Poema dentro e Fora

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Filosofia dentro de uma garrafa de vinho

Já parou pra pensar em quanto uma garrafa de vinho é algo filosofico? O homem pode aprender muito com uma garafa de vinho, mais do que com muitas pessoas. O vinho para ser concebido primeiro pecisa-se preparar o terreno, depois plantar, cuidar e zelar pelo que plantou para assim colhe bons frutos. Logo após se extrai dos frutos o que se tem de melhor descartando tudo aquilo que não presta, e quando se acha que tudo esta bem coloca-se em uma garafa e com o passar dos anos só ficar melhor. Prepare seu terreno com conhecimento, plante suas ideias, zele pelo que plantou com trabalho, colha os frutos, extraia tudo de bom experiência e coloque tudo em uma garrafa chamada sabedoria que com o passar dos anos se tranformará em realização.

VIVENDO E APRENDENDO

Tenho certeza que alguma coisa aqui dentro mudou. Não sei explicar o quê, mas sinto que algo em mim está diferente. Isso me assusta um pouco porque não sei exatamente o que mudou ou que essa mudança fará de mim.

Às vezes custo a acreditar que o tempo passou tão depressa...

E que levei tanto tempo para perceber só agora as coisas da vida.

Aprendi a valorizar cada pessoa do jeito que ela realmente é. Aprendi também que paixão, às vezes, não dura para sempre;

Que as pessoas mentem e que confiança só se perde uma vez;

Aprendi que não é preciso muito pra ser feliz.

Ou que o pouco que se tem já é o bastante.

E que temos que valorizar cada conquista porque nunca sabemos

O que realmente conquistamos de verdade.

Aprendi a nunca desfazer das oportunidades que a vida tem me proporcionado.

E que a felicidade só bate uma vez na porta e temos sempre que estar preparados para que possamos ouvi-la e acompanhá-la sem perder muito tempo...

Aprendi que a pessoa a quem julgava incompreensível era a que mais importa comigo. E que amigo de verdade era aquele chato mesmo que vivia me dando conselho toda hora.

Aprendi também que nada acontece por acaso.

Hoje quero ter a certeza absoluta de poder dizer amanha que já fui feliz um dia com alguém e que esse dia é agora. Que fiz a escolha certa. E que valeu a pena tudo que vivi.

Quero recusar todas aquelas coisas que nunca me levaram a nada e poder ir em busca da minha verdadeira felicidade.

Poder me libertar dos meus fantasmas, jogar tudo pro alto e dizer para o mundo que a vida é bem mais colorida e interessante do que ela me apresenta.

Pessoas movendo-se o tempo todo
Dentro de uma perfeita linha reta
Você não quer simplesmente curvar para fora?

“ Achada a garrafa,
não tinha dentro gênio nenhum
para atender meus três desejos:
boca para encher de beijos
bolso onde sobrasse algum
alegria repartida à esmo.
Mas tinha muita pinga
o que vinha a dar no mesmo.”

Eu só queria ligar.
Falar que sinto falta, e que meus dias têm sido cinza por dentro depois que você se foi.
Porque você não foi inteiro. Você ficou na vontade e nas lembranças mais lindas, que insistem em me mostrar todo o tempo o quanto fui feliz com você.
Queria falar de saudade. Da novela. Do livro que tenho lido.
Queria ouvir sua voz entregando que eu também virei saudade, e que seu coração volta e meia te faz lembrar quando ‘nós dois’ éramos presente.
Eu preciso tanto falar. Meu silêncio grita. E esse desprezo de mentira que sinto por ti, machuca essa alma tão acostumada a falar desse amor. Amor que ainda mora em mim, talvez por ser (tão) de verdade.
Então eu não falo. (E escrevo.) E sinto essa ausência doer, como se fosse ontem o dia que você deu tchau.
Tchau, sim. Porque o mesmo instinto que disse que você iria embora, agora me diz que você vai voltar. Então eu vou falar tanto. Vou falar tudo. E vou deixar transbordar em forma de palavras tudo que tem sufocado o meu coração.

Sabe a saudade? Então! Todos os dias ela me pergunta de você.

A Fotografia em Plenitude


Cada fotografia carrega dentro de si uma narrativa única. A espontaneidade revela a verdade do instante, a luz natural dá forma e atmosfera, e a composição guia o olhar sem perder a liberdade do momento.


