Poema de Sabio
LIVRE ARBÍTRIO
A pessoa humana vive através de escolhas.
Na infância, geralmente as escolhas são feitas pelos pais, contudo, quando começa a adquirir liberdade para seus atos, a própria pessoa começa a escolher.
A pessoa pode escolher alimentos que podem ser bons ou ruins para seu organismo, ingerir bebidas alcóolicas em demasia, fumar, usar drogas ilícitas, sabendo que podem ser prejudiciais.
É a própria pessoa quem escolhe se irá viver sozinha ou com alguém, se constituirá família, o namorado ou a namorada, o companheiro ou a companheira, o esposo ou a esposa, se terá filhos, a forma de criação destes.
O trabalho é escolhido pela pessoa, assim como o local de moradia, tendo liberdade de mudar quando quiser e se tiver oportunidade.
Se a pessoa tiver força de vontade e se esforçar, estudará o curso que desejar.
A religião pode ter sido escolhida pelos pais na infância, mas a pessoa pode fazer nova escolha posteriormente, até não seguir nenhuma religião.
Os estabelecimentos, bares e locais de lazer, para comprar ou frequentar, são escolhidos pela própria pessoa.
Cabe à pessoa decidir se irá ter e/ou dirigir veículo, habilitada para tal ou não.
Quando se deparar com alguma dificuldade, inclusive doença, a pessoa poderá desistir ou procurar resolvê-la, ainda que não consiga.
A pessoa pode escolher amar ou odiar, praticar o bem ou o mal, ser alegre, ainda que esteja sofrendo, ou chorar.
Cabe à própria pessoa buscar a felicidade, se é infeliz, mediante escolhas.
Até a morte e enquanto tiver discernimento, cabe à própria pessoa fazer suas escolhas, por mais simples que sejam, e sempre poderá dizer sim ou não, aceitar ou recusar.
Portanto, a pessoa humana tem o livre arbítrio, assim, deve pensar bem ao fazer suas escolhas, pois será através delas que colherá frutos bons ou ruins, imediatamente ou no futuro.
LEI ESPIRITUAL DA AÇÃO E DA REAÇÃO.
Quem praticar o mal contra alguém, por qualquer meio, causando-lhe sofrimento ou qualquer outra espécie de dano, se não se redimir perante Deus e não procurar a pessoa ofendida para tentar corrigir o erro, não importa se esta tenha ou não lhe perdoado, receberá o mesmo, em dobro, nesta vida, no plano espiritual para o qual irá depois da sua morte ou em nova vida terrena futura.
Por outro lado, quem praticar o bem, não importa a quem, Deus lhe proverá o mesmo em dobro, nesta vida, na vida depois da morte ou em nova vida terrena futura.
Prece para o Ano Novo
Senhor, neste início de ano-novo, venho lhe agradecer por mais um ano que se findou;
Pedir que continue abençoando e derramando graças sobre mim, minha família e meus amigos;
Protegendo-nos de toda maldade;
Cobrindo-nos com seu manto de proteção;
Que a cada amanhecer nossas forças sejam renovadas para prosseguirmos, com saúde, paz, segurança, amor, felicidade e alegria e, assim, continuarmos evoluindo no belo ciclo da vida.
Amém.
12 de Junho - Dia dos Namorados.
Ame muito quem é seu(sua) namorado(a), seu(sua) esposo(a) ou companheiro(a)...
O Amor é lindo!
Nunca deixe de amar...
Faça um barco de papel.
Imagine colocando nele suas mágoas, sofrimentos, amarguras, angústias, tristezas, depressão…
Em um riacho, põe o barco para navegar e seja feliz.
Palavras e pensamentos negativos ou positivos têm força.
Então, fale ou pense sempre positivamente!
Isto afasta todo negativismo.
me achava infeliz até provar da infelicidade.
me achava corajosa até provar do medo.
me arriscando e me doendo aprendir sem me arrepender,de tempo ao tempo e ele provara a você que sempre esteve certo.
tudo pode mudar!
assinado:Rayuri de um dia.
meu dia prosperou quando acreditei que prosperaria.
A questão e de ter fé não importa o que faça!
principalmente a fé que você tem em Deus.
~tenha fé
como amei?
se nem a mim mesma amava, quase impóssivel de ser verdadeiro esse amor, por isso magoado foi.
aquilo que nem deseja a ti mesmo como desejas ao teu próximo?
O caos nunca chega batendo à porta; ele entra pelos cantos, desalinha os quadros, derrama café sobre os planos e troca o nome das coisas dentro da gente. No começo, parece apenas ruína: gavetas abertas na alma, relógios mastigando pressa, pensamentos correndo descalços por corredores sem fim. Mas há uma inteligência secreta nesse desarranjo. Como a terra revolvida antes da semente, o caos fere a superfície para que algo mais vivo encontre passagem.
É nele que antigas versões de nós desmoronam feito casas cansadas, abrindo espaço para janelas que ainda nem sabíamos desejar. O coração, quando perde o mapa, aprende a ouvir estrelas invisíveis. E a dor, essa costureira impaciente, rasga primeiro para depois unir com linhas mais fundas.
Talvez criar seja isso: suportar a desordem sem fugir, permitir que o incompleto respire, aceitar que nem toda beleza nasce limpa. Há flores que só entendem o próprio perfume depois da tempestade. Há pessoas também. O caos não é o oposto da criação; é seu ventre escuro, quente e profundamente humano, onde tudo se quebra para finalmente começar de novo, em silêncio.
