razão, e a partir dali, todos os ensaios das noites insones seriam esquecidos e o máximo que ela poderia fazer era prometer que aquela foi a última vez que ligara, e ele lhe diria um adeus num tom de deboche, sempre orgulhoso.
E então ela só precisava respirar durante alguns segundos, se recompor e buscar em sua mente todas as formas de dizer o quanto era desagradável tê-lo como lembrança, e chegara a ser vergonhoso a maneira como ela havia deixado ele conduzir aquela relação.
São apenas pensamentos fora de hora e de lugar, fora de suas próprias razões, que teimam em não querer achar significado em dias assim. E durante seu pré-sono, ela fica imaginando se ele ainda prefere dormir naquela posição que esconde praticamente todo o seu rosto, ou se ele continua com aquelas manias que a faziam odiá-lo até o próximo beijo.



- Biani

Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica

Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.

Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.

Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.

Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.

Ei, garota, você é perfeita.
Você encheu minha barriga de borboletas
Com o seu olhar penetrante
Agora te quero a todo instante
Meu coração está radiante
Com este sorriso tão resplandecente.

A minha noite

Na solidão da noite escura
Noite escura e fria
Noite calada e triste
Noite que é minha conselheira
Noite que é minha companheira
É de noite que penso
É de noite que sinto
É de noite que tento me encontrar
Encontrar sim
Porque me sinto perdido
Perdido nos meus pensamentos
Perdido nas minhas ideias
É na noite que sonho ser feliz
Que procuro encontrar o caminho
Para que os dias sejam de sol
Na solidão da noite escura

Devolva meu sorriso

Você tirou de mim tudo de bom que eu possuía.
Tirou minha tranquilidade...
Tirou minha felicidade...
Tirou meu calor...
Tirou meu amor...
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.

Você abusou dos meus sentimentos.
Fez de mim poço de suas frustrações.
Tudo o que eu queria era só te amar,
E você brincar... E nessa brincadeira de amor,
Conseguiu me mahucar.
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.

Das alegrias que trago na vida,
Você é a melhor.
Das decepções e tristezas que trago comigo,
Você é a pior.
O sofrimento e a solidão andam juntos em meu caminho.
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.

Você me ensinou a viver,
Você me mostrou o que é sofrer.
Você me ensinou paixão,
Você me mostrou o que é solidão.
Você me ensinou o amor,
Você me mostrou o que é dor.
De tudo que você me ensinou e me mostrou...
A minha felicidade de um jeito insano tirou.
Hoje, te peço apenas isso:
"Por favor devolva... Devolva meu sorriso..."

⁠A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor

Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.

Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.

Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.