Poema Engraçado
Engraçado.
Gostam sempre de repetir:
–Errar é humano!
E eu gosto e repito também:
–Sim, meu bem.
Mas esta não é uma boa desculpa para continuar a errar.
Entenda que: Perdão não é dar permissão para desrespeito.
E nem tente dizer que 70×7 é "infinito".
E se acredita nisso, te peço, encarecidamente, que me dê os mais coerentes fundamentos de que é este o real significado.
Jeff
Ele é de outro nível.
Engraçado, esperto, meio desorganizado.. Desses que parecem bagunça, mas funcionam.
Tem um coração enorme, maior do que a própria presença.
É surfista… e não sabe nadar.
Ironia fina da vida.
Marinheiro completo: atravessa da tempestade à calmaria com elegância.
Vê o perigo antes de todo mundo, mas escolhe não espalhar pânico.
Observa, calcula, protege.
Coisa de homem grande..Maior do que se imagina à primeira vista.
Pantaneiro de raiz,
tocador de viola com mimos que vão até Teló,
carrega na música o que não precisa explicar em palavras.
É querido.
E raro.
Daquelas poucas e belas pessoas que a vida, vez ou outra, cruza no nosso caminho..
Não pra ficar de passagem,
mas pra deixar marca.
Eu não sou só o que ri.
Eu sei que muitos me veem como o cara leve.
O engraçado.
O que transforma o peso em piada
e o silêncio em riso.
E tudo bem.
Esse também sou eu.
Mas existe um erro silencioso quando acham que isso é tudo.
Porque ninguém vê o quanto eu penso.
O quanto eu observo.
O quanto eu seguro coisas que não viro brincadeira.
O quanto eu sei ser sério quando a vida pede seriedade.
Talvez o problema nunca tenha sido eu ser alegre.
Talvez tenha sido eu me esconder atrás disso.
O riso é confortável.
Ele aproxima, desarma, protege.
Mas ele também cria uma imagem fácil de engolir.
E eu não sou fácil.
Quando a situação exige postura, eu tenho.
Quando alguém precisa de cuidado, eu cuido.
Quando é hora de sustentar, eu sustento.
Só que isso quase ninguém vê —
porque quase ninguém fica quando a piada acaba.
Eu não quero deixar de ser leve.
Quero deixar de ser subestimado.
Não por arrogância.
Mas por verdade.
Ser inteiro dá trabalho.
Assusta.
Exige que o outro me veja além da superfície.
E exige que eu permita isso.
Eu não sou contraditório.
Sou profundo.
O riso não nega minha responsabilidade.
Ele convive com ela.
Quem me confunde com superficial
nunca teve coragem de ficar quando eu fiquei em silêncio.
E tudo bem.
Nem todo mundo precisa me entender.
Mas quem quiser caminhar comigo
vai ter que aceitar que eu sou mais do que pareço.
Eu sou leve —
mas não sou vazio.
Tudo tem uma última vez na vida, mas sabe qual o engraçado de tudo isso?
São poucas, muito poucas, as coisas na qual você vai saber que é o teu último toque. escassas, as vezes que você vai saber do último "tchau" que deu a quem ama. Quase nula, as vezes que você saberá ao guardar o seu brinquedo, que é a última vez que brincará. Irrisórias, as vezes que você vai saber que este será o seu último dia nessa terra. Tão insignificante, as vezes que saberá que é a última vez que escuta uma música, que sai com seus amigos, recebe um presente de sua vó, faz uma festa de aniversário ou simplesmente sente o calor de um abraço.
Por isso, ouçam-me:
dancem mais, cantem mais, corram mais;
abracem, beijem, chorem, gritem, festejem mais;
saiam mais de casa, vejam mais, ouçam mais, criem mais memórias.
Aproveitem cada dia, sabendo que ele verdadeiramente, pode ser o último de suas vidas.
Engraçado como a letra fria pode cegar quem não busca o sentido do Ser. Quando Jesus fala em "espada", Ele não fala de metal que fere o corpo, mas da verdade que corta a ilusão. A "divisão" que Ele propõe não é o ódio, mas a coragem de não ser conivente com a hipocrisia, mesmo que ela habite o nosso próprio lar.
SerLucia Reflexoes
Uma amizade distante.
