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Poema fim de Curso

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Sonhos que se perdem,
sonhos que se vão
sonhos que veem vo meu coração,
batalharei e lutarei,
se realizarei, nada sei,
mas em Deus eu sempre confiarei,
e minhas orações farei,
meu amado "Cristo" buscar-lo-ei,
choro pela batalha perdida, mas exbogeio alegria,
paz paz que em armonia conquistei.
"NUNCA DESISTIR", essa é a formula da exixtencia,
a formula na qual muitos a procuram, e todos os dias
da mesma forma a jogam fora, sem nem mesmo a perceber...
Sonhos não são apenas ilusões, mas podem ser realizações,
e futuro repleto de emoçõe.
Sonhe pequeno e não alcance nada,
sonhe muito e alcance o inicio,
sonhe alem do infinito e alcance o seu objetivo,
mas sempre lembre-se, sonho sem esperança, sonho sem batalha,
sonho sem objetividade é sonho jogado fora,
nunca se esqueça que sonho é ambição, mas com realização,
é infinita alegria.

Como seria ao caminhar contigo:
Sentiria medo ou alegria?
Não sei...
Ficaria nervoso ou apenas sorriria?
Não sei...
Talvez uma brisa vinda do mar
Me acalmaria
O que sentiria?
Não sei...
Ou ficaria em estado de êxtase
Contemplando teu rosto
E tu sorririas?
Não sei...
Ou olharia para baixo
E observaria teus pés nervosos
Junto aos meus, pela areia a caminhar?
Não sei...
Caminharia sem parar...
Com a presença de gaivotas
A nos observar?...
O que faria?
Não sei...
Só sei que para te agradar
Pela praia...sim!contigo eu caminharia.

Inspiração dos meus sonhos, não quero acordar.
Quero ficar só contigo, não vou poder voar.
Por que parar pra refletir se meu reflexo é você?
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer.

Por que parece que na hora não vou agüentar,
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar?

Como num filme no final tudo vai dar certo.
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto?

(refrão):

Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo

Caipirinha

SONHUS
(cumpadi Caipirinha)

Sonhei tantu cum vancê
Seim ao menus ti vê
Neim tão pôcu ti conhecê
Mais só queria qui fosse vancê

Meu marditu coração ti imaginô
E dentru deli si formô
E ansim si transformô
Em um novu i grandi amô

Cadê vancê qui num chegô
Sozinhu aqui iêu tô
Precisânu di vancê
Meu coração só qué ti vê
Mais num sei queim é vancê

Veim aqui
Num me dexa tão sortu
Veim lugu pra iêu
Meu amô é tantu
Mais u desancantu
Podi tudu distruí

Veim logu meu sonhu
Veim me fazê acordá
Cum você quero vivê
Noiti i dia seim pará

Vidas a ermo...

Passos dispersos no chão batido
Horizonte a muito esquecido
Eis o caminhar do homem
Na mente que tolhe
Dos pés, a firmeza
No coração que sente
Ou não, a tristeza
Imersa em lágrimas ausentes...
Ah! "É tão-somente uma vida"
Uma história marcada
Sentida
Anulada por lapsos de memória...

COMU É BÃO TÊ UM AMÔ!

Sinhazinha ocê num sabi cumu foi bão
Lê ocê sonhandu cum iêu
Queru ti confessá intão
U tamanhu das minha emoção

Coitadu du seu Santu Antoinhu
Faiz tempu qui istava di cabeça pra baxo
Agora inté si mi agradiceu
Dissi que vai dá tudu certo
U casamentu di ocê mais iêu

Seus sonhu cum nossa união
Tambeim a iêu si mostrô
Que nossa união seja prena
Di muita paciença, paiz e amô

Ocê, sinha! Vai sê a muié mais filiz da roça
As otra vão ficá tudo cum inveja
Di sabê que ocê conqustô u coração
Du mais cobiçadu homi da região

Num si apreocurpe cuns infeiti
Di tamanha dicraração
Ocê simplesmenti
Já é dona du meu coração

Das fulô mais bunita
Que Deus pois nu jardim
Tirou di lá i colocô
Bem juntinhu di mim

É ocê, muié das mais cherosa
Só num possu dizê qui é gostosa
Só dispois di si casá
Vô tirá essa prova

Voismicê vai sê a rainha
Aqui du meu roçado
Inté as ladainha
Vai falá da sinhazinha

Prometu intão, meus incantu
Cuidá di ocê com muitu dengu
Fazê ocê a mais filiz
Di tudu quantu é cantu

Inté, intão minha doci paxão
Muié qui Deus mi presentiô
Quero ocê com toda emoção
Guardada sempri nu meu coração


Joca Caipirinha
Seu amô du sertão.


