Poema de Tristeza
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Olhar é abrir os olhos.
Ver é abrir o coração.
Enxergar é abrir a alma.
Um olhar fala pelo coração.
Mas só quem ama,
entende o que eles dizem.
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💞
Um dia os olhares que estão
perdidos darão um jeito de
se encontrar.
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Que eu me lembre sempre da
falta que me fizeram sentir e
a saudade de estar ao seu lado.
💞
🌹
Não adianta procurar sua felicidade
no mesmo lugar em que a perdeu.
🍃
Existem corações novinhos em folha,
cheios de disposição para te receber.
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Esquece essa de procurar alguém.
🍃
No final vai acabar sendo sem querer;
numa trombada, num tropeço ou
em um caminho que você fez errado.
🌹
É incrível …
Como existem músicas que
se encaixam direitinho em
cada momento da vida…
E te fazem,
Chorar…
Sorrir…
Refletir…
Dançar…
São essas músicas que fazem
da vida…
Única
Inesquecível,
Feliz e
Maravilhosa.
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O perdão é mesmo uma língua
que não dominamos de primeira.
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Ser fluente no perdão é ato para desbravadores!
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Especialmente o perdoar a si
mesmo.
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Perdoar o outro nos cobre com
um certo manto de superioridade.
🍃
Perdoar a si é mais um rastejar naquilo que negamos em nós.
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Marca-me com ousadia o desejo
que me aprisiona.
Existem pessoas que me levam a loucura...
Ferem e beijam com a mesma boca.
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ₛₐᵢ dₐ ₘᵢₙₕₐ cₐbₑçₐ ₑ ᵥₑₘ ₚₐᵣₐ ₘᵢₙₕₐ cₐₘₐ.
🌷🌸°•.¸ ☕¸. •"🌸 💗
Ocupe o final de semana
consigo mesmo.
Fortaleça a sua mente.
Mexa-se e
faça seu corpo transpirar.
Liberte-se das amarras e
lembre-se que hoje tudo pode.
🌷🌸°•.¸Bom dia¸. •"🌸 💗
Trouxe flores para enfeitar o nosso fim.
Porque a morte de um amor bonito nem sempre precisa
parecer tão ruim.
A flor não deixa de ser bonita por causa dos espinhos.
Assim como a vida não perde o seu brilho
por causa das pessoas que nos machucam.
“Feliz Domingo abençoado pra você. Que Deus encha sua vida de alegria, e esvazie os momentos de tristezas.”
—By Coelhinha
"Todo infeliz é ingrato. E todo ingrato é infeliz.
Pode parecer falta de lógica. Mais onde a ingratidão chega a infelicidade faz morada. E o resto desse raciocínio já está claro aonde vai dar."
—By Coelhinha
"Quem te conhece bem; sabe até a diferença de um "BOM DIA", um sorriso seu quando é sincero e um "adeus" quando não se consegue derramar uma lágrima, mais que doí até a alma está tristeza de uma despedida, a quem tanto queremos que permaneça por perto."
—By Coelhinha
Hoje eu gritei
Hoje eu gritei comigo,
a raiva fervendo em cada palavra,
ódio espalhado como veneno,
amor não correspondido, uma ferida aberta.
Hoje eu gritei com ele,
em desespero e frustração,
implorando por um pouco de atenção,
mas só recebi silêncio, um eco vazio.
Hoje eu gritei com a gente,
lembranças rasgadas, promessas quebradas,
nossos sonhos desfeitos,
restos de um "nós" que nunca foi.
Hoje não encontrei os meus sapatos,
não consegui regar minhas flores,
não vejo meu reflexo no espelho,
porque a dor me cegou, me engoliu inteiro.
Porque me deixaram gritar?
Minhas vozes se perderam na tempestade,
cada grito uma lâmina cortando a alma,
até que deixei de existir, consumido pela dor.
Hoje eu gritei,
e no fim, o grito me silenciou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais vai entender,
a dor que ficou.
O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.
Balanço da rede
Diante de mim a rede balança
Nela está o segredo dos dias de verão
Suas madeixas alvas deixam à mostra
Os trabalhos das mulheres rendeiras
O gato sentado observa o balançar da rede
Sendo acariciado pelas mãos de sua dona
Rosna agradecendo as carícias
Com um sorriso nos lábios a dona fica...
É uma tarde de sexta-feira
As nuvens encobrem o sol deixando
O dia nublado e com cara de triste
O gato e dona adormecem...
Espelho
Mergulhei no sono eterno da alma,
Vi-me refletida no espelho moldurado
Em madeira entalhada ao molde europeu,
Pendurado na parede branca e fria
Analisei o espelho, e eu
De pé em sua frente procurei
Respostas para as perguntas
Que eu mesma formulei.
Meu rosto empalideceu.
Moldado pelo efêmero modelo
Que me fizeram usar,
Arranquei-o junto com toda tristeza e pranto
No chão espatifou-se a máscara fria.
Vi meu rosto em vários pedaços
Olhei-me no espelho novamente
Estava eu lá diante dele
Só a máscara caiu...