Engraçado como a vida aproxima pessoas, mesmo quando o mundo insiste em mostrar distância. O universo mandou uma amizade pra mim, não sei se para sempre ou se pode ter um fim. Percebi que ela carrega dores que eu reconheço,
mas em versões muito mais dolorosas,
mais profundas,
mais silenciosas.
E talvez seja por isso
que exista tanta compreensão nas palavras dela.
Por que alguém que já atravessou tempestades grandes,
Já aprende a enxergar a chuva no olhar do outro.
Mesmo sendo de tão longe,
ela entende sentimento,
que muita gente perto não conseguiu entender.
Às vezes a vida une pessoas assim:
não para apagar cicatrizes,
mas para lembrar que ninguém precisa carregar tudo sozinho.
T.Lauren
O Último Registro da Raça Humana
...Ele foi Bravo, Calmo, Irritado, Feliz,
Engraçado, Triste, Bom, Mal, Justo, Sonhador, Respeitado, Amado, Odiado, Escorraçado, foi Alegre, Depressivo, Empolgado, Cansado,
Distraído, Observador, Cantor, Compositor. foi Pai, Irmão, Filho, Tio, Padrinho, Amigo, Marido, Vizinho, Falso, Honesto, Conhecido, Trabalhador, Desempregado, Mitra, Caridoso,
Esbanjador, Pensativo, Ausente, Atento, Esportista, Sedentário, Derrotado, Vencedor. Egoísta, Companheiro, Violento, Carinhoso, Indeciso, Mentiroso, Correto, Verdadeiro, Preso, Condenado, Inocentado, Libertado,
Ateu, Crente, Católico, Budista, Xiita, Pastor, Poluidor, Ambientalista, Analfabeto, Leitor. foi Ídolo, Desconhecido, Exemplo, Esquecido, Pobre, Rico, Ridículo, Belo, Escravo e Senhor.
Embaixador da boa Vontade, Terrorista, Matador, Ativista, Pacifista, Homicida, Doutor, Doador, foi Santo, Bendito, Imaculado, foi Pecador. Ignorante, Sábio, Discípulo e Educador.
Ele foi descendente de Eva e Adão,
Brotou, durou e expirou na Alameda do Éden,
Evoluiu dos Primatas, foi Homo Sapiens.
É engraçado sentir o coração bater descompassado pela ausência de alguém...
Ser abordado por um sentimento maior que nossa própria vontade...
Uma saudade que não se explica, pois é saudade de algo que não se viveu, mas que se deseja.
Hoje vou dormir com a saudade e despertar com vontade...
Vontade de viver com você, tudo que não vivi.
Engraçado...
Você não soube me valorizar quando eu era incrível pra você.
Agora que sou incrível pra mim, quer voltar? Eu não sou museu de ex.
Van Escher
É engraçado quando se aproximamos de alguém sem o conhecer.
Mas engraçado é quando mesmo sem conhecer surge um sentimento de gratidão. E o fato de que cada dia que passa esse sentimento se transforma te deixando ainda mais confuso, então você pensa, será que estou reagindo da forma certa ou estou mais uma vez caindo na minha própria ilusão?
Sentimentos são traiçoeiros, devemos sempre desconfiar mesmo esse sentimento partindo de si mesmo.
É engraçado como as pessoas funcionam. Hoje vi que jogaram vários livros no lixo. Para quem jogou fora, deve ter sido uma alegria limpar a casa e tirar o que achava que não servia mais. Mas para mim, que encontrei aqueles livros ali jogados, deu uma tristeza danada.
Livro não é lixo, é história. É o sonho de alguém que escreveu e o aprendizado de quem leu. Recoli cada um com cuidado, porque enquanto eu tiver um espaço na minha estante, nenhuma dessas palavras vai ser tratada como sobra. O que era resto para os outros, agora é companhia para mim
DeBrunoParaCarla
Intimidade da morte
É engraçado como eu e a morte somos próximos. Ela me avisa que vai tirar alguém de mim, como se isso fosse fazer doer menos, mas ela não me explica por que isso tem que acontecer.
Ela chega sem pedir licença, senta ao meu lado em silêncio e me encara como quem já conhece todas as minhas fraquezas. Às vezes diz quando, às vezes dá um aperto no coração, mas nunca diz como. Apenas deixa a sensação de que algo está prestes a mudar para sempre.