PêÉssi:
Mum possu dizê qui sô fazendêro ricu
Mais tenho terra que somi nas vista
Meus gadu, minha prantação
São tudu meu ganha pão

Tenhu uma viola qui faço chorá
Pra modi cantá pra ocê, sinhá
Uma sanfona pru fole puxá
I nossa vida alegrá

Tenhu u sangui doci
Mais tá tudo dentru dus contròli
Num si preocurpe cum issu
Galu bão, quando perdi as ispora
Si adefendi cuns bicu

O MEU TEMPO

É tempo de brincar;
É tempo de sonhar;
É tempo de sorrir;
É tempo de amar;

É tempo de conversar comigo mesma,
É tempo de tentar me conhecer;

É tempo de aprender a lidar
com as coisas boas e más da vida;
É tempo de começar a caminhar
com os meus próprios pés,

Mas será que é mesmo tempo?
Será que estou pronta para
tomar minhas próprias decisões?
Não sei!

Mas dizem que tudo acontece
no momento certo,
e, sinceramente, eu acredito nisso.

Cada um tem o seu tempo.
E quando chegar o meu...
Saberei.
Porque meu coração me dirá.

" Eu só quero viver,
Só quero sonhar.
Não quero morrer,
Quero me alegrar.
Me deixa te ver!!
Se não vou chorar.
Escolhi não sofrer..
Me arrisquei por te amar."

Na noite passada sonhei com você.
Acordei com tanta saudade.
Tento entender em que se define essa saudade e não consigo.
É uma mistura de paixão com amizade e medo,
Lembranças com vontades e desejos.
Queria poder te dizer, mas com as palavras certas.
Não seria possível, que palavra usaria para definir um sentimento que só me confunde?
Como te explicar o que eu não entendo?
Deixo o tempo passar e espero que um dia sinta por mim o que sinto por você.

Natureza, misteriosa natureza,
Há tempos sua presença habita meus sonhos,
Seus bosques escuros,
Sua voz estrondosa como trovão, suave como o cochichar da brisa.

Sinto falta dos tempos em que em seus rios nadava,
Sua beleza contemplava,
O canto de seus pássaros admirava,
Em seus palácios de pedra habitava meu espírito.

O arco-íris nossa aliança, selava o casamento,
Mas com o tempo me acomodei,
E sem perceber te maltratei,
A água que bebo contaminei, o ar que respiro polui...

E agora com esta carta venho implorar seu perdão,
Sem teu abraço, sem teu sorriso não posso ficar,
Mas agora percebo que só não sofro,
Pois juntos sempre estivemos, e juntos morreremos.

Eu amo tudo que me toca a alma, que me conquista, ainda que não permaneça.
Amo tudo que desperta minha curiosidade, o desejo de saber e, de repente, descobrir que nada sei. Aposto minhas fichas no caminho, mesmo sem saber o meu destino. Desejo boas-vindas às boas companhias, aquelas que, por bem ou mal, me fazem aprender e permitam que eu cresça.
Acredito na verdade por discernimento e na mentira por opção, mas nada me faz viver por meias palavras, melhor que se aquietem. Mais vale uma boa dose de silencio, com essa mesma dose eu brindo a denuncia de um olhar, pois são “palavras” verdadeiras e compreendidas sem esforço.

"Alma Perdida"

Sou alma perdida no meio da solidão.
Sou sombra que caminha no vale da morte,
O ser que arranca as suas próprias entranhas.
Minha alma tem espelhos partidos,
Absorvem toda a vida que possa existir em meu redor.
Sou espírito que canta marchas fúnebres.
Rasgo os céus com minhas lágrimas.
Ninguém ouve meus gritos.

Madrugada

Chocolates, vinhos e belos homens
povoam os sonhos dessa madrugada
E eu aqui acordada.

