Poema Desejos de Elias Jose
O amor e o ódio, caminham lado a lado, um vai prevalecer sobre o outro,, dependendo de quanto você os alimente.
Ouça diferentes perspectivas e veja as coisas de diferentes perspectivas. Lembre-se, ser fiel a si mesmo não significa ser uma pessoa rígida que arrogantemente impõe sua verdade aos outros.
Às vezes uma tristeza repetitiva e que nem goteira no teto. Se você não consetar a ruptura que está causando a infiltração, logo, logo essa abertura se rompera e inudara todo o ambiente.
Não é atoa que a peça mais rara do jogo é a dama. E é inevitável que a peça mais hábil de outro jogo seja a rainha.
Elas (mulheres) ditam a realidade de seus jogos!
Talvez eu pediria você de volta para a estrela cadente, ou para o gênio da lâmpada, ou para a fada madrinha, ou para a feiticeira, enfim, para todas as superstições que existem. Mas eu já pedi muitas vezes e elas não trazem de volta ou que nunca existiu. Se você viessem me amando seria novidade e não retorno. Posso mudar o pedido: "Que ele me ame de verdade". Porém, mendigar amor já é vergonhoso, imagina usar forças sobrenaturais para tal feito - vergonha sobrenatural -.
Não dar para ser adolescente a vida toda. Jogo de desinteresse cansa, provocações são coisas triviais, entre-olhares são fascinantes e temporários. Em certo momento queremos o que pode ser falado, ouvido e tocado. Muito mi-mi-mi acaba com uma grande história de amor.
Me enjoo de futilidades, do raso e daquilo que não passa da aparêceria. Mas não me enjoo de Pessoas. Penso que elas são como poesias/livros, filmes e músicas. Sempre que lermos encontraremos coisas novas, sempre que vermos avistaremos detalhes extraordinários e sempre que escutarmos ouviremos palavras acolhedoras.
Repare bem! Há pessoas e Pessoas. Fico com poesias/livros, filmes e músicas, que são sinônimos de Pessoas.
Crie consciência que a perfeita harmonia é feita de tonalidades diferentes. Negraliza-te! Pense no que nos une e admire o que nos faz singular. Negraliza-te! A tua luta mostra a grandeza de tua pele e de teu povo. Portanto, Negraliza-te Brasil!
Hoje eu te espero em meu Ap.. Ta tudo arrumado, na medida do possível, do jeito que sei viver como dono de casa. Troquei os lençóis, tirei a poeira e perfumei; agora te espero para jogar os sapatos de lado, folgar a roupa e sentar na cama. Vem cá, abre uma cerveja e me conta sobre você, sobre como foi seu dia e como está esse seu coração. Sei que esta vida estressante de números e pessoas te deixa cansada, sem paciência, mas também sei que quando chega aqui, teu olhar exausto se transforma em um olhar alegre, animado. Talvez sejam nossos brindes, talvez seja algo a mais... Mas o que importa? O importante é te ter aqui e te arrancar esses sorrisos leves que contagiam qualquer um. Gosto de ouvir, falo pouco, te fito,
te namoro de longe, acompanhando sua boca se movimentar contando histórias sobre seu passado e planejando seu futuro. Chego mais perto, sinto teu hálito, teu calor; começo a falar mais, abro mais uma cerveja, te roubo um beijo, sorriu, você sorri de volta, põe a mão na minha nuca e me puxa pra mais perto. O beijo fica intenso, as mãos buscam outros destinos, a bebida esquenta, as luzes se apagam, as roupas vão ao chão, os corpos se juntam e abafo teus sons para os vizinhos não ouvirem. Satisfeitos, nos olhamos no escuro; mesmo sem ver, sentimos os olhos fitando um ao outro enquanto as mãos se acariciam e as bocas balbuciam elogios carinhosos. A noite passa depressa num sono profundo e a manhã chega pra você ir embora para mais um dia estressante. “Ei, vem cá”, te chamo, você já na rua. Sussurro em seu ouvido, “essa noite te espero aqui em casa”.
A felicidade não têm tempo certo para nos presentear e nos fazer vibrar com sua presença...apesar de tantos contratempos e de tantas pessoas amargas em nossa existencia.
cuidado com os seus pensamentos e atitudes, pois eles serão sempre a base, para a construção do seu destino.