O curioso é que mesmo odiando sua presença, eu aprendi a reconhecer seus passos. Antes de cada despedida, existe um silêncio diferente, um peso no peito que nenhuma palavra consegue aliviar. E eu fico tentando negociar com o inevitável, como se o universo aceitasse barganhas feitas com lágrimas.
A morte sempre leva alguém, mas nunca leva apenas uma pessoa. Ela também arranca pedaços de quem fica. Rouba risadas que ainda não aconteceram, conversas que nunca serão terminadas, abraços que estavam guardados para outro dia qualquer.
E ainda assim, a vida insiste em continuar. O sol nasce como se nada tivesse acontecido, as pessoas seguem seus caminhos, o relógio não atrasa por causa da nossa dor. Talvez seja essa a parte mais cruel... descobrir que o mundo não para quando o nosso desaba.
Talvez um dia eu entenda por que algumas histórias terminem, talvez eu nunca entenda. Mas até lá, vou carregar comigo a saudade de quem partiu e o privilégio de ter vivido momentos que nem a morte foi capaz de apagar. Porque ela pode levar corpos, vozes e presenças, mas nunca conseguirá apagar o amor que ficou.
E sem perceber, a cada despedida ela volta a me visitar... Já não somos mais estranhos.
Entre perdas, silêncios e saudades, eu e a morte vamos nos tornando íntimos, não porque eu a aceite, mas porque ela insiste em fazer parte da minha história.
Eu acho engraçado casais unilaterais.
Parece que só um sente, só um ressente, só um ama, só um está feliz...
Estranho isso.
Aliás, não acho nada engraçado isso não.
A palavra não é bem essa.
É patético mesmo, e o patético de vez em quando faz até a gente sorrir...
E sentir pena alheia...
Às Vezes, o Amor Chega Baixinho
Engraçado... o coração mudou de direção.
Já não procura quem virou solidão.
Hoje, no meio do caos, do vazio e da dor,
foi o teu silêncio que me falou de amor.
Você diz tão pouco... e mesmo assim me alcança.
Em poucas palavras, reacende minha esperança.
Eu estou gostando de você, não há mais como esconder.
Pois quem toca a alma em silêncio, faz o coração florescer.
✍🏻 Lucci Santz
Amo o amor...
Engraçado amar poesia, amar filmes românticos e na vida ser tão prática.
Mas, o que desejo é amor com substância... macio, aconchegante e nobre. A vontade de amar está intacta aqui... é o que me mantém viva, elegante e inteira. Por isso não aceito menos do que tem aqui dentro de mim.
Me acostumei
É engraçado, mas me acostumei erroneamente a cair em teus abraços mesmo nos dias ruins e sem motivos para tal,
na montanha russa emocional o vácuo de dias não pode ser tampado com um dia da presença aventureira, mas...
na ponte do tempo existe o abismo que separa a inocência dos inocentes, separa o coração do corpo, separa a maré boa do oceano cinza, porém não consigo enxergar em meio a densa neblina que cobre a ponte,
a indiferença e o auto controle se desarmam facilmente quando tropeçam com o involuntário e o instintivo , basta apenas se cruzarem,
quando bater a saudade a minha proteção de tempo e distancia será quebrada mais uma vez e então o ciclo de consolação de um bêbado arrependido se reiniciará perpetuamente ou o prêmio de alívio de um coração impactado renascerá mais uma vez.
Pouco não basta
Eu não cobro o mínimo porque apenas o muito me satisfaz,
é engraçado sentir a dor da saudade sem poder ir atrás na maioria das vezes,
um dia você está fazendo planos que envolvem lugares, pessoas, sentimentos com sabor de mel e até lembranças do que não deveria ter acabado por algum motivo qualquer,
na dor ou na sensação do prazer a abundância se faz presente mesmo que com conotações diferentes,
tudo que nos marca muda a nossa forma de ver ou se entregar a vida, as vezes queremos viver por muito tempo e profundamente dentro do mesmo segundo que ganhamos a confiança e a esperança na medida certa vistos através daquele olhar,
o importante é viver o projeto e se ele tiver que ser reiniciado várias vezes, a desistência não terá fôlego nas decisões.