Eu pego uma colher e misturo o céu com café morno, bolhas de sabão sobem pinheiros invertidos, bicicleta pedala para trás no espelho do banheiro. O gato mia em código Morse para o micro-ondas, que responde com pipocos de milho voando como pássaros de papel. Nuvens chovem para cima, gravidade vira piada, e o relógio derrete em forma de bolo quente. Por que o elefante usa óculos de sol no escuro? Sombras dançam tango com luzes de neon, enquanto números contam histórias de peixes voadores. A geladeira sussurra segredos de meias perdidas, o chão ondula como mar de concreto, e eu como nuvem com garfo de plástico. Fluxos de pensamentos giram em espiral, cores cantam óperas mudas, tempo estica como chiclete mastigado. Nada cola, tudo flutua em bolhas de confusão.
Mas olha só. Essa bagunça é a mente acordada: colher mexe ideias soltas, bolhas são pensamentos leves que estouram, pinheiros raízes profundas em solo instável, bicicleta impulsiona o irreal. Gato e micro-ondas, intuições aleatórias conectando mundos. Elefante no escuro, ver o invisível. Sombras e luz, dualidades dançando. Tudo faz sentido: o absurdo é o mapa da criatividade humana, onde a bobagem vira descoberta, a bagunça, clareza.
Viver com medo de decepcionar os outros é carregar um peso invisível todos os dias. Muitas pessoas aprendem, desde cedo, a agradar, corresponder expectativas e esconder sentimentos para não serem rejeitadas. Aos poucos, passam a medir o próprio valor pela aprovação alheia e deixam de ouvir a própria voz. O problema é que, nessa tentativa constante de ser suficiente para todos, corre-se o risco de deixar de ser verdadeiro consigo mesmo.
Esse medo pode parecer cuidado, responsabilidade ou até amor, mas, quando se torna excesso, vira prisão. A pessoa começa a dizer “sim” quando queria dizer “não”, aceita caminhos que não deseja seguir e silencia partes importantes da própria essência. Com o tempo, já não sabe mais o que sente, o que quer ou quem realmente é.
Por isso, amadurecer também significa entender que decepcionar faz parte da vida. Nem sempre será possível atender às expectativas de todos. E tudo bem. Mais doloroso do que desapontar alguém é olhar para dentro e perceber que, para agradar o mundo, você abandonou a si mesmo e esqueceu seus sonhos pelo caminho.
O Soneto da Hora
A hora passa,
A vida em massa,
O tempo voa,
A alma à toa.
O relógio bate,
O peito late,
No silêncio,
Do momento.
A sombra cresce,
O dia esquece,
De quem ficou.
Na escuridão,
Só o coração,
Que não parou.
RUA
A rua mastiga os homens: mandíbulas de asfalto, argamassa, cimento, pedra e aço.
A rua deglute os homens: e nutre com eles seu sôfrego, onívoro esôfago.
A rua digere os homens: mistério dos seus subterrâncos com cabos e canos.
A rua dejeta
os homens: o poeta,
agiota, o larápio,
bêbado e o sábio.
O Soneto do Fim
A luz se apaga,
A sombra vaga,
O dia finda,
A alma ainda.
O tempo corre,
A vida morre,
No chão de pedra,
Onde o mal medra.
É o fim da lida,
Noite esquecida,
Sem mais alento.
Na escuridão,
O coração,
Vira só vento.
O Soneto da Noite
A noite chega,
A luz se nega,
O medo vem,
Não há ninguém.
O vento frio,
No som do rio,
Traz o temor,
De um velho horror.
A sombra invade,
Pela cidade,
Todo o clarão.
Só a memória,
Conta a história,
Na escuridão.
Velocidade
Não se lembram do Gigante das Botas de Sete Léguas?
E
Lá vai ele: vai varando, no seu vôo de [asas cegas, as distâncias... dispara, nunca pára, nem repara para os lados, para frente, para trás...
Vai como um pária
O Silêncio
A luz apaga
O sopro para
O corpo cansa
A alma lança
Um voo leve
Tão breve.
O frio chega
A vida nega
A terra chama
Quem tanto ama
Fica a saudade
A eternidade
A dor profunda
A paz inunda.
mas que exista
GUILHERME DE ALMEIDA
Indiferença
Hoje, voltas-me o rosto, se ao teu lado passo. E eu, baixo os meus olhos se te avisto. E assim fazemos, como se com isto, pudéssemos varrer nosso passado.
Passo esquecido de te olhar, coitado! Vais, coitada, esquecida de que existo. Como se nunca me tivesses visto, como se eu sempre não te houvesse amado
Mas, se às vezes, sem querer nos entrevemos, se quando passo, teu olhar me alcança se meus olhos te alcançam quando vais.
Ah! Só Deus sabe! Só nós dois sabemos. Volta-nos sempre a pálida lembrança. Daqueles tempos que não voltam mais! Guilherme de Almeida
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Um sábio me dizia: esta existência, não vale a angústia de viver. A ciência, se fôssemos eternos, num transporte de desespero inventaria a morte. Uma célula orgânica aparece no infinito do tempo. E vibra e cresce
e se desdobra e estala num segundo.
