Poema de Tristeza
As vezes me perco em tantas decepções
magoas e tristezas, sinto um vazio que
queima minha alma, e por segundos me
afasto de tudo para ficar sozinha, mais não
gosto da solidão. Ela é minha inimiga, então
ergo a cabeça e sigo em frente sem olhar para
traz.
Desde que te conheci, não sei o que é tristeza
ou solidão. Meu coração explode em bons sentimentos,
tudo que sou hoje devo a você, minha alegria, minhas
conquistas e minhas vitorias, pois antes de amor foi
meu amigo, meu confidente e meu apoio nos momentos
de fraquezas, hoje não mais uma menina, e sim uma mulher
que cresceu e venceu graças a um amor sincero, que o tempo
nem a distancia nunca apagara.
--------------------------------Eliana Angel Wolf
Eu estarei aqui, bem ao seu lado, quando a lágrima cair,
quando a tristeza invandir o teu coração todo.
eu estarei bem aqui, com meu sorriso imenso, com meu abraço tenro,
te oferecendo cor.
Fuga do pesar
Caminhei triste mergulhado em passos lentos,
Desci alguns degraus sem saber o caminho de volta,
Duros foram os golpes, amargas foram as noites observando o céu noturno em silêncio,
As esperanças vagavam em voos profundos sem a mínima preocupação,
Uma mão eu senti por sobre a minha cabeça quando mais nada tinha valor em vida,
Os sonhos trouxeram uma costura do tempo mostrando quem eu era e quem eu ainda poderia ser,
O sal foi jogado fora, o mel começou a ganhar prioridade,
Mesmo dentro da tormenta o inabalável me alcançou, novos caminhos saíram por entre as nuvens,
Vi várias mãos estendidas me trazendo boas novas,
Olhei para o céu noturno novamente e dessa vez ele sorriu pra mim.
Olhos tristes que transmite
a saudade do amor que
ficou escondido dentro
da alma, para preservar
a vida de um inocente
que só queria amar e ser
amado.
..Por isso, podeis vê-lo muitas vezes triste, NUNCA abatido nem desesperado;
muitas vezes pobre, NUNCA envilecido nem miserável; muitas vezes
PERSEGUIDO, NUNCA abandonado NEM vencido."...
Espanta essa energia de tristeza dentro de você descontrolada,ela limita sua vida,sem o social, sem leveza,te deixando sentir um nada na parada,perturbada,chegando a ser até entubada!
Depressão é morte pra quem não é são, e se desfaz da sorte,ficando sem norte.
Viva a vida,vida é pra ser vivida,e não ser reprimida.
Na vida é tudo ou nada.
Livre ou preso;
Forçado ou espontâneo;
Amado ou iludido;
Alegre ou triste.
Vc tem escolhas na vida, mas também sacrifícios.
Deixe livre as coisas.
Se for verdadeiro vai permanecer em sua vida.
Caminhando com o destino...
fui voando com a solidao,
encontrei com a tristeza,
mergulhei no rio de desilusao,
passei à ponte da incerteza,
beijei a dor, olhei para o ciume
descansei na sombra da discurssao
e de tantos tropeços de idas e vindas
veio a felicidade e me entendeu a mao
me disse : Calma o pior já passou
tudo na vida qe o destino reservou na emoçao
deixou pra trás e viva com intensidade
o amor em seu coraçao.
—By Coelhinha
Triste Passeio
Vou pela estrada, sozinha.
Não me acompanha ninguém.
Num atalho, em voz mansinha:
"Como está ele? Está bem?"
É a toutinegra curiosa;
Há em mim um doce enleio...
Nisto pergunta uma rosa:
"Então ele? Inda não veio?"
Sinto-me triste, doente...
E nem me deixam esquecê-lo!...
Nisto o sol impertinente:
"Sou um fio do seu cabelo..."
Ainda bem. É noitinha.
Enfim já posso pensar!
Ai, já me deixam sozinha!
De repente, oiço o luar:
"Que imensa mágoa me invade,
Que dor o meu peito sente!
Tenho uma enorme saudade
De ver o teu doce ausente!"
Volto a casa. Que tristeza!
Inda é maior minha dor...