O retrato traduz o que os olhos guardam, enquanto a memória capturada em cada clique mantém vivo o tempo que passou. Perspectiva, cores e sentimentos se entrelaçam, conectando o fotógrafo ao assunto e ao espectador, criando um diálogo silencioso.


A narrativa visual transforma cada cena em história, texturas e atmosfera permitem sentir a imagem, e o movimento imprime emoção. Detalhes pequenos contam histórias inteiras, reflexos e simetria expandem o olhar além do óbvio, e o drama entre luzes e sombras dá profundidade e contraste à experiência visual.


O momento decisivo é o instante que não volta, e cada retrato fala com a alma do assunto, seja ele humano, objeto ou cena. Congelar ou fluir, capturar o contraste e a emoção, tudo se torna uma dança coordenada entre técnica e sensibilidade.
A direção sutil do fotógrafo une todos esses elementos, conduzindo a cena sem perder a autenticidade, transformando cada imagem em registro vivo e inesquecível.


É assim que a fotografia se completa: espontânea, técnica, sensível e consciente, uma arte que toca e permanece.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Cada um dá o que tem, e você só vai enxergar no outro o que existe verdadeiramente dentro de você.
Se há amor em você, verá amor.
Se há paz, enxergará calmaria até nos gestos mais simples.
Mas, se há feridas abertas, tudo o que toca sangra.
A forma como percebemos o mundo diz mais sobre o que guardamos por dentro do que sobre o que realmente acontece fora.
É por isso que o autoconhecimento é um ato de amorporque só quem se cura aprende a ver com o coração limpo.
E só quem se entende é capaz de se conectar sem projetar, sem exigir, apenas sentir.

Teus girassóis

Teu girassol cresce
dentro de ti
e floresce
dentro de nós

Gira teu sol-coração
e nos ilumina,
sempre

A anedonia é como um apagão silencioso dentro de mim.
Não leva embora apenas a alegria — ela leva o brilho, o impulso, o gosto das coisas que antes me moviam.

É estranho existir assim: lembrar do que um dia me fez sorrir e, ao mesmo tempo, não sentir mais nada.
É como tocar uma memória com as mãos, mas não conseguir alcançar o sentimento que deveria acompanhá-la.

Por fora, tudo parece igual.
Por dentro, é como se alguém tivesse apertado um botão e desligado a parte da alma que reage, vibra, celebra.

Não é falta de vontade.
Não é frescura.
É não conseguir sentir.

É olhar para momentos que deveriam me encantar… e não sentir absolutamente nada.
É querer participar da vida e, ao mesmo tempo, se perceber distante, apagada, desligada do próprio corpo.

A anedonia não rouba só o sorriso.
Ela rouba o caminho que leva até ele.

E é dessa prisão silenciosa que, todos os dias, eu tento me libertar.

''Só queria te lembrar que tem algo dentro de mim que pertence a ti, algo que
tinha jurado nunca mais entregar a ninguém, mais isso foi antes de te conhecer.
Hoje posso afirmar que sim ele é todo seu. E se há um motivo pra que ele bata
tão forte desde quando me levanto até mesmo a hora de ir deitar, esse motivo
leva seu nome. Como explicar tudo o que você consegue despertar em mim sem ao
menos um toque? Como pode me passar tanta segurança sem ao menos um olhar? Como
pode me fazer sorrir sem ao menos dizer nada?! É nessas horas e com essas
perguntas que você descobre que não importa o tempo que ele existe, não importa
como ele chegou em ti .. ele simplesmente está ai pra ser vivido, pra ser
sentido e sabe de uma coisa hoje tenho a mais pura certeza de que é você mesmo
quem eu amo, quem eu preciso, quem eu quero para fazer e ser feliz.''

⁠Autorretrato em Palavras

Sou intensa, profunda e sensível. Carrego dentro de mim uma força que resiste, mesmo quando o peso das emoções tenta me soterrar. Vivo em uma busca constante por significado — questiono o mundo, a mim mesma, minhas escolhas, minhas dores, minha fé e as falhas humanas que me habitam.

Sinto tudo em excesso e, por isso, reflito sobre tudo. Tento compreender a vida além da superfície, mesmo sabendo que nem todos estão dispostos a mergulhar tão fundo. Busco conexões genuínas, verdadeiras, que muitas vezes parecem raras.

Carrego em mim uma mistura delicada de vulnerabilidade e resistência. Deixo pedaços de mim em palavras e imagens, porque desejo que algo de minha alma permaneça. Quero acertar, mesmo quando me perco nesse desejo.