Hoje?
A Jessinha que cresceu largou as bonecas para conquistar o mundo
deixou de ser fútil,
aquela que acredita mais em si,
já foi magoada por alguns mas tem o dom de não guarda rancor, porem as feridinhas sempre ficam
A que já cometeu milhares de erros (masassimcaminhaahumanidade). E a que o maior acerto veio através de linhas tortas (Eitafaltapoucoparaumano)
A garota que mesmo cheia de feridinhas no coração não para um segundo.
RI, CHORA,ABUSA MUITO....
É assim... a Jessinha de hoje não e a mesma de ontem.
Conheceu o amor
Vivenciou situações de gente grande
Brigou...
Aprendeu seus direitos.
Já sabe ir e vir.
Conheceu alguns seus medos e os driblou.
Já não é mais uma criança e sim uma MULHER.
By: A namorada do
Eudes

Amor é dor,
Amor é prazer;
O Amor faz viver,
Mas de tanto Amar posso morrer!
Amor é um sonho.
Amar é ilusão.
"Te Amo!" eu quero ouvir,
Mas se ouço, essas palavras soam falsas ao meu ouvido.

Sonhar, simplesmente viver
Viver, simplesmente sonhar
Sonhei a saudade sozinha de ontem
vivi a vida vivendo hoje.

Num sonho eu era como o vento e podia voar
Voei pra ver as maravilhas de cada lugar
Dancei com os índios, mergulhei entre os corais
Troquei idéia com um coroa que era demais
Vi dreadlocks e confetes bailando no ar
E três amigas se abraçavam de se transbordar
Agradecido, aplaudi o pôr-do-sol
Por onde for terei seu fogo como o meu farol

Sonhei

Olhos negros como a noite
Olhos penetrantes e agateados
Boca pequena
Boca suave e doce

Pele clara como o sol
Pele fina e sedosa
Gestos simples e objetivos
Gestos sábios e coletivos

Essa é a mulher que eu pretendo ter
Essa é a pessoa com quem eu pretendo viver
Esse é o ser que eu pretendo dizer:

"Você é a mulher do meu sonho
Sem você eu era tristonho
Com você eu fico zonho".

Loucura de sonho naquele silêncio alheio!...
A nossa vida era toda a vida... O nosso amor era o perfume
do amor. . . Vivíamos horas impossíveis, cheias de sermos
nós. . . E isto porque sabíamos, com toda a carne da nossa
carne, que não éramos uma realidade. . .
Éramos impessoais, ocos de nós, outra coisa qualquer. . . Éramos
aquela paisagem esfumada em consciência de si própria. . .
E assim como ela era duas — de realidade que era, e ilusão
— assim éramos nós obscuramente dois, nenhum de nós sabendo
bem se o outro não era ele-próprio, se o incerto outro vivera.
. .
Quando emergimos de repente ante o estagnar dos lagos sentíamo-
nos a querer soluçar. . . Ali aquela paisagem tinha os
olhos rasos de água, olhos parados cheios de tédio inúmero de
ser. . . Cheios, sim, do tédio de ser qualquer coisa, realidade ou
ilusão — e esse tédio tinha a sua pátria e a sua voz na mudez e
no exílio dos lagos... E nós, caminhando sempre e sem o
saber ou querer, parecia ainda assim que nos demorávamos à
beira daqueles lagos, tanto de nós com eles ficava e morava, simbolizado
e absorto. . .

Recolher

Sonhar tornou-se pecado
Deita-te sob a lama que se forma
E conforma, resignação que me traz ânsia

Enojo-me dos seus beijos
Seu hálito é fétido
Diz-me que a vida é assim

Não quero entender seus propósitos
Você não tem alma
E ainda resta-me o direito de manter a minha

Abaixo da terra, sua dignidade
Acima dela, suas futilidades
Faço parte daquilo que foges

Imagens de pedaços de nada
Que juntas sem porquê
No entanto, continuas a recolher

Papéis aos montes
Como um catador de lixo
Abutre mórbido

Comes a carniça
E a vida que conhece e prova
Vem da morte alheia

Seu corpo está deformado
E ainda consegues sentir-se belo
A soberba é a bala que carregas na testa

Bernardo Almeida (Livro Achados e Perdidos)