Vem depresa. A natureza
Só fala de ti, amor!
Amor... e Morte...
O amor
é como a morte
ato banal de todo dia...
Emoção forte
de tristeza ou de alegria,
ele sempre nos surpreende, e a ele nunca nos acostumamos
talvez...
O amor é como a morte:
quando amamos
é sempre a primeira vez.
É difícil fazer alguém feliz,
assim como é fácil fazer alguém triste.
É difícil dizer "eu te amo",
assim como é fácil não dizer nada.
É difícil ser fiel,.assim como é fácil se aventurar.
É difícil valorizar um amor,
assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil parar e agradecer pelo dia de hoje,
assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil se convencer de que se é feliz,
assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil se por no lugar de alguém,
assim como é fácil olhar pro próprio umbigo.
É difícil fazer as coisas certas?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Rolam-me na face
Caem no chão
Secam com o vento
As lágrimas tristes
Do meu coração!
Continuo escrevendo,
Versando tua beleza,
Apenas interrompido
Por longos suspiros
Da grande tristeza
De meu coração!
E, se depois penso…
Que jamais serás minha:
Rolam-me lágrimas
Pelo rosto molhado
Caem no chão!
Secam com o vento!
As lágrimas tristes
Do meu coração.
O Lamento das Coisas
Triste, a escutar, pancada por pancada,
A sucessividade dos segundos,
Ouço, em sons subterrâneos, do Orbe oriundos
O choro da Energia abandonada!
É a dor da Força desaproveitada
- O cantochão dos dínamos profundos,
Que, podendo mover milhões de mundos,
Jazem ainda na estática do Nada!
É o soluço da forma ainda imprecisa...
Da transcendência que se não realiza....
Da luz que não chegou a ser lampejo...
E é em suma, o subconsciente aí formidando
Da Natureza que parou, chorando,
No rudimentarismo do Desejo!
Apague com o sorriso a tristeza que existe no teu rosto.
Assim não darás a quem te ama a tristeza de te ver chorar.
E assim darás a quem te ama a alegria de te ver sorrir.
Anda em mim, soturnamente,
uma tristeza ociosa,
sem objetivo, latente,
vaga, indecisa, medrosa.
Como ave torva e sem rumo,
ondula, vagueia, oscila
e sobe em nuvens de fumo
e na minh’alma se asila.
Uma tristeza que eu, mudo,
fico nela meditando
e meditando, por tudo
e em toda a parte sonhando.
Tristeza de não sei donde,
de não sei quando nem como…
flor mortal, que dentro esconde
sementes de um mago pomo.
Dessas tristezas incertas,
esparsas, indefinidas…
como almas vagas, desertas
no rumo eterno das vidas.
Tristeza sem causa forte,
diversa de outras tristezas,
nem da vida nem da morte
gerada nas correntezas…
Tristeza de outros espaços,
de outros céus, de outras esferas,
de outros límpidos abraços,
de outras castas primaveras.
Dessas tristezas que vagam
com volúpias tão sombrias
que as nossas almas alagam
de estranhas melancolias.
Dessas tristezas sem fundo,
sem origens prolongadas,
sem saudades deste mundo,
sem noites, sem alvoradas.
Que principiam no sonho
e acabam na Realidade,
através do mar tristonho
desta absurda Imensidade.
Certa tristeza indizível,
abstrata, como se fosse
a grande alma do Sensível
magoada, mística, doce.
Ah! tristeza imponderável,
abismo, mistério, aflito,
torturante, formidável…
ah! tristeza do Infinito!
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Gostava tanto de você
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou na minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
A Morte
Oh! que doce tristeza e que ternura
No olhar ansioso, aflito dos que morrem…
De que âncoras profundas se socorrem
Os que penetram nessa noite escura!
Da vida aos frios véus da sepultura
Vagos momentos trêmulos decorrem…
E dos olhos as lágrimas escorrem
Como faróis da humana Desventura.
Descem então aos golfos congelados
Os que na terra vagam suspirando,
Com os velhos corações tantalizados.
Tudo negro e sinistro vai rolando
Báratro abaixo, aos ecos soluçados
Do vendaval da Morte ondeando, uivando…