Talvez seja essa busca incessante por sentido que me define: uma tentativa de compreender a mim mesma e ao mundo, sem jamais deixar de ser humana — profundamente humana.

⁠O Valor que Vem de Dentro

A necessidade de validação está enraizada em nós porque, desde cedo, aprendemos que nosso valor é medido pelo olhar do outro. Somos seres sociais, e o reconhecimento externo pode, de fato, reforçar nossa autoestima, nos oferecendo a sensação de pertencimento e aceitação.

No entanto, essa busca pela validação externa pode se transformar em uma prisão quando se torna mais importante do que a nossa própria percepção. Especialmente nós, mulheres, somos ensinadas a nos moldar para agradar, para corresponder às expectativas dos outros – seja na aparência, no comportamento ou nas conquistas.

Precisamos de validação porque fomos condicionadas a acreditar que só existimos plenamente quando somos vistas e aprovadas. No entanto, a verdadeira liberdade surge quando aprendemos a nos validar primeiro, quando percebemos que nosso valor não está no olhar alheio, mas no que construímos e somos por dentro.

Há um lugar dentro de mim que não tem nome.
Não é sombra nem luz — é um silêncio que pulsa, como se guardasse o segredo de todas as respostas que nunca tive coragem de perguntar.


Ali, as memórias não se mostram em ordem, mas em fragmentos que se repetem como ondas. Cada lembrança traz um peso diferente, e cada peso molda um pouco mais quem sou. É um território onde o tempo não existe, mas onde cada instante tem o peso de uma eternidade.


Não é um lugar para visitas apressadas.
É preciso entrar devagar, com a respiração contida, aceitando que algumas verdades não se dizem — apenas se sentem.
Ali, o choro não é tristeza, é purificação. A dor não é inimiga, é guia. E a solidão não é ausência, é presença ampliada de si.


Talvez, no fundo, essa profundidade seja o que me mantém viva.
Porque é ali que encontro a mim mesma antes que o mundo me peça para ser outra.

⁠OCUPANDO-ME COMIGO MESMA

A busca pela minha felicidade ocupa um imenso espaço dentro de mim,
toma todo o meu tempo e energia.

Meu foco está concentrado em um único propósito: ser e estar feliz.
Fazer da felicidade uma escolha diária, um compromisso constante comigo mesma.
É um processo que exige atenção, mas que se torna uma jornada de autodescoberta, onde o amor-próprio floresce e a paz se encontra.

Fascínio

Admiro o teu olhar;
Gosto do teu cabelo;
Me perco com o teu cheiro;
Queimo dentro e fora do teu corpo;
Sinto você, quero você, amo você!

O que é o medo? Um produzido dentro da gente, um depositado; e que às vezes se mexe, sacoleja, e a gente pensa que é por causas: por isto ou por aquilo, coisas que só estão é fornecendo espelhos. A vida é para esse sarro de medo se destruir, jagunço sabe. Outros contam de outra maneira.

(Grande sertão: veredas)

Assédio

Um fogo transformado em ódio q ainda queima dentro de mim, assediada em revolta pelos Esqueiros do prazer, sem ter oque fazer, sem ao menos poder me defender ,sem pensar falam palavras sem ao menos perceber que pode ofender, como se eu fosse um objeto pra você...

ANÍMICO

Nossa história está escrita
dentro de cada célula
só não sabemos lê-la
ainda

dentro de nós existe
a resposta que buscamos
só que não a procuramos
bem

o nosso lado mais sábio
ainda se esconde da gente
e vamos nascer novamente
até saber

Os desfechos acontecem a todo momento; estão acontecendo agora, dentro de você. Então não espere fogos de artifício, viradas de página, ou um "The End" em letras garrafais na sua frente.
Não deixe passar o Natal, Dia dos Pais ou aniversário de casamento pra dizer que ama, pra falar que não quer mais, pra esquecer qualquer vingancinha, pra definir o que quer que seja.
Não adie sua vida e peça a Deus que cure as mágoas, pois essa é a parte mais difícil.

⁠ A Espera como um Jardim Fechado

Dentro de mim, há um jardim que floresce no toque certo, na voz certa, no cheiro certo. Mas não abro meus portões para qualquer um. Já vi mãos impacientes arrancarem pétalas que mereciam ser admiradas. Então, eu espero. E, enquanto espero, meu desejo cresce, se espalha, se fortalece. Porque quando a pessoa certa vier, encontrará em mim um campo inteiro pronto para ser explorado.