Poema na minha Rua Mario Quintana
Eu amo a vida, eis a minha verdadeira fraqueza. Amo-a tanto, que não tenho nenhuma imaginação para o que não for vida.
Gostaria de poder jogar fora os pensamentos que envenenam minha felicidade. E, mesmo assim, sinto certo prazer em ceder a eles.
Quando eu estiver velha e minha filha me perguntar quem foi meu primeiro amor, eu não quero pegar meu álbum de fotos antigas. Eu quero ser capaz de apontar para o outro lado da sala e dizer: ele está sentado bem ali.
Não sou uma pessoa de muitos amores, então gosto de reciprocidade. Dei minha última cartada, a partir de agora apenas espero ou desapego, depende de como vem.
Você sabe que sem querer roubou meu coração, entrou na minha vida e mudou meu mundo.
Espero que nunca mais saia dela e que entre cada vez mais.
O vazio que sinto pela tua ausência entristece meu dia e o cair da noite deixa mais sombria a minha alma atormentada...
As pessoas me perguntam qual é a minha religião. Eu lhes digo: a minha religião é o bem.
Modo de preparo: Me coloque num abraço, mexa bem em meus cabelos, adoce minha boca, assopre minha pele. Pode beber.
Apesar de eu não poder me movimentar e ter que falar através de um computador, em minha mente sou livre.
Minha felicidade nunca dependeu de ninguém. Aprendi a ser e viver por mim mesmo. Por isso estou sempre sozinho, mas em boa companhia... A minha!
O que de esplendor outrora tão brilhante agora seja tomado de minha vista para sempre. Apesar que nada pode trazer de volta a hora de esplendor na grama, de glória numa flor, não nos afligiremos. Encontraremos forças no que ficou para trás.
Minha preferência vai na direção de uma ditadura liberal em vez de um governo democrático sem liberalismo.
Você só vai deixar de ser o motivo da minha insônia quando meus olhos não tiverem mais motivos para se abrirem e meu coração não tiver mais força para bater.
Eu fiz isso para consertar a minha vida. Não espere, fiz isso porque sou uma pessoa extremamente infeliz. Não fiz para ganhar a sua simpatia. Fiz para irritá-la. Fiz porque não superei você. Ou eu superei você e estava seguindo em frente. Eu fiz pois queria saber como era não ter dor. Eu fiz pois quis sentir mais dor. Qualquer que seja a razão, foi ruim e uma má ideia. Isso é tudo que importa.
Eu não estou interessado em nenhuma teoria, em nenhuma fantasia, nem no algo mais. A minha alucinação é suportar o dia-a-dia e meu delírio é a experiência com coisas reais.
E a minha mágoa de hoje é tão intensa que eu penso que a Alegria é uma doença e a Tristeza é minha única saúde.
Não é estranho o fato de eu saber que você arriscaria a sua vida para salvar a minha...e ao mesmo tempo não saber qual é a sua cor favorita?
