Poema Desejos de Elias Jose
sabe quando isso vai passar?
Quando o cérebro parar, pq tudo que ele faz é pensar e todo pensamento me leva a vc.
Não são as palavras que têm poder e sim os ouvidos de dois ou três que as praguejam ou as louvam e que no final dão os créditos dos resultados a Deus.
O meu passado me condenaria como réu confesso, não fosse a ILIBALIDADE do presente, que me absolve por pura prescrição de pena.
Falar como quem já morreu, nos dá uma liberdade de expressão tão plena, impossível de experimentar em vida.
Não fosse a Internet que me possibilitou ser técnico programador de Informática, e profundo conhecedor da IA generativa, jamais eu conseguiria ficar rico como serei.
Adjetivos são exageros precários, passageiros e substituíveis.
Contextualmente necessitam atualização permanente.
Nada mais adiável, protelável e procrastinável do que uma pia cheia de louça suja numa República. É preciso regime ditatorial e mão de ferro para cumprirem-se as escalas.
Ser brasileiro é conseguir subverter toda lógica aceitável e transgredir toda lei natural e ser feliz.
Em Las Vegas, a gente aprende a jogar para ganhar; aprende a jogar para perder; e, aprende, até, a parecer que está jogando, sem precisar jogar para ganhar.
Como pais, convivemos com uma realidade cruel, perversa e paradoxal: nossos filhos com deficiências funcionais, sensoriais, intelectuais, nunca servirão aos "Senhores da Guerra e da Morte". Damos os parabéns aos que servem?
A inspiração é carimbada como verba parlamentar que não se sabe de onde vem e para onde vai, nem para o que servirá.
Somos caçadores de serendipidades. As alimentamos em viveiros abertos, onde podem voar livres, indo e vindo. São guardiães e protetoras sempre que precisamos.
Não seja seduzido por facilidades. Elas amolecem o espírito e afrouxam o caráter, abrindo espaço para as rasteiras do Destino.
Somos contumazes jogadores. Jogamos com o futuro. Temos a certeza utópica de que sairemos vencedores. Para nós, o NIRVANA é o limite!
