Poema de Tristeza
A vida é uma rima tem momentos tristes, momentos alegres, momentos inesquecíveis. A vida é uma mera prosa de melodias.
Mesmo que esteja triste, sorria!
Porque você e nem ninguém querem fazer alguém se entristecer por sua culpa.
Na verdade todos somos feitos de tristeza, choro, vários lutos e dores, mas também somos feitos de resiliência, esperança, recomeços e curas… todos vivemos uma vida interna a qual pertence somente à nós mesmos, onde construímos e desconstruímos expectativas e planos que são sagrados para nós. Onde passamos por lutos intensos disfarçados com sorrisos e aprendemos a curar feridas antigas que submergem trazendo limpeza e dando espaço à coragem de ter amor próprio e acabar com as dependências que ao longo da vida ou das vidas fomos arrastando. Cada um está passando por um processo intenso nesse momento, pode ser qualquer pessoa ao nosso lado, incluindo nossos filhos, cônjuges, pais, irmãos… sem que ninguém saiba!!! Apenas tentando lidar com seus processos interiores sem ser julgados… porque acredite, ja estão se julgando e isso dói também…
" Nós seres humanos somos muito apegado a matéria, fizemos de nossa saudade a tristeza mais cruel que existe".
A experiência mais triste para o ser humano é ter que pedir ajuda para quem um dia ele prejudicou...
Não tenha medo de ser feliz, toda felicidade e momentâneo, ainda bem, porque, isto faz a tristeza ser momentâneo também.
Você se torna o porto seguro de alguém, quando você vê traços de tristeza no sorriso, quando você vê uma lágrima presa em um olhar reflexivo e por fim quando só você entende a dor sem gemidos, mas, isso tudo acontece com o preço alto, do seu silêncio que corta sua entranhas por esse alguém.
É mais um dos grandes mistérios da vida que a tristeza e a alegria possam coexistir de forma tão harmoniosa.
Há uma ternura triste, quase imperceptível, que habita os corações dos apaixonados. É a crença silenciosa de que, para merecer o amor, é preciso ser menos. Menos ruidoso, menos estranho, menos intenso. Como se amar fosse passear por um salão de porcelanas impecáveis, e não andar descalço num jardim onde brotam flores selvagens. Quantas vezes você já se olhou no espelho e, em silêncio, declarou guerra a si mesmo? Quantas vezes domou sua risada por achá-la alta demais, podou suas ideias por parecerem estranhas demais, engoliu sua verdade por medo de que fosse demais para o outro? Ah, meu caro... o amor de verdade não é um molde no qual devemos caber. É um lugar onde cabemos inteiros. Há quem se apaixone justamente pelo que você esconde. Pelo seu jeito estabanado de contar histórias, pelas paixões excêntricas que ninguém mais compreende, por aquele detalhe que você julga imperdoável. O amor é distraído das lógicas, surdo às conveniências. Ele gosta de vozes desafinadas, de risos fora de hora, de olhares tortos. Ele gosta do que é seu, e só seu. Não se torture tentando caber em formas que não foram feitas para você. Não há vitória alguma em ser amado pelo que você finge ser. Seja quem é, com todas as suas delicadezas e desatinos, e espere. Porque o amor que vale a pena não exige máscaras nem reformas. Ele reconhece a alma pelo avesso, e ali se aconchega. Ele não chega exigindo silêncio: chega com ouvidos abertos para a música que é só sua. E quando ele vier, não pedirá que você se esconda. Vai sentar ao seu lado, sorrir, e dizer com simplicidade comovente: Gosto de ti assim, exatamente assim, com tudo que o mundo não soube entender. Seja raro. Seja inteiro. Seja você. Porque o mundo está cansado de cópias bem-comportadas. Mas há uma beleza revolucionária em ser verdade.
Aqui nas minhas leituras: fico tão triste, vendo cristãos com egos superdimensionado e que acreditam que revelaram o conceito do certo e errado em nome de DEUS.
Gente quanto interesse pessoal há nisso?
Como e triste quando só te procuram quando querem te tirar algo. Mas oferecer ajuda sem querer nada em troca e difícil. Cuidado o que plantar hoje amanha colhera....
Nunca deixe a tristeza invadir seu coracao. Porque Deus te da a oportunidade todos os dias de recomeçar.