Antes parecer um idiota aos olhos das outras pessoas, do que ser infeliz para si mesmo...atreva-se a viver a fundo, sem medo das opiniões.
A cegueira também é isto, viver num mundo onde se tenha acabado a esperança.
“A corda balançava num movimento pendular, e para o corpo inerte sobre ela, não pesava mais nada: nem dor, nem o abandono e muito menos o tempo. Na parte de fora, você podia ser alguém dentro de um carro, ouvindo música, ou alguém enfeitado à rigor, comprando flores que morrerão depois de uma noite perfeita, um regulador de transito estérico direcionando carros repletos por outras milhares de pessoas que poderiam ser você, e que desconhecem a tragédia instalada numa casa ao lado, à 30 metros dali. Tão perto e, ao mesmo tempo, tão distantes. Puxa, que merda, né!? O mundo seguiu. Em frente como sempre. O velho e bom mundo seguiu em frente. E seguirá quando for a sua vez. Não parará quando estiveres numa forca, ou na sarjeta, ou se contorcendo em algum canto escuro, à dois passos do fim. Talvez após o fim o mundo pare... talvez você pare, engravatado, ansioso por um encontro perfeito, com uma dúzia de flores na mão e que morrerão, talvez você pare de direcionar carros para um destino que você nem conhece e, se você realmente parar, depois do fim, faça mais do que perguntar “por quê?”, é ridículo. Porque os mortos não voltarão para lhe responder nada, seu idiota. E, mesmo que voltarem, é inútil esperar que o mundo compreenda uma dor que não é sua.”
“Não confie em mim pra guardar flores, amor, não confie em mim. Eu podia ser a sua melhor opção e realizaria todos os teus sonhos. Mas como se diz isso pra alguém, sem que flechas nos atinjam primeiro? Fiz do meu orgulho o único lugar seguro, pois, a cada vez que me aproximava da distância irretratável que nos separava eu sentia facas a me trespassar. Eu queria não ter que colocar uma corda no pescoço todo dia como prova do que sinto por ti. Agora aqui, nessa UTI, com todos esses analgésicos e todos esses fármacos que sustentam o meu corpo cansado, eu só consigo sonhar uma coisa. E esse sonho se repete tantas vezes, tantas que a realidade aos poucos começa a se tornar um pesadelo. E tudo que eu consigo me lembrar agora são todos os momentos infelizes juntos: das discussões calorosas ao amanhecer, das coisas voando de um lugar pro outro e dos teus olhos. E eu estou tão triste, amor, que você nem sabe como eu só consigo pensar em fazer um rio com essas lágrimas que escorrem dos meus olhos e te buscar, onde você estiver. Guardei por tanto tempo essas flores que acabaram por murchar nas minhas mãos, eu estou tão cansado que nem consigo morrer.”
"Nem sei mais quem somos. Vejo muitas pessoas iguais à ti, iguais à mim, no mundo, e então imagino como é fácil se perder em outros rostos. Ter a vida alheia como minha ou ver uma outra me consumir por inteiro. Se não fosse a noite, se num outro tempo pássaros voassem como lacraus, se houvesse numa outra vida uma porta para o fim do mundo, eu ainda te teria aqui, no silêncio. No encalço de alguma patologia lúcida que me consome. Revivendo ensanguentadas lembranças de abraços na escuridão. E amanhã, eu sei. Você sabe. Nada mais importaria. Eu seria algum tipo de saudade antes do adeus. E talvez se tornasses pra mim uma espécie de lembrança viva de alguém que nunca conheci. Um baralho absorto sobre a mesa, um desenho de sorrisos mortos, gastos, machucados num retrato qualquer. Talvez isso. Talvez. Ou teríamos nos cruzado numa rua qualquer, e trocado olhares, e seguiríamos nossos caminhos com tanto medo de sermos algo, um pro outro, por milhões de receios instalados na alma, sub-carregados por traumas de vidas passadas, e medo que se abra outra vez uma ferida que já cicatrizou."
Amizade verdadeira passa por provas difíceis. É um verdadeiro processo de lapidação. Amizades que ainda não foram experimentadas nos conflitos são apenas "amizades frágeis". Muito cuidado, pois elas acabam a qualquer momento. Fique atento.