Me acostumando
[Verse 1]
Engraçado como tudo muda sem aviso
Os abraços viram ecos no improviso motivos perdidos
Soltos na montanha russa que não quer parar
(Refrão)
Tô me acostumando com o ciclo sem final Coração bêbado de um impacto emocional
Saudade que dança na neblina sem razão Perpetuamente preso na contradição
[Verse 2]
Ponte ou abismo, quem pode dizer? Aventureira mas sem saber onde vai deixar a inocência se perder
Vira indiferença, tudo fica involuntário mas deixa sua presença em cada volta em cada curva e para no mesmo lugar
Mas o horizonte insiste em me chamar
Tô me acostumando com o ciclo sem final
(Refrão)
Coração bêbado de um impacto emocional
Saudade que dança na neblina sem razão Perpetuamente preso na contradição
(Verso 4) [Bridge] E se o tempo for só um truque da mente?
Se o agora for só um eco do presente? Caminho na neblina Tateando a emoção Entre o medo e a vontade Segue o coração
Antes do Abraço.
Engraçado, não é?
Tudo começou
com um simples aplicativo de mensagens.
Algumas palavras,
algumas risadas,
e, sem que percebêssemos,
uma amizade começou a criar raízes.
Hoje,
já não me vejo
sem você por perto,
mesmo que esse "perto"
caiba apenas na tela de um celular.
Foi o seu jeito.
Suas manias,
sua teimosia,
essa vontade bonita de viver
e a forma tão única
de enxergar o mundo
que me fizeram permanecer.
Dizem
que a distância afasta.
A nossa,
fez o contrário.
Transformou mensagens
em presença,
silêncios
em companhia,
e o tempo
na prova mais bonita
de que uma amizade verdadeira
não precisa dividir o mesmo lugar
para encontrar morada no coração.
Três anos...
e, ainda assim,
nunca dividimos
o mesmo abraço,
o mesmo caminho
ou o mesmo pôr do sol.
Mas dividimos
alegrias,
medos,
lágrimas,
conquistas,
esperas
e tantos dias,
que a distância
já não consegue medir
o tamanho do nosso laço.
Às vezes,
conto as horas
imaginando o momento
em que finalmente
vou te encontrar.
Não para descobrir
quem você é,
porque isso
eu já sei.
Mas para confirmar,
em um abraço,
tudo aquilo
que o coração
já conhece há muito tempo.
E, quando esse dia chegar,
não será o começo
da nossa amizade.
Será apenas
o encontro
de duas almas
que a vida apresentou
por uma tela,
mas que o coração
fez questão
de guardar para sempre.
Porque existem pessoas
que chegam por acaso,
outras pela tela.
Mas há aquelas,
raras,
que atravessam qualquer distância
e fazem do afeto
o lugar mais bonito
para chamar de lar.
Para: Larissa 💌
É engraçado...
Costumava muito ouvir falar da doçura do café com açúcar
E eu não entendia como poderia ser a sensação porque..
Por algum motivo sempre estive acostumada com o café amargo
Talvez não só pelo mau gosto, pela robustez, pelo sabor que marcava por um tempo e depois se esvaia
Talvez mais sobre o saber o que esperar do mesmo gosto que eu sentia todos os dias
Sem expectativas, sem a esperança de algo novo, sempre pronta pro amargo.
Até que em um dia qualquer me veio à boca uma doçura...
Café com açúcar.
E então um respingo de alívio que antes eu não costumava esperar
Foi como o vício.
Seu doce me criara esperança, como algo que eu gostaria de provar todas as manhãs, de todos os dias.
E então me peguei desesperada e ansiando por mais a cada minuto que se passava
Foi como um afago, um suspiro, um alívio no peito.
E um pingo de algo que eu nunca havia tido.
No entanto, cômico como uma xícara quebrada
Rápido sua doçura se esvaiu como sua chegada e então senti falta do amargo.
Aquele amargo que eu esperava todos os dias do mesmo.
Porque quando o doce sumiu, me doeu como facadas.
Me deixou marcas de queimadas na pele que o café, amargo como era, nunca deixaria.
Eu não gosto da sua doçura porque ela me dói,
Me dói como o açúcar se estilhaçando dentro das minhas veias, me dói como o último respiro de uma vida, me dói como a falta de oxigênio.
E então voltarei pro amargo
Porque nada hei de esperar de algo que sempre me entregou o que era.
Amargo.